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Educação

Lúmens, Candelas e Lux: Entendendo os Diferentes Tipos de Grandezas Luminotécnicas

As grandezas luminotécnicas são um aspecto essencial da vida moderna, pois descrevem a intensidade e o brilho das fontes e superfícies de luz.

Do brilho da lâmpada à intensidade da luz natural em uma sala, essas unidades desempenham um papel crucial em nossas vidas diárias. Mas como essas unidades funcionam e como elas evoluíram?

Este artigo irá explorar os diferentes tipos de grandezas luminotécnicas, como eles são usados ​​e como eles mudaram e se desenvolveram ao longo dos anos.

Seja você um designer de iluminação, um engenheiro ou simplesmente interessado em entender as grandezas luminotécnicas, este artigo tem algo para todos. Então, se você quer saber mais sobre esse assunto fascinante, continue lendo!

Quais são alguns equívocos comuns sobre grandezas luminotécnicas?

Vários equívocos comuns sobre grandezas luminotécnicas podem levar a confusão e mal-entendidos. Aqui estão alguns dos equívocos mais comuns sobre grandezas luminotécnicas:

  1. Lúmens e watts são intercambiáveis: Um equívoco comum é que lúmens e watts são unidades de medida intercambiáveis. Embora estejam relacionados, eles medem diferentes aspectos da luz e são usados ​​em outros contextos. Os lúmens medem o brilho de uma fonte de luz, enquanto os watts medem a potência de uma corrente elétrica.
  2. Maior potência sempre significa mais lúmens: Outro equívoco é que uma fonte de luz com maior potência sempre produzirá mais lúmens. Este não é necessariamente o caso, pois a eficiência de uma fonte de luz, ou quanta luz ela produz para uma determinada quantidade de energia, pode variar significativamente. Uma fonte de luz mais eficiente terá mais lúmens por watt, que será mais brilhante para uma determinada potência.
  3. Candelas são iguais a lúmens: Algumas pessoas acreditam que candelas e lúmens são a mesma coisa, mas são duas unidades de medida diferentes. As candelas medem a intensidade de uma fonte de luz, enquanto os lúmens medem o brilho de uma fonte de luz.
  4. Lux é o mesmo que lúmens: outro equívoco comum é que lux e lúmens são as mesmas coisas. No entanto, são duas unidades de medida diferentes. Lux mede a intensidade da luz em uma superfície, enquanto lúmens mede o brilho de uma fonte de luz.

Neste artigo, vamos esclarecer todas essas diferenças. Por favor, leia tudo para entender!

Quais são os diferentes tipos de grandezas luminotécnicas e quando são usados?

Várias unidades de medida diferentes são usadas para descrever a intensidade e o brilho da luz, incluindo lúmens, candelas e lux. Essas unidades são usadas em diferentes contextos e frequentemente comparam o brilho e a intensidade de outras fontes de luz e superfícies.

Lúmens são unidades de medida usadas para descrever o brilho de uma fonte de luz, como uma lâmpada ou lâmpada. Eles são usados ​​para comparar o brilho de diferentes fontes de luz e são frequentemente usados ​​no campo da iluminação. Um lúmen é igual à quantidade de luz produzida por uma única vela a um pé de distância de uma superfície.

Candelas são uma medida da intensidade de uma fonte de luz. Eles são usados ​​para comparar a potência de diferentes fontes de luz e são frequentemente usados ​​no campo da iluminação. Uma candela é igual à luz emitida por uma vela a um pé de distância de uma superfície.

Lux é uma medida da intensidade da luz em uma superfície. É definida como a quantidade de luz que incide sobre uma superfície, por unidade de área. Um lux é igual à quantidade de luz que incide sobre uma superfície a um metro de distância de uma fonte de luz com intensidade de uma candela.

Lúmens, candelas e lux são as unidades de medida mais usadas para intensidade e brilho da luz. No entanto, outras unidades são usadas em contextos específicos, como velas de pé e lêndeas.

O que são lúmens e como eles são usados ​​ao analisar grandezas luminotécnicas?

Lúmens são unidades de medida usadas para descrever o brilho de uma fonte de luz, como uma lâmpada ou lâmpada. Eles são usados ​​para comparar o brilho de diferentes fontes de luz e são frequentemente usados ​​no campo da iluminação.

O termo lúmen é derivado da palavra latina para luz, definida como a quantidade de luz emitida por uma fonte em uma determinada direção. Um lúmen é igual à quantidade de luz produzida por uma única vela a um pé de distância de uma superfície. Isso significa que uma fonte de luz com brilho de 1.000 lúmens é aproximadamente equivalente à luz produzida por 1.000 velas que estão a um pé de distância de uma superfície.

Lúmens são usados ​​para medir o brilho da luz natural e artificial. Fontes de luz natural, como o sol, podem ter inteligência de até 100.000 lúmens. As fontes de luz artificial, como lâmpadas e lâmpadas, são tipicamente muito menos brilhantes, com níveis de brilho variando de algumas centenas de lúmens a vários milhares de lúmens.

Vários fatores podem afetar o brilho de uma fonte de luz, incluindo o tipo de lâmpada ou lâmpada usada, o tamanho da fonte de luz e a distância entre a fonte de luz e a superfície que está iluminando.

Os lúmens são essenciais ao selecionar uma fonte de luz para uma aplicação específica, pois podem afetar a visibilidade e a aparência geral de um espaço. Por exemplo, se você escolher uma lâmpada para uma lâmpada de leitura, selecione uma lâmpada com um número maior de lúmens para garantir que a área seja bem iluminada.

Por outro lado, se optar por uma fonte de luz para um quarto, poderá optar por uma lâmpada com um número inferior de lúmens para criar um ambiente mais suave e relaxante.

Em conclusão, os lúmens são uma unidade de medida usada para comparar o brilho de diferentes fontes de luz. Eles são essenciais ao selecionar uma fonte de luz para uma aplicação específica, pois podem afetar a visibilidade e a aparência geral de um espaço.

Como as candelas diferem dos lúmens e lux ao analisar grandezas luminotécnicas?

Candelas, lúmens e lux são unidades de medida usadas para descrever a intensidade e o brilho da luz. No entanto, eles são usados ​​para medir diferentes aspectos da luz e são frequentemente usados ​​em outros contextos.

Candelas são uma medida da intensidade de uma fonte de luz. Eles são usados ​​para comparar a potência de diferentes fontes de luz e são frequentemente usados ​​no campo da iluminação. Uma candela é igual à luz emitida por uma vela a um pé de distância de uma superfície.

Os lúmens medem o brilho de uma fonte de luz, como uma lâmpada ou lâmpada. Eles são usados ​​para comparar o brilho de diferentes fontes de luz e são frequentemente usados ​​no campo da iluminação. Um lúmen é igual à quantidade de luz produzida por uma única vela a um pé de distância de uma superfície.

Lux é uma medida da intensidade da luz em uma superfície. É definida como a quantidade de luz que incide sobre uma superfície por unidade de área. Um lux é igual à quantidade de luz que incide sobre uma superfície a um metro de distância de uma fonte de luz com intensidade de uma candela.

Em resumo, candelas medem a intensidade de uma fonte de luz, lúmens medem o brilho de uma fonte de luz e lux medem a intensidade da luz em uma superfície. Essas unidades de medida são usadas para comparar o brilho e a intensidade de diferentes fontes de luz e superfícies e são considerações importantes ao selecionar uma fonte de luz para uma aplicação específica.

Qual é a diferença entre lúmens e watts ao descobrir grandezas luminotécnicas?

Lúmens e watts são duas unidades de medida frequentemente usadas quando se discute luz e energia. Embora estejam relacionados, eles medem diferentes aspectos da luz e são usados ​​em outros contextos.

Lúmens são unidades de medida usadas para descrever o brilho de uma fonte de luz, como uma lâmpada ou lâmpada. Eles são usados ​​para comparar o brilho de diferentes fontes de luz e são frequentemente usados ​​no campo da iluminação. Um lúmen é igual à quantidade de luz produzida por uma única vela a um pé de distância de uma superfície.

Por outro lado, Watts é uma unidade de medida usada para descrever a potência de uma corrente elétrica. Eles são usados ​​para comparar o consumo de energia de diferentes dispositivos elétricos e são frequentemente usados ​​para determinar seu custo.

A relação entre lúmens e watts não é direta. Em geral, uma fonte de luz com maior número de lúmens será mais brilhante, mas pode não necessariamente consumir mais watts. Por exemplo, uma lâmpada fluorescente compacta (CFL) pode produzir o mesmo número de lúmens que uma lâmpada incandescente, mas pode consumir menos watts.

É importante observar que a eficiência de uma fonte de luz, ou quanta luz ela produz para uma determinada quantidade de energia, pode variar significativamente. Uma fonte de luz mais eficiente produzirá mais lúmens por watt, o que será mais brilhante para uma determinada potência.

Em conclusão, lúmens e watts são duas unidades de medida que descrevem vários aspectos da luz e da energia. Lúmens são usados ​​para medir o brilho de uma fonte de luz, enquanto watts são usados ​​para medir a potência de uma corrente elétrica.

A relação entre lúmens e watts não é direta, e a eficiência de uma fonte de luz pode variar significativamente.

Como calculo o número de lúmens que preciso para um determinado espaço? Dica de grandezas luminotécnicas:

determinar o número de lúmens que você precisa para um determinado espaço dependerá de vários fatores, incluindo o tamanho da área, a finalidade da área e a iluminação ambiente na área.

Aqui estão alguns passos que você pode seguir para calcular o número de lúmens necessários para um determinado espaço:

  1. Determine o tamanho do espaço: Quanto maior o espaço, mais lúmens você precisa para iluminar a área adequadamente. Meça o comprimento e a largura do espaço para determinar a metragem quadrada.
  2. Considere a finalidade do espaço: Diferentes espaços terão diferentes necessidades de iluminação, dependendo do uso pretendido. Por exemplo, uma cozinha exigirá mais lúmens do que um quarto devido à maior necessidade de iluminação de tarefas.
  3. Considere a iluminação ambiente do espaço: Se o cômodo tiver muita luz natural ou já for bem iluminado, você precisará de menos lúmens para iluminar o ambiente adequadamente.
  4. Use uma calculadora de lúmens: várias calculadoras on-line podem ajudá-lo a determinar o número de lúmens necessários para um determinado espaço com base no tamanho da sala e no uso pretendido. Digite as dimensões da área e a calculadora estimará o número de lúmens de que você precisa.
  5. Ajuste a contagem de lúmens conforme necessário: Com base em suas preferências pessoais de iluminação e nas necessidades específicas do espaço, pode ser necessário ajustar a contagem de lúmens para cima ou para baixo. Por exemplo, se você preferir um espaço mais iluminado, pode aumentar o número de lúmens. Por outro lado, se preferir um ambiente mais suave e relaxante, pode querer diminuir o número de lúmens.

Concluindo, calcular o número de lúmens necessários para um determinado espaço dependerá do tamanho do espaço, da finalidade da sala e da iluminação ambiente da área.

Você pode usar uma calculadora de lúmens para estimar o número de lúmens necessários e, em seguida, ajustar a contagem de lúmens conforme necessário com base em suas preferências pessoais de iluminação e nas necessidades específicas do espaço.

Como faço para converter entre diferentes grandezas luminotécnicas?

Várias unidades de medida diferentes são usadas para descrever a intensidade e o brilho da luz, incluindo lúmens, candelas e lux. Às vezes é necessário converter entre essas unidades para comparar o brilho e a intensidade de diferentes fontes de luz e superfícies.

Aqui estão alguns passos que você pode seguir para converter entre outras unidades de medida de luz:

  1. Determine o fator de conversão: O primeiro passo na conversão entre unidades de medida de luz é determinar o fator de conversão. Este é o número que você vai multiplicar ou dividir para converter de uma unidade para outra. Muitos recursos online fornecem fatores de conversão para diferentes unidades de medida de luz.
  2. Converta o valor: Depois de determinar o fator de conversão, você pode usá-lo para converter o valor de uma unidade para outra. Por exemplo, se você deseja converter um valor em lúmens para candelas, deve dividir o valor em lúmens pelo fator de conversão. Por outro lado, se você deseja converter um valor em candelas para lúmens, multiplique o valor em candelas pelo fator de conversão.
  3. Arredondar o resultado: Ao converter entre grandezas luminotécnicas, muitas vezes é necessário arredondar o resultado para o número inteiro mais próximo. Isso ocorre porque os fatores de conversão geralmente são aproximados e podem não ser precisos.
  4. Verifique seu trabalho: Ao converter entre grandezas luminotécnicas, é sempre uma boa ideia verificar seu trabalho. Isso ajudará a garantir que você obteve um resultado preciso e não cometeu nenhum erro.

Em conclusão, a conversão entre diferentes grandezas luminotécnicas requer a determinação do fator de conversão, a conversão do valor, o arredondamento do resultado e a verificação do seu trabalho.

Seguindo essas etapas, você pode comparar facilmente o brilho e a intensidade de diferentes fontes de luz e superfícies.

Como escolho as grandezas luminotécnicas corretas para minha aplicação?

Ao selecionar uma fonte de luz para uma determinada aplicação, é essencial considerar as várias unidades de medida usadas para descrever a intensidade e o brilho da luz. Essas unidades incluem lúmens, candelas e lux, e cada uma tem características e usos únicos. Aqui estão algumas dicas para escolher a unidade de medição de luz certa para sua aplicação:

  1. Determine a finalidade da fonte de luz: A primeira etapa na escolha da unidade de medição de luz adequada é determinar a finalidade da fonte de luz. Diferentes unidades são mais adequadas para diferentes aplicações, por isso é essencial considerar as necessidades específicas do seu espaço.
  2. Considere o tamanho do espaço: o tamanho do espaço que você está iluminando também afetará sua escolha da unidade de medida de luz. Em geral, salas maiores requerem mais lúmens ou lux para iluminar a área adequadamente.
  3. Considere a iluminação ambiente do espaço: Se a sala já tiver muita luz natural ou for bem iluminada, talvez você não precise de tantos lúmens ou lux para iluminar a área adequadamente.
  4. Escolha a unidade adequada com base nas suas necessidades: Depois de considerar a finalidade da fonte de luz, o tamanho do espaço e a iluminação ambiente na área, você pode escolher a unidade de medição de luz certa com base em suas necessidades específicas. Por exemplo, se você estiver selecionando uma fonte de luz para uma lâmpada de leitura, escolha uma unidade com um número maior de lúmens para garantir que a área seja bem iluminada. Por outro lado, se está a selecionar uma fonte de luz para um quarto, pode optar por uma unidade com um número inferior de lúmens para criar um ambiente mais suave e relaxante.

Concluindo, escolher a unidade de medição de luz certa para sua aplicação requer considerar a finalidade da fonte de luz, o tamanho do espaço e a iluminação ambiente no espaço. Considerando esses fatores, você pode selecionar uma fonte de luz adequada para suas necessidades específicas.

Como as grandezas luminotécnicas evoluíram ao longo do tempo?

As grandezas luminotécnicas evoluíram em resposta aos avanços tecnológicos e à necessidade de medições mais exatas e precisas da intensidade da luz e do brilho.

Uma das primeiras unidades de medida de luz foi a potência da vela, que foi usada para descrever a intensidade de uma fonte de luz. Esta unidade foi baseada no brilho de uma única vela e foi usada como padrão por muitos anos. No entanto, a potência da vela não era uma unidade de medida muito precisa e acabou sendo substituída pela candela, que é uma medida mais precisa e detalhada da intensidade da luz.

O lúmen, que é uma medida do brilho de uma fonte de luz, também foi desenvolvido no início do século XX. Ele foi projetado para fornecer uma maneira mais precisa e consistente de comparar o brilho de diferentes fontes de luz.

Lux, uma medida da intensidade da luz em uma superfície, também foi desenvolvida no início do século XX. É baseado na candela e é usado para medir a intensidade da luz em uma superfície por unidade de área.

Nos últimos anos, os avanços tecnológicos levaram ao desenvolvimento de novas unidades de medida de luz, como as velas de pé e as lêndeas. Essas unidades são usadas em contextos específicos, como a indústria cinematográfica e televisiva, e fornecem uma maneira mais exata e precisa de medir a intensidade e o brilho da luz.

Em conclusão, as grandezas luminotécnicas evoluíram em resposta aos avanços na tecnologia de iluminação e à necessidade de medições mais exatas e precisas. Hoje, várias unidades de medida diferentes são usadas para descrever a intensidade e o brilho da luz, incluindo lúmens, candelas e lux.

Grandezas luminotécnicas: uma conclusão

Em conclusão, as grandezas luminotécnicas são um aspecto crítico da vida moderna, pois descrevem a intensidade e o brilho das fontes e superfícies de luz.

De lúmens e candelas a lux e foot candles, essas unidades desempenham um papel vital em nossas vidas diárias e evoluíram para atender às necessidades em constante mudança da sociedade.

Seja você um designer de iluminação, um engenheiro ou simplesmente interessado em entender as grandezas luminotécnicas, este artigo forneceu uma visão geral abrangente desse tópico crítico.

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O Impacto Da Temperatura Da Cor No Desempenho Cognitivo: O Que A Pesquisa Nos Diz

A temperatura da cor é uma característica da luz visível que pode afetar significativamente o ambiente e a funcionalidade de um espaço.

É medido em graus Kelvin (K) em uma escala que varia de quente (amarelo/laranja) a frio (azul) e é um fator essencial a ser considerado em design de iluminação, fotografia e outros campos.

Este artigo explorará como isso pode afetar o sono, o humor e o desempenho cognitivo, como escolher a temperatura certa para sua casa ou empresa e como combiná-la e ajustá-la a diferentes fontes de luz.

Também vamos nos aprofundar na temperatura de cor mais alta que é segura para os olhos e como a temperatura de cor pode ser usada para aprimorar a fotografia de alimentos.

Seja você um designer de iluminação, fotógrafo ou simplesmente procurando criar a atmosfera perfeita em sua casa, este artigo tem algo para você.

Portanto, continue lendo para saber mais sobre o excitante e multifacetado mundo da temperatura de cor.

O que é temperatura de cor e como ela é medida?

É uma característica da luz visível que se refere à tonalidade da fonte de luz. É medido em graus Kelvin (K) em uma escala que varia de quente (amarelo/laranja) a frio (azul).

A temperatura de cor de uma fonte de luz é determinada pela quantidade de calor necessária para produzir a luz. Por exemplo, a chama de uma vela tem uma temperatura de cor de cerca de 1900K, considerada quente, enquanto o sol do meio-dia tem uma temperatura de cor de cerca de 5500K, considerada fria.

Para medir a temperatura de cor de uma fonte de luz, um dispositivo chamado colorímetro é usado. Um colorímetro mede a quantidade de luz vermelha, verde e azul presente em uma fonte de luz e calcula a temperatura com base nesses dados.

Além de ser usada para descrever a tonalidade de uma fonte de luz, a temperatura de cor também é usada para descrever a aparência de um objeto sob uma determinada fonte de luz. Por exemplo, a pele de uma pessoa pode parecer mais quente (mais amarela) sob uma fonte de luz quente e mais fria (mais azulada) sob uma fonte de luz fria.

A temperatura da cor é essencial em vários campos, incluindo design de iluminação, fotografia e filme. Pode afetar o humor e o ambiente de um espaço e a maneira como os objetos aparecem ao olho humano.

Em resumo, a temperatura da cor mede o tom de uma fonte de luz, com tons mais quentes apresentando temperaturas mais baixas e tons mais frios com temperaturas mais altas. É medido em graus Kelvin usando um colorímetro e é um fator essencial no design de iluminação e em outros campos.

Como a temperatura da cor afeta a aparência de uma sala ou ambiente?

A temperatura de cor de uma fonte de luz pode afetar significativamente a aparência de uma sala ou ambiente.

Fontes de luz quentes, com temperaturas abaixo de 3000K, criam um ambiente aconchegante e confortável. Eles são frequentemente usados ​​em salas de estar, quartos e outros espaços onde o relaxamento é o foco principal. A luz quente também pode fazer com que os objetos pareçam mais vibrantes e aumentar a sensação geral de calor de um espaço.

Fontes de luz fria com temperaturas de cor acima de 4000K criam uma atmosfera mais enérgica e vibrante. Eles são frequentemente usados ​​em cozinhas, escritórios e outros espaços onde a atividade e a produtividade são importantes. A luz fria também pode fazer com que os objetos pareçam mais clínicos e aumentar a sensação geral de clareza de um espaço.

Em geral, a luz quente favorece os tons de pele e pode fazer com que as pessoas pareçam mais relaxadas e confortáveis. A luz fria, no entanto, pode fazer com que os tons de pele pareçam mais pálidos e desbotados.

A temperatura de uma fonte de luz também pode afetar a forma como as pessoas percebem o tamanho e a forma de uma sala. Por exemplo, a luz quente tende a fazer um espaço parecer menor e mais íntimo, enquanto a luz fria pode fazer um espaço parecer maior e mais aberto.

Em conclusão, a temperatura de cor de uma fonte de luz pode influenciar significativamente a aparência de uma sala ou ambiente. A luz quente cria uma atmosfera acolhedora, enquanto a luz fria cria uma atmosfera mais enérgica e vibrante. Portanto, é importante considerar a atmosfera desejada e a finalidade do espaço ao selecionar a temperatura adequada de uma fonte de luz.

O que é uma temperatura de cor quente e o que é uma temperatura de cor fria?

A temperatura de cor é uma característica da luz visível que se refere à tonalidade da fonte de luz. É medido em graus Kelvin (K) em uma escala que varia de quente (amarelo/laranja) a frio (azul).

Uma temperatura quente refere-se a uma fonte de luz abaixo de 3000K. As fontes de luz quente são frequentemente descritas como tendo uma tonalidade “branca quente”, “branca suave” ou “amarela”. Eles são frequentemente usados ​​em salas de estar, quartos e outros espaços onde o relaxamento é o foco principal. A luz quente também pode fazer com que os objetos pareçam mais vibrantes e aumentar a sensação geral de calor de um espaço.

Uma temperatura fria refere-se a uma fonte de luz com uma temperatura acima de 4000K. As fontes de luz fria são frequentemente descritas como tendo uma tonalidade “branca fria”, “luz do dia” ou “azul”. Eles são frequentemente usados ​​em cozinhas, escritórios e outros espaços onde a atividade e a produtividade são essenciais. A luz fria também pode fazer com que os objetos pareçam mais clínicos e aumentar a sensação geral de clareza de um espaço.

Em geral, a luz quente favorece os tons de pele e pode fazer com que as pessoas pareçam mais relaxadas e confortáveis. A luz fria, no entanto, pode fazer com que os tons de pele pareçam mais pálidos e desbotados.

Em conclusão, uma temperatura de cor quente refere-se a uma fonte de luz com uma temperatura de cor inferior a 3000K. Em contraste, uma temperatura fria refere-se a uma fonte de luz acima de 4000K. A luz quente é frequentemente usada para criar uma atmosfera acolhedora, enquanto a luz fria cria uma atmosfera mais enérgica e vibrante.

Como a temperatura da cor se relaciona com a nossa saúde?

A temperatura da cor da luz pode ter um impacto significativo em nossa saúde, tanto física quanto mental. Foi demonstrado que a luz com uma temperatura mais alta (luz mais fria e azul) tem um efeito mais substancial em nosso ritmo circadiano, que é o processo interno que regula o ciclo sono-vigília dos organismos vivos.

Conforme mencionado em uma resposta anterior, a exposição à luz de alta temperatura de cor durante o dia pode ajudar a melhorar o estado de alerta e o desempenho cognitivo, enquanto a exposição à luz de baixa temperatura de cor à noite pode ajudar a promover o relaxamento e o sono.

Além de seus efeitos sobre o sono, a temperatura da cor da luz também pode afetar outros aspectos de nossa saúde. Por exemplo, a pesquisa mostrou que a exposição à luz de alta temperatura de cor pode aumentar a frequência cardíaca e a pressão arterial. Por outro lado, a exposição à luz de temperatura de cor mais baixa pode ter o efeito oposto.

Em termos de saúde mental, a temperatura da cor da luz também pode desempenhar um papel. Algumas pesquisas sugeriram que a exposição à luz de alta temperatura de cor pode melhorar o humor e reduzir os sintomas de depressão, enquanto a exposição à luz de cor mais baixa pode ter o efeito oposto.

É importante observar que a relação entre temperatura e saúde é complexa e pode variar de pessoa para pessoa. A temperatura ideal para a luz dependerá das necessidades e preferências específicas do indivíduo, bem como do contexto em que a luz está sendo usada.

No entanto, ajustar a temperatura da luz à qual estamos expostos pode ser uma ferramenta valiosa para melhorar o sono, regular nosso ritmo circadiano e promover a saúde e o bem-estar geral.

Como a temperatura da cor se relaciona com nosso ritmo circadiano?

O ritmo circadiano é o processo interno natural que regula o ciclo sono-vigília dos organismos vivos, incluindo os humanos. Vários fatores, incluindo luz e escuridão, o influenciam. A temperatura da cor da luz é um aspecto que pode afetar nosso ritmo circadiano.

Foi demonstrado que a luz com temperatura de cor mais alta (luz mais fria e azul) tem um efeito mais forte em nosso ritmo circadiano do que a luz com temperatura de cor mais baixa (luz mais quente, mais amarela ou laranja). Isso ocorre porque os comprimentos de onda azuis da luz são mais eficazes na supressão da produção de melatonina, um hormônio que ajuda a regular o sono.

A pesquisa mostrou que a exposição à luz de alta temperatura de cor durante o dia pode ajudar a melhorar o estado de alerta e o desempenho cognitivo, enquanto a exposição à luz de temperatura de cor mais baixa à noite pode ajudar a promover o relaxamento e o sono.

Por exemplo, trabalhadores de escritório expostos à luz de alta temperatura durante o dia podem ter maior produtividade e menos fadiga, enquanto aqueles expostos à luz de baixa temperatura à noite podem dormir melhor e acordar sentindo-se mais descansados.

É importante observar que a relação entre temperatura de cor e ritmo circadiano não é direta; outros fatores, como a duração e a intensidade da exposição à luz, também podem afetar nosso ciclo sono-vigília. No entanto, ajustar a temperatura da luz à qual estamos expostos pode ser uma ferramenta valiosa para ajudar a regular nosso ritmo circadiano e melhorar a qualidade do sono.

temperatura de cor

Qual a relação entre temperatura de cor e sustentabilidade?

A relação entre temperatura de cor e sustentabilidade não é direta, mas sim indireta, relacionada a como certas temperaturas de cor podem afetar o consumo de energia. Por exemplo, o uso de lâmpadas com temperaturas de cor mais altas em aplicações de iluminação geralmente pode resultar em maior eficiência energética e maior vida útil da lâmpada. Isso porque essas lâmpadas produzem mais luz com menos energia, tornando-as mais sustentáveis ​​a longo prazo.

No entanto, é importante observar que temperaturas de cor mais altas podem ser mais eficientes em termos de energia, mas também podem ser mais duras e desconfortáveis ​​para espaços e tarefas específicas. Isso é especialmente verdadeiro em ambientes onde se espera que as pessoas permaneçam por longos períodos, como escritórios e salas de aula. Nesses casos, o uso de lâmpadas com temperaturas mais baixas pode ser mais sustentável na manutenção de um ambiente confortável e produtivo para trabalhadores e estudantes.

No geral, a relação entre temperatura de cor e sustentabilidade é complexa e depende do contexto específico em que a luz é usada. Embora temperaturas de cor mais altas possam ser mais eficientes em termos de energia em alguns casos, é essencial considerar o impacto da luz no ambiente e nas pessoas que a utilizam.

Como escolho a temperatura de cor certa para minha casa ou empresa?

Escolher a temperatura de cor certa para sua casa ou empresa pode afetar significativamente o ambiente e a funcionalidade do espaço. Aqui estão algumas dicas para ajudá-lo a selecionar a melhor temperatura de cor para suas necessidades:

  1. Considere a finalidade do espaço: Diferentes temperaturas são mais adequadas para diferentes propósitos. A luz quente é frequentemente usada em salas de estar, quartos e outros espaços onde o relaxamento é o foco principal. A luz fria é frequentemente usada em cozinhas, escritórios e outros espaços onde a atividade e a produtividade são importantes.
  2. Pense na atmosfera desejada: a temperatura de uma fonte de luz pode influenciar significativamente o clima de um espaço. A luz quente cria uma atmosfera acolhedora e confortável, enquanto a luz fria cria uma atmosfera mais enérgica e vibrante.
  3. Leve em consideração a hora do dia: a temperatura de uma fonte de luz também pode afetar a forma como as pessoas percebem a hora do dia. A luz quente é frequentemente usada à noite para criar uma atmosfera relaxante, enquanto a luz fria é usada durante o dia para aumentar a energia e o estado de alerta.
  4. Considere a cor dos objetos ao redor: a temperatura de uma fonte de luz também pode afetar a aparência dos objetos no espaço. A luz quente pode fazer com que as coisas pareçam mais vibrantes, enquanto a luz fria pode tornar os objetos mais clínicos.
  5. Experimente diferentes temperaturas de cor: se não tiver certeza de qual temperatura de cor é melhor para um determinado espaço, experimente algumas outras opções e veja como elas afetam a atmosfera e a aparência da área.

Concluindo, escolher a temperatura certa para sua casa ou empresa envolve considerar a finalidade do espaço, o ambiente desejado, a hora do dia e a cor dos objetos ao redor. Experimentar diferentes temperaturas também pode ajudá-lo a encontrar a melhor opção.

Como faço para ajustar a temperatura da cor das minhas luzes LED?

Ajustar a temperatura de cor de suas luzes LED pode ser uma maneira simples e eficaz de mudar o ambiente e a funcionalidade de um espaço. Aqui estão algumas maneiras de ajustar a temperatura de suas luzes LED:

  1. Use um interruptor dimmer: Muitas luzes LED são compatíveis com interruptores dimmer, que podem ser usados ​​para ajustar a temperatura da cor da luz. Instale um interruptor dimmer e use-o para ajustar o brilho da luz, o que também ajustará a temperatura.
  2. Use uma lâmpada LED inteligente: as lâmpadas LED inteligentes podem ser controladas e ajustadas usando um aplicativo de smartphone ou assistente de voz. Essas lâmpadas geralmente oferecem a capacidade de ajustar a temperatura e o brilho da luz.
  3. Use uma faixa de luz LED inteligente: as faixas de luz LED inteligentes podem ser cortadas no tamanho certo, fixadas em qualquer superfície e controladas e ajustadas usando um aplicativo de smartphone ou assistente de voz. Essas faixas de luz geralmente oferecem a capacidade de ajustar a temperatura da cor e o brilho da luz.
  4. Use lâmpadas LED coloridas: Se você deseja atingir uma temperatura de cor específica, pode usar lâmpadas LED coloridas projetadas para produzir uma tonalidade específica. Por exemplo, você pode usar uma lâmpada LED amarela para produzir uma temperatura quente ou uma lâmpada LED azul para produzir uma temperatura fria.

Em conclusão, existem várias maneiras de ajustar a temperatura da cor de suas luzes LED, incluindo o uso de um dimmer, uma lâmpada LED inteligente, uma faixa de luz LED inteligente ou lâmpadas LED coloridas. Escolha a opção que melhor atende às suas necessidades e orçamento.

Qual é a temperatura de cor padrão para iluminação de escritório?

A temperatura de cor padrão para iluminação de escritório geralmente varia entre 4.000 K e 6.500 K. Acredita-se que essa faixa fria de branco à luz do dia aumente a produtividade e reduza o cansaço visual.

Fontes de luz quentes, com temperaturas de cor abaixo de 3000K, criam um ambiente aconchegante e confortável e geralmente são inadequadas para iluminação de escritórios. Além disso, podem fazer com que as pessoas se sintam relaxadas e sonolentas, o que não é ideal para um ambiente de trabalho.

Fontes de luz fria, com temperaturas acima de 4000K, tendem a criar uma atmosfera mais enérgica e vibrante e são frequentemente usadas em escritórios e outros espaços onde a atividade e a produtividade são importantes. Eles também podem fazer com que os objetos pareçam mais clínicos e aumentar a sensação geral de clareza de um espaço.

Em geral, recomenda-se usar uma temperatura de cor na faixa de 4.000 K a 6.500 K para iluminação de escritório para ajudar a criar uma atmosfera brilhante e energizante que promova a produtividade. No entanto, é importante observar que a temperatura de cor ideal para a iluminação do escritório pode variar de acordo com as necessidades e preferências específicas dos usuários do espaço.

Em conclusão, a temperatura padrão para iluminação de escritório varia de 4000K a 6500K. Acredita-se que essa faixa fria de branco à luz do dia aumente a produtividade e reduza o cansaço visual. No entanto, é importante considerar as necessidades e preferências específicas dos indivíduos que utilizam o espaço ao selecionar a temperatura de cor apropriada para a iluminação do escritório.

A temperatura da cor pode afetar meu sono ou humor?

A pesquisa mostrou que a temperatura da cor de uma fonte de luz pode afetar o sono e o humor de algumas maneiras.

Um estudo descobriu que a exposição a fontes de luz quentes, com temperaturas de cor abaixo de 3.000 K, antes de dormir pode ajudar a melhorar a qualidade do sono e aumentar a produção do hormônio do sono melatonina. Isso ocorre porque a luz quente é menos estimulante para o cérebro e pode ajudar a relaxar o corpo e a mente, facilitando o adormecimento.

Por outro lado, a exposição a fontes de luz frias, com temperaturas acima de 4000K, antes de dormir pode atrapalhar os padrões de sono e reduzir a produção de melatonina. Isso ocorre porque a luz fria estimula o cérebro e pode dificultar o adormecimento.

Além de afetar os padrões de sono, a temperatura da cor de uma fonte de luz também pode afetar o humor e o desempenho cognitivo. Por exemplo, pesquisas descobriram que a luz quente pode melhorar o humor e o desempenho cognitivo em tarefas que exigem atenção aos detalhes. Por outro lado, a luz fria pode melhorar o humor e o desempenho cognitivo em tarefas que exigem vigilância e atenção.

Em conclusão, a temperatura de cor de uma fonte de luz pode afetar o sono, o humor e o desempenho cognitivo. Fontes de luz quente podem melhorar a qualidade do sono e o desempenho cognitivo em tarefas que exigem atenção aos detalhes. Por outro lado, fontes de luz fria podem melhorar o desempenho cognitivo em tarefas que exigem vigilância e atenção. Portanto, é importante considerar a hora do dia e as necessidades específicas do indivíduo ao selecionar a temperatura adequada para uma fonte de luz.

Como faço para combinar a temperatura de cor de diferentes fontes de luz?

Combinar a temperatura de cor de diferentes fontes de luz pode ser importante ao criar um esquema de iluminação coeso e consistente. Aqui estão algumas dicas para ajudá-lo a combinar a temperatura de cor de diferentes fontes de luz:

  1. Use um colorímetro: Um colorímetro é um dispositivo que mede a quantidade de luz vermelha, verde e azul presente em uma fonte de luz e calcula a temperatura com base nisso dados. O uso de um colorímetro pode ajudá-lo a medir com precisão a temperatura da cor de diferentes fontes de luz e garantir que correspondam.
  2. Use um gráfico de temperatura de cor: um gráfico de temperatura de cor representa a faixa de temperaturas disponíveis. Ao comparar a temperatura de diferentes fontes de luz com o gráfico, você pode determinar se elas correspondem ou não.
  3. Use filtros ou géis: se você não conseguir corresponder com precisão a temperatura de diferentes fontes de luz, poderá usar filtros ou géis para ajustar a temperatura de uma ou mais fontes de luz. Por exemplo, você pode usar um filtro amarelo para aquecer uma fonte de luz fria ou um filtro azul para resfriar uma fonte de luz quente.
  4. Use uma lâmpada LED inteligente: Muitas lâmpadas LED inteligentes podem ajustar a temperatura da cor da luz usando um aplicativo de smartphone ou assistente de voz. Esta pode ser uma maneira conveniente e eficaz de combinar a temperatura de cor de diferentes fontes de luz.

Em conclusão, combinar a temperatura de cor de diferentes fontes de luz pode criar um esquema de iluminação coeso e consistente. Usar um colorímetro, um gráfico de temperatura de cor, filtros ou géis ou uma lâmpada LED inteligente pode ser uma maneira eficaz de obter uma temperatura de cor correspondente.

Qual é a temperatura de cor mais alta que é segura para os meus olhos?

A temperatura de cor mais alta que é segura para os olhos é geralmente considerada em torno de 6500K. Esta é a temperatura da luz do dia e acredita-se que seja a mais confortável e natural para o olho humano.

Temperaturas de cor mais altas acima de 6500K podem ser mais estimulantes para o cérebro e podem causar fadiga ocular e fadiga ao longo do tempo. Isso é especialmente verdadeiro se você for exposto a altas temperaturas por períodos prolongados, como ao trabalhar em um computador ou ler sob luz artificial.

Também é importante notar que a temperatura mais alta segura para seus olhos pode variar dependendo de sua sensibilidade à luz e ao seu redor. Por exemplo, se você estiver em um ambiente muito iluminado, poderá tolerar temperaturas de cor mais altas sem sentir cansaço visual.

Em conclusão, a temperatura mais alta segura para os olhos é geralmente considerada em torno de 6500K. No entanto, temperaturas de cor mais altas podem causar cansaço visual e fadiga ao longo do tempo, especialmente se expostas a elas por longos períodos.

Portanto, é importante considerar sua sensibilidade à luz e ao ambiente ao determinar a temperatura de cor segura mais alta para seus olhos.

Temperatura de cor: uma conclusão

Em conclusão, a temperatura de cor é uma característica da luz visível que pode impactar significativamente o ambiente e a funcionalidade de um espaço.

Compreender como a temperatura afeta o sono, o humor e o desempenho cognitivo e como escolher a temperatura de cor certa para suas necessidades é essencial para quem trabalha com design de iluminação, fotografia e muito mais.

Quer pretenda criar um ambiente acolhedor e convidativo ou um ambiente clean e moderno, a temperatura de cor é uma ferramenta importante.

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Esses recursos podem ajudá-lo a aprender sobre as tecnologias e técnicas mais recentes para criar espaços com eficiência energética e ecologicamente corretos. Portanto, não perca esta oportunidade de expandir seus conhecimentos e habilidades no empolgante campo da construção ecológica.

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produtos sustentáveis
Educação

Sites de Produtos Sustentáveis: Como Encontrar e Usar Materiais Ecológicos

A sustentabilidade está se tornando um tema central no mundo de hoje, à medida que nos tornamos mais conscientes do impacto de nossas ações no meio ambiente.

Uma área em que a sustentabilidade é essencial é nos produtos sustentáveis ​​que usamos em nossas vidas diárias.

Sejam os produtos que compramos, os móveis que usamos ou os prédios em que moramos, os materiais que os compõem podem impactar significativamente o meio ambiente.

Muitos recursos estão disponíveis para nos ajudar a fazer escolhas mais sustentáveis. Este artigo analisará alguns dos melhores sites de produtos sustentáveis.

Desde a certificação de produtos até a redução de resíduos, esses sites fornecem informações, recursos e ferramentas valiosas para nos ajudar a fazer escolhas mais ecológicas.

Continue lendo se quiser saber mais sobre produtos ​​e como você pode fazer a diferença!

Site de produtos sustentáveis ​​nº 1: Cradle O Instituto de Inovação de Produtos

Cradle to Cradle é uma organização que certifica e promove produtos projetados com a sustentabilidade em mente.

Esses produtos sustentáveis ​​são avaliados por meio de uma estrutura chamada design Cradle to Cradle, que analisa os impactos ambientais e sociais do desenvolvimento ao longo de todo o seu ciclo de vida.

O site fornece informações sobre o processo de certificação e os produtos certificados, além de recursos e ferramentas para empresas e indivíduos interessados ​​em design sustentável.

Site de produtos sustentáveis ​​nº 2:O site de gerenciamento de materiais sustentáveis

​​O site criado pela Agência de Proteção Ambiental (EPA) dos Estados Unidos oferece uma riqueza de informações sobre gerenciamento de produtos sustentáveis.

O site cobre a redução de resíduos, reciclagem e gerenciamento de materiais ao longo de seu ciclo de vida. Ele também inclui ferramentas e recursos para empresas e indivíduos interessados ​​em gerenciamento de produtos.

Site de produtos sustentáveis ​​nº 3:The International Living Future Institute

O International Living Future Institute é uma organização que promove produtos sustentáveis ​​e design regenerativo por meio de educação, defesa e ferramentas.

Eles oferecem uma variedade de programas e certificações, como o Living Building Challenge e o Living Product Challenge, que visam ajudar organizações e indivíduos a criar edifícios e produtos altamente sustentáveis.

O site oferece informações sobre esses programas, certificações, recursos e estudos de caso para design sustentável.

Site de Produtos Sustentáveis ​​nº 4:Defesa dos Recursos Naturais O Conselho

dos Recursos Naturais (NRDC) é uma organização sem fins lucrativos que trabalha para proteger o meio ambiente e a saúde pública por meio de defesa e educação.

A organização atua em muitas áreas, incluindo mudanças climáticas, poluição da água e do ar e gerenciamento de produtos sustentáveis.

O site fornece informações sobre esses tópicos, recursos e ferramentas para indivíduos e organizações interessadas na proteção ambiental.

Site de Produtos Sustentáveis ​​#5:Orientação de Produtos Ecológicos

BuildingGreen é um site que orienta produtos e materiais de construção, com foco em seu impacto ambiental e sustentabilidade.

O site oferece um extenso banco de dados de produtos sustentáveis, onde você pode encontrar informações sobre uma ampla gama de produtos, como isolamento, coberturas, pisos e muito mais.

O site também fornece análises de produtos escritas por especialistas e projetadas para ajudá-lo a tomar decisões mais informadas sobre os produtos que você usa.

O site também inclui informações sobre códigos e regulamentos de construção sustentável e orientação sobre programas de certificação de construção verde.

A missão da BuildingGreen é capacitar arquitetos, construtores e outros profissionais da indústria para fazer escolhas mais ecológicas e criar edifícios mais sustentáveis.

Site de produtos sustentáveis ​​nº 6:GreenSpec

GreenSpec é um site que oferece informações sobre produtos e materiais, enfatizando a sustentabilidade e o impacto ambiental.

Este site é mantido pelo Building Research Establishment (BRE), uma organização de pesquisa independente e imparcial com sede no Reino Unido.

O GreenSpec fornece informações e orientações para arquitetos, construtores e outros profissionais da construção e visa ajudá-lo a escolher os produtos e sistemas certos para seus projetos de construção sustentável.

O site abrange muitos produtos sustentáveis, incluindo isolamento, coberturas, pisos, etc. O site também inclui análises de produtos, estudos de caso e outros recursos para ajudá-lo a tomar decisões mais informadas sobre os produtos que você usa.

O site é atualizado regularmente e inclui as informações mais recentes sobre produtos e materiais sustentáveis.

No geral, o GreenSpec é um excelente recurso para profissionais da indústria da construção que procuram informações sobre produtos e materiais de construção sustentáveis.

Site de produtos sustentáveis ​​nº 7: Building Transparency

A Building Transparency é uma organização sem fins lucrativos que promove a transparência e rastreabilidade em produtos sustentáveis ​​para criar edifícios mais saudáveis ​​e sustentáveis.

Seu site, buildingtransparency.org, é um recurso valioso para arquitetos, construtores e qualquer pessoa envolvida na indústria da construção que queira aprender mais sobre como criar ambientes construídos mais saudáveis ​​e sustentáveis.

O site oferece uma riqueza de informações sobre diferentes produtos e materiais, incluindo seu impacto ambiental e rastreabilidade.

Isso nos permite selecionar materiais e produtos sustentáveis ​​alinhados com objetivos sustentáveis. Além disso, o site apresenta um banco de dados de produtos, um diretório de fornecedores, bem como recursos e ferramentas para integrar transparência e rastreabilidade aos processos de projeto e construção.

É uma plataforma essencial para profissionais e indivíduos acessarem informações confiáveis ​​e precisas para tomar decisões informadas sobre materiais sustentáveis ​​na indústria da construção.

Sites de produtos sustentáveis: uma conclusão

Concluindo, materiais sustentáveis ​​são cruciais para criar um futuro mais sustentável. À medida que continuamos a usar mais recursos, devemos garantir que os estamos usando de uma forma que não prejudique o meio ambiente.

Os sites discutidos neste artigo são ótimos recursos para aprender mais sobre os produtos e como usá-los.

Esses sites oferecem informações e ferramentas valiosas para ajudá-lo a fazer escolhas mais ecológicas, desde a certificação de produtos até a redução de resíduos. E lembre-se que educação e conhecimento são essenciais para fazer melhores escolhas em produtos sustentáveis.

É por isso que nossa consultoria e cursos de construção ecológica são projetados para capacitar profissionais e indivíduos com as habilidades e conhecimentos necessários para projetar, construir e manter edifícios sustentáveis ​​que atendam às necessidades de nossas gerações atuais e futuras.

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AQUA-HQE
Educação

AQUA-HQE: Certificação para Constrói um Mundo Sustentável

A certificação AQUA-HQE é um processo de gerenciamento ambiental que visa garantir a qualidade do meio ambiente em novas edificações e obras de construção.

Desenvolvida originalmente na França em 1974 e adaptada para o Brasil em 2008 pela Fundação Vanzolini, ela é considerada uma das certificações ambientais mais importantes do mundo.

O objetivo da certificação AQUA-HQE é promover o uso eficiente da água e da energia elétrica, além de assegurar o conforto e bem-estar dos moradores e da comunidade ao redor.

Para obter a certificação AQUA-HQE, o projeto deve passar por três auditorias presenciais realizadas pela Fundação Vanzolini, nas fases de pré-projeto, projeto e execução.

Para garantir a manutenção do certificado AQUA-HQE, é necessário monitorar periodicamente as rotinas de gestão predial do empreendimento em uso e em plena operação. É fundamental que o empreendedor esteja comprometido com o processo de certificação desde o início do projeto.

Uma breve história da Certificação AQUA-HQE

A história da Certificação AQUA-HQE (Alta Qualidade Ambiental) começa na França nos anos 1990, quando a preocupação com a sustentabilidade e o impacto ambiental dos edifícios começou a ganhar destaque.

A certificação tem suas raízes na abordagem francesa “HQE” (Haute Qualité Environnementale), que foi inicialmente desenvolvida pelo CSTB (Centre Scientifique et Technique du Bâtiment) em colaboração com a associação francesa para a construção sustentável.

A HQE foi estabelecida como uma metodologia para promover a construção sustentável, abordando questões como a eficiência energética, o conforto dos usuários e a redução do impacto ambiental dos edifícios. Com o tempo, a HQE se tornou um sistema de certificação reconhecido na França e, posteriormente, em outros países.

Em 2008, a Fundação Vanzolini, uma organização brasileira sem fins lucrativos focada em gestão, tecnologia e certificações, e a Cerway, uma subsidiária do CSTB, firmaram uma parceria para adaptar e implementar a certificação HQE no Brasil.

O resultado dessa colaboração foi a criação da Certificação AQUA-HQE, que considera as particularidades e necessidades locais, incluindo o clima, os materiais de construção e as práticas construtivas.

A Certificação AQUA-HQE foi oficialmente lançada no Brasil em 2009 e rapidamente ganhou reconhecimento como uma das principais certificações de construção sustentável no país. Desde então, a certificação tem sido aplicada em diversos tipos de projetos, como edifícios residenciais, comerciais, industriais e infraestruturas.

Ao longo dos anos, a Certificação AQUA-HQE tem evoluído e se adaptado às novas tendências, tecnologias e regulamentações do setor da construção sustentável.

A metodologia e os critérios de avaliação foram aprimorados para abordar questões como a economia circular, a resiliência climática e a promoção da biodiversidade, refletindo o compromisso contínuo em melhorar a qualidade ambiental e a qualidade de vida dos usuários.

Hoje, a Certificação AQUA-HQE é reconhecida como uma referência em construção sustentável no Brasil e em outros países, demonstrando a importância da colaboração internacional e da adaptação de metodologias e sistemas de certificação às realidades locais para promover a sustentabilidade no setor da construção.

Quais são os custos da certificação AQUA-HQE?

A análise do custo-benefício da Certificação AQUA-HQE envolve a consideração dos custos iniciais e a longo prazo associados à obtenção da certificação e os benefícios econômicos, sociais e ambientais que ela pode proporcionar:

  1. Custos de projeto e consultoria: Os custos iniciais podem incluir a contratação de consultores especializados em sustentabilidade para auxiliar na elaboração do projeto e na implementação das estratégias e soluções sustentáveis necessárias para atender aos critérios da certificação.
  2. Custos de construção: Dependendo das especificidades do projeto, os custos de construção podem ser ligeiramente maiores para um empreendimento certificado AQUA-HQE devido à necessidade de utilizar materiais e tecnologias sustentáveis, sistemas de energia e água eficientes e práticas construtivas de baixo impacto.
  3. Taxas de certificação: A obtenção da Certificação AQUA-HQE envolve o pagamento de taxas associadas ao processo de certificação, como taxas de inscrição, auditoria e emissão do certificado.

Quais os benefícios da certificação AQUA-HQE?

A certificação AQUA-HQE traz vários benefícios, como a redução de custos de operação e manutenção, aumento da competitividade no mercado imobiliário e a garantia de um empreendimento sustentável e responsável ambientalmente.

Além disso, ela contribui para a conservação dos recursos naturais e para a criação de um ambiente de trabalho e vida mais saudável.

Obter a certificação AQUA-HQE envolve a implementação de um sistema de gerenciamento de empreendimento (SGE) e o atendimento a 14 categorias de qualidade ambiental do empreendimento (QAE).

Quais são as categorias da certificação AQUA-HQE?

A certificação AQUA-HQE é aplicável a uma ampla gama de projetos, como edifícios residenciais, comerciais e industriais. Ela é organizada em 14 categorias, cada uma abordando diferentes aspectos da construção e operação sustentável:

  1. Relação com o entorno: A categoria avalia a integração do projeto com o ambiente construído e natural, considerando aspectos como a mobilidade sustentável, a preservação de espaços verdes e a contribuição para a biodiversidade local.
  2. Escolha dos produtos, sistemas e processos construtivos: Essa categoria aborda a seleção de materiais e técnicas construtivas que minimizem o impacto ambiental e promovam a economia circular, levando em conta critérios como durabilidade, reciclabilidade e baixa emissão de poluentes.
  3. Canteiro de obras de baixo impacto ambiental: Visa minimizar o impacto ambiental do canteiro de obras, considerando questões como a gestão de resíduos, a redução da poluição sonora e atmosférica, e a minimização do uso de recursos naturais.
  4. Gestão da energia: A categoria foca na eficiência energética e no uso de fontes de energia renovável, incentivando a redução do consumo de energia e a diminuição das emissões de gases de efeito estufa.
  5. Gestão da água: Aborda a conservação e a eficiência no uso da água, promovendo práticas como a captação de água da chuva, a reutilização de águas cinzas e a adoção de dispositivos economizadores de água.
  6. Gestão dos resíduos de uso e operação: Visa minimizar a geração de resíduos durante a operação do edifício e promover a reciclagem e o reaproveitamento de materiais, incluindo a implementação de sistemas de coleta seletiva e ações de conscientização dos usuários.
  7. Manutenção – Perenidade dos desempenhos ambientais: Essa categoria aborda a importância da manutenção e da gestão do edifício para garantir que os desempenhos ambientais sejam mantidos ao longo do tempo, incluindo a capacitação dos responsáveis pela operação e a disponibilidade de informações atualizadas.
  8. Conforto higrotérmico: A categoria avalia o conforto térmico e a qualidade do ar interior, considerando aspectos como a ventilação, a iluminação natural e o controle da temperatura e da umidade.
  9. Conforto acústico: Visa garantir um ambiente acusticamente confortável, abordando aspectos como a redução da transmissão de ruídos entre espaços e a minimização de ruídos externos.
  10. Conforto visual: Essa categoria foca na qualidade da iluminação, tanto natural quanto artificial, e na promoção de ambientes visualmente agradáveis e saudáveis.
  11. Conforto olfativo: Visa garantir a qualidade do ar interior e evitar odores desagradáveis, abordando aspectos como o controle de emissões de poluentes e a seleção de materiais e acabamentos com baixas emissões de compostos orgânicos voláteis (COV).
  12. Qualidade sanitária dos ambientes: Essa categoria aborda a prevenção e o controle de contaminação biológica e química nos ambientes internos, considerando questões como a ventilação, a filtragem do ar e a limpeza adequada.
  13. Qualidade sanitária do ar: Foca na prevenção e no controle de poluentes no ar interior, promovendo a seleção de materiais e sistemas construtivos que minimizem a emissão de substâncias nocivas e a implantação de sistemas de filtragem e ventilação eficientes.
  14. Acessibilidade e adaptação ao uso: A categoria avalia a capacidade do edifício de atender às necessidades e preferências de seus usuários, considerando aspectos como a acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida, a adaptabilidade dos espaços e a facilidade de uso das instalações.

As categorias da certificação AQUA-HQE são projetadas para garantir uma abordagem abrangente e integrada à construção e operação sustentável, promovendo a melhoria contínua dos desempenhos ambientais e a qualidade de vida dos usuários.

Os projetos certificados são avaliados e classificados de acordo com seu desempenho nessas categorias, sendo atribuídos diferentes níveis de certificação, como AQUA-HQE “Bom”, “Muito Bom” ou “Excelente”.

Como obter a certificação AQUA-HQE?

A obtenção da Certificação AQUA-HQE envolve um processo estruturado que inclui várias etapas, desde a fase de projeto até a operação do edifício. A seguir, descrevemos as etapas-chave do processo:

  1. Comprometimento e planejamento: Na fase inicial, o empreendedor e a equipe de projeto se comprometem com os objetivos da certificação AQUA-HQE e definem as metas ambientais específicas para o projeto. Nesta etapa, é importante identificar as partes interessadas e envolvê-las no processo, bem como elaborar um plano de gestão ambiental que detalhe as ações necessárias para atingir as metas estabelecidas.
  2. Projeto: Durante a fase de projeto, a equipe de projeto desenvolve soluções técnicas e estratégias para atender aos requisitos das 14 categorias da certificação AQUA-HQE. As soluções propostas devem ser integradas ao projeto arquitetônico, estrutural e de instalações, garantindo que sejam tecnicamente viáveis e economicamente sustentáveis.
  3. Análise e avaliação: A equipe de projeto realiza uma análise detalhada das soluções propostas, verificando se atendem aos requisitos da certificação AQUA-HQE e se são compatíveis com os objetivos e metas ambientais estabelecidos. A avaliação pode incluir simulações energéticas, análises de ciclo de vida dos materiais e estudos de impacto ambiental.
  4. Revisão e ajuste: Com base na análise e avaliação realizadas, a equipe de projeto revisa e ajusta as soluções propostas, se necessário, para garantir o atendimento aos requisitos da certificação AQUA-HQE. Essa etapa pode envolver a redefinição de metas, a seleção de materiais alternativos ou a adoção de tecnologias mais eficientes.
  5. Condução da obra: Durante a fase de construção, a equipe de projeto e a construtora devem garantir que as soluções e estratégias definidas sejam implementadas corretamente, seguindo as especificações e diretrizes estabelecidas. Isso pode incluir a realização de treinamentos e a adoção de práticas de gestão ambiental no canteiro de obras.
  6. Verificação e comissionamento: Após a conclusão da obra, a equipe de projeto realiza uma verificação detalhada para garantir que todos os requisitos da certificação AQUA-HQE tenham sido atendidos e que os desempenhos ambientais esperados sejam alcançados. O comissionamento das instalações e sistemas é essencial para garantir o correto funcionamento e a eficiência energética do edifício.
  7. Certificação: Uma vez concluídas todas as etapas anteriores, a documentação do projeto e os resultados das avaliações e verificações são submetidos à entidade certificadora AQUA-HQE, que analisa as informações e, se atendidos os requisitos, concede a certificação. A certificação pode ser concedida em diferentes níveis, como “Bom”, “Muito Bom” ou “Excelente”, dependendo do desempenho do projeto nas 14 categorias.
  8. Monitoramento e manutenção: Após a obtenção da certificação, é importante monitorar e manter o desempenho ambiental do edifício ao longo de sua vida útil. Isso envolve a implementação de um plano de manutenção e gestão, que inclua ações como a verificação regular dos sistemas e instalações, a realização de ajustes e melhorias conforme necessário, e a conscientização e capacitação dos usuários e responsáveis pela operação do edifício. Essa etapa é crucial para garantir que os benefícios ambientais e a qualidade de vida proporcionados pelo projeto certificado AQUA-HQE sejam mantidos a longo prazo.
  9. Recertificação (opcional): Dependendo dos requisitos específicos do projeto e das partes interessadas, pode ser desejável obter a recertificação AQUA-HQE após um determinado período de tempo (por exemplo, a cada 5 ou 10 anos). A recertificação envolve a reavaliação do desempenho ambiental do edifício e a atualização das estratégias e soluções conforme as novas tecnologias, regulamentações e expectativas do mercado.

O processo de obtenção da Certificação AQUA-HQE requer um compromisso contínuo por parte do empreendedor, da equipe de projeto e dos responsáveis pela operação e manutenção do edifício.

Através desse compromisso e de um planejamento cuidadoso, é possível alcançar uma construção sustentável que atenda aos requisitos da certificação e promova a melhoria da qualidade de vida e a preservação do meio ambiente.

Quais os benefícios do AQUA-HQE para empreendedores e usuários?

A Certificação AQUA-HQE oferece diversos benefícios para empreendimentos que buscam adotar práticas de construção e operação sustentáveis. Além de demonstrar um compromisso com a sustentabilidade e a responsabilidade ambiental, a certificação proporciona vantagens econômicas, sociais e ambientais para o projeto e seus stakeholders.

A seguir, estão alguns dos principais benefícios da certificação AQUA-HQE:

  1. Redução do impacto ambiental: Projetos certificados AQUA-HQE promovem a redução do consumo de recursos naturais, como energia e água, e minimizam a geração de resíduos e emissões de gases de efeito estufa. Isso contribui para a conservação do meio ambiente e a mitigação das mudanças climáticas.
  2. Eficiência energética: A certificação incentiva a adoção de soluções que otimizam o desempenho energético dos edifícios, como isolamento térmico, sistemas de iluminação eficientes e aproveitamento de energia renovável. Essas medidas resultam em menor consumo de energia e menores custos operacionais ao longo da vida útil do empreendimento.
  3. Economia de água: Projetos AQUA-HQE implementam soluções para a conservação e reuso da água, como dispositivos economizadores, sistemas de captação de água da chuva e tratamento de águas cinzas. Isso reduz a demanda por água potável e diminui os custos relacionados ao seu consumo.
  4. Conforto e bem-estar dos usuários: A certificação considera aspectos como conforto térmico, acústico, visual e olfativo, garantindo um ambiente saudável e agradável para os ocupantes. Isso pode resultar em maior satisfação e produtividade dos usuários, além de reduzir problemas de saúde relacionados à qualidade do ar e ao estresse térmico e acústico.
  5. Valorização do empreendimento: Edifícios certificados AQUA-HQE tendem a ter maior valor de mercado devido à sua sustentabilidade, eficiência e qualidade. Isso pode atrair investidores e clientes conscientes das questões ambientais e proporcionar um retorno financeiro maior para os empreendedores.
  6. Atendimento à legislação e incentivos fiscais: A certificação AQUA-HQE ajuda a garantir que o empreendimento esteja em conformidade com as regulamentações ambientais e de construção aplicáveis. Além disso, em algumas localidades, projetos sustentáveis podem ser elegíveis para incentivos fiscais ou outros benefícios.
  7. Responsabilidade social e reputação: Empreendimentos certificados AQUA-HQE demonstram um compromisso com a sustentabilidade e a responsabilidade social, melhorando a imagem e a reputação da empresa no mercado e fortalecendo sua posição como líder em construção sustentável.
  8. Melhoria contínua: O processo de certificação AQUA-HQE promove a melhoria contínua do desempenho ambiental e a inovação no setor da construção, incentivando a adoção de novas tecnologias e práticas sustentáveis e a capacitação dos profissionais envolvidos.

Em resumo, a Certificação AQUA-HQE oferece benefícios significativos para empreendimentos que buscam alcançar um alto padrão de sustentabilidade e qualidade ambiental. Esses benefícios abrangem uma ampla gama de aspectos, desde a redução do impacto ambiental até a valorização do empreendimento e a melhoria do conforto e bem-estar dos usuários.

Além disso, a certificação AQUA-HQE promove a inovação e a adoção de novas práticas e tecnologias no setor da construção, contribuindo para o desenvolvimento de uma indústria mais sustentável e responsável.

Empreendimentos que adotam a Certificação AQUA-HQE demonstram um compromisso com a preservação do meio ambiente e a melhoria da qualidade de vida das comunidades em que estão inseridos, destacando-se no mercado e atraindo o interesse de investidores, clientes e profissionais comprometidos com a sustentabilidade.

Empreendimentos certificados AQUA-HQE pelo mundo

Embora a Certificação AQUA-HQE seja originalmente francesa e tenha sido adaptada e amplamente adotada no Brasil, vale destacar que a metodologia HQE também tem sido aplicada em projetos ao redor do mundo, especialmente na Europa e África.

Abaixo, apresentamos alguns exemplos de empreendimentos certificados AQUA-HQE ou HQE ao redor do mundo:

  1. França – Sede da Bouygues Immobilier (HQE): A sede da Bouygues Immobilier, localizada em Issy-les-Moulineaux, França, é um exemplo de empreendimento que recebeu a certificação HQE. O edifício de escritórios possui uma fachada de vidro com isolamento térmico, iluminação natural otimizada, sistemas de ventilação e ar-condicionado eficientes, além de painéis solares para aquecimento de água.
  2. Brasil – Edifício Eco Berrini (AQUA-HQE): O Eco Berrini, localizado em São Paulo, é um exemplo de empreendimento certificado AQUA-HQE no Brasil. O edifício comercial possui sistemas de captação e tratamento de água da chuva e águas cinzas, iluminação eficiente, fachada com vidros de alto desempenho térmico e sistemas de ar-condicionado de alta eficiência. O projeto também inclui áreas verdes e bicicletário para incentivar práticas sustentáveis.
  3. Marrocos – Casa Green Town (HQE): Casa Green Town é um projeto residencial de grande escala em Casablanca, Marrocos, que adota a certificação HQE. O empreendimento inclui habitações de baixo consumo energético, áreas verdes, sistemas de captação e tratamento de água da chuva, infraestrutura para reciclagem de resíduos e transporte público integrado.
  4. Senegal – Diamniadio Lake City (HQE): Diamniadio Lake City é um projeto urbano de uso misto em Diamniadio, Senegal, que recebeu a certificação HQE. O empreendimento inclui escritórios, residências, comércio, serviços e áreas verdes. O projeto aborda questões como eficiência energética, gestão de água e resíduos, conforto dos usuários e promoção da biodiversidade.

Esses exemplos demonstram que a Certificação AQUA-HQE e a metodologia HQE são aplicáveis a uma ampla variedade de empreendimentos, incluindo edifícios comerciais, residenciais e projetos de desenvolvimento urbano.

Essa versatilidade permite que projetos em todo o mundo adotem práticas de construção e operação sustentáveis, melhorando o desempenho ambiental e a qualidade de vida dos usuários e comunidades envolvidas.

A adoção da Certificação AQUA-HQE em diferentes setores e regiões

A Certificação AQUA-HQE tem sido adotada em diversos setores da construção e em diferentes regiões, principalmente no Brasil, onde foi adaptada para o contexto local. Embora seja mais comum no Brasil, a metodologia HQE original também tem sido aplicada em projetos em outras regiões, como Europa e África.

A seguir, detalhamos a adoção da Certificação AQUA-HQE em diferentes setores e regiões:

  1. Residencial: A Certificação AQUA-HQE tem sido aplicada em empreendimentos residenciais, como edifícios de apartamentos, condomínios horizontais e habitações unifamiliares. Os projetos residenciais certificados abrangem desde moradias de interesse social até empreendimentos de alto padrão, demonstrando a versatilidade da certificação em atender a uma ampla gama de necessidades habitacionais.
  2. Comercial: Edifícios comerciais, como escritórios, centros comerciais, hotéis e hospitais, têm adotado a Certificação AQUA-HQE para melhorar seu desempenho ambiental e a saúde e conforto dos usuários. Esses empreendimentos buscam reduzir o consumo de energia e água, melhorar a qualidade do ar interno e incorporar práticas de gestão sustentável.
  3. Industrial: A Certificação AQUA-HQE também tem sido aplicada em projetos industriais, como fábricas e centros de distribuição. Os empreendimentos industriais certificados geralmente buscam otimizar processos produtivos, reduzir a geração de resíduos e emissões atmosféricas, e promover o bem-estar e saúde dos trabalhadores.
  4. Infraestrutura e desenvolvimento urbano: Projetos de infraestrutura e desenvolvimento urbano, como escolas, estações de transporte público, parques e áreas de lazer, têm adotado a Certificação AQUA-HQE para garantir a sustentabilidade e integração com o entorno. Esses projetos buscam criar espaços públicos e infraestruturas que promovam a qualidade de vida das comunidades e reduzam o impacto ambiental.

Regiões onde é utilizada a Certificação AQUA-HQE:

  1. Brasil: Como mencionado anteriormente, a Certificação AQUA-HQE foi adaptada para o contexto brasileiro e tem sido amplamente adotada no país. Desde sua implantação no Brasil em 2008, a certificação tem crescido constantemente em popularidade, com projetos certificados em várias regiões, incluindo as principais cidades, como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.
  2. Europa: A metodologia HQE original tem sido aplicada em projetos em toda a Europa, particularmente na França, onde foi desenvolvida. Além disso, outros países europeus, como Portugal, Espanha, Itália e Bélgica, têm adotado a metodologia HQE em alguns projetos, demonstrando seu alcance e aplicabilidade além das fronteiras francesas.
  3. África: Países africanos, como Marrocos, Senegal e Cabo Verde, têm aplicado a metodologia HQE em projetos de construção, visando melhorar o desempenho ambiental dos edifícios e promover a sustentabilidade no continente. Esses projetos geralmente levam em consideração as condições climáticas e os recursos locais, adaptando-se às especificidades de cada país e região.
  4. Outros países de língua portuguesa: A Certificação AQUA-HQE também tem sido adotada em alguns projetos em outros países de língua portuguesa, como Angola e Moçambique, refletindo a crescente conscientização sobre a importância da construção sustentável nessas regiões.

Em resumo, a Certificação AQUA-HQE tem sido adotada em diversos setores da construção e em diferentes regiões, com maior presença no Brasil e em países onde a metodologia HQE original é aplicada.

A adoção da certificação em diferentes setores e regiões demonstra seu potencial em promover a sustentabilidade na construção e melhorar o desempenho ambiental dos edifícios, adaptando-se às necessidades e condições locais.

À medida que a demanda por construção sustentável continua a crescer globalmente, é provável que a adoção da Certificação AQUA-HQE e da metodologia HQE se expanda ainda mais, abrangendo novos setores e regiões.

Comparando a certificação AQUA-HQE com outras certificações

A Certificação AQUA-HQE é uma das várias certificações de construção sustentável disponíveis no mercado.

Abaixo, apresentamos uma comparação entre a Certificação AQUA-HQE e outras duas importantes certificações de sustentabilidade: LEED (Leadership in Energy and Environmental Design) e BREEAM (Building Research Establishment Environmental Assessment Method).

  1. AQUA-HQE: A Certificação AQUA-HQE é uma adaptação da certificação francesa HQE para o contexto brasileiro, com foco em práticas de construção e operação sustentáveis. A certificação analisa 14 categorias de critérios, incluindo gestão de energia, água e resíduos, conforto e saúde dos usuários e integração com o entorno. A certificação é aplicável a uma ampla gama de projetos, como edifícios residenciais, comerciais, industriais e infraestruturas.
  2. LEED: Desenvolvido pelo US Green Building Council (USGBC), o LEED é uma das certificações de construção sustentável mais reconhecidas e amplamente adotadas no mundo. O LEED avalia o desempenho ambiental dos edifícios em várias áreas, como energia, água, materiais e recursos, qualidade do ar interno, localização e transporte, inovação e processo de design. O LEED oferece diferentes níveis de certificação (Certificado, Prata, Ouro e Platina), com base na pontuação alcançada pelos projetos nos diversos critérios.
  3. BREEAM: Criado pelo Building Research Establishment (BRE) no Reino Unido, o BREEAM é uma das certificações de construção sustentável mais antigas e amplamente utilizadas na Europa. O BREEAM avalia o desempenho ambiental dos edifícios em diversas categorias, como gestão, saúde e bem-estar, energia, transporte, água, materiais, resíduos, uso ecológico do terreno e poluição. A certificação é aplicável a uma variedade de projetos, incluindo edifícios novos, reformas e construções existentes.

Vamos as principais comparações da certificação AQUA-HQE

  • Origem e aplicabilidade geográfica: AQUA-HQE tem origem francesa e é mais aplicável no contexto brasileiro. LEED e BREEAM têm origem nos EUA e Reino Unido, respectivamente, e são mais amplamente adotados globalmente.
  • Estrutura e categorias: Todas as três certificações avaliam o desempenho ambiental dos edifícios em diversas categorias. AQUA-HQE e BREEAM possuem uma abordagem semelhante em termos de categorias de critérios, enquanto o LEED possui uma estrutura um pouco diferente.
  • Níveis de certificação: LEED possui diferentes níveis de certificação com base na pontuação alcançada pelos projetos. AQUA-HQE e BREEAM também possuem níveis de certificação, mas a estrutura e os requisitos variam entre os sistemas.
  • Flexibilidade e adaptação local: AQUA-HQE é adaptado especificamente para o contexto brasileiro, levando em consideração as particularidades locais, como clima, materiais e práticas construtivas. LEED e BREEAM são mais genéricos, mas permitem certa flexibilidade para adaptação às condições locais.
  • Requisitos de pré-certificação e processo de certificação: Os três sistemas de certificação exigem que os projetos atendam a determinados requisitos de pré-certificação antes de avançar no processo de certificação. O processo de certificação em si envolve uma avaliação rigorosa do desempenho ambiental dos edifícios, com base nos critérios estabelecidos por cada sistema. AQUA-HQE, LEED e BREEAM possuem diferentes abordagens em termos de documentação e etapas do processo de certificação, mas todos buscam garantir a conformidade dos projetos com os padrões de sustentabilidade estabelecidos.
  • Reconhecimento e adoção no mercado: LEED é atualmente a certificação de construção sustentável mais reconhecida e amplamente adotada no mundo, especialmente nas Américas e na Ásia. BREEAM é muito popular na Europa e também tem presença em outros continentes. AQUA-HQE é mais focado no contexto brasileiro, mas também tem sido aplicado em outros países de língua portuguesa e em projetos na Europa e África que seguem a metodologia HQE original.
  • Impacto e benefícios: Todas as três certificações têm como objetivo promover práticas de construção e operação sustentáveis, reduzindo o impacto ambiental dos edifícios e melhorando o conforto e a saúde dos usuários. Os benefícios específicos de cada certificação podem variar, mas em geral, os empreendimentos certificados tendem a apresentar melhor desempenho ambiental, maior valorização no mercado e maior satisfação dos usuários e comunidades envolvidas.

Em conclusão, a Certificação AQUA-HQE, LEED e BREEAM são sistemas de certificação de construção sustentável que avaliam e promovem práticas sustentáveis no setor da construção.

Cada sistema possui suas particularidades e áreas de foco, e a escolha da certificação mais adequada depende do contexto do projeto, das prioridades e dos objetivos específicos de sustentabilidade.

A relação da certificação AQUA-HQE e o desenvolvimento sustentável

A Certificação AQUA-HQE está diretamente relacionada ao desenvolvimento sustentável, uma vez que seu objetivo principal é promover práticas de construção e operação sustentáveis, reduzir o impacto ambiental dos edifícios e melhorar a qualidade de vida das pessoas.

O desenvolvimento sustentável é um conceito amplo que engloba o equilíbrio entre o crescimento econômico, a preservação do meio ambiente e o bem-estar social.

A Certificação AQUA-HQE contribui para o desenvolvimento sustentável de várias maneiras:

  1. Eficiência no uso de recursos: A certificação AQUA-HQE incentiva a eficiência no uso de recursos, como energia, água e materiais, por meio da adoção de tecnologias e práticas construtivas que minimizem o consumo desses recursos e reduzam o desperdício.
  2. Redução de impactos ambientais: A AQUA-HQE promove a redução dos impactos ambientais dos edifícios, como emissões de gases de efeito estufa, poluição da água e do ar, e geração de resíduos sólidos, por meio de práticas de construção e operação sustentáveis.
  3. Conforto e saúde dos usuários: A certificação considera o conforto e a saúde dos ocupantes dos edifícios, incentivando a qualidade do ar interno, conforto térmico e acústico, e acesso a espaços verdes e áreas comuns. Isso contribui para o bem-estar social e a qualidade de vida das pessoas que vivem e trabalham nos empreendimentos certificados.
  4. Integração com o entorno: A AQUA-HQE estimula a integração dos empreendimentos com seu entorno, levando em consideração aspectos como mobilidade, acessibilidade e a relação entre o edifício e o espaço público. Isso resulta em projetos mais integrados e harmoniosos com o ambiente urbano, promovendo o desenvolvimento sustentável das cidades.
  5. Inovação e disseminação de conhecimento: A certificação AQUA-HQE fomenta a inovação e a disseminação de conhecimento em construção sustentável, incentivando a adoção de novas tecnologias e abordagens que possam melhorar ainda mais o desempenho ambiental e social dos edifícios.
  6. Conscientização e engajamento: A obtenção da Certificação AQUA-HQE pode aumentar a conscientização sobre a importância da construção sustentável e engajar diferentes atores, como construtoras, projetistas, investidores e usuários, na busca por práticas mais sustentáveis no setor da construção.

Em suma, a Certificação AQUA-HQE contribui para o desenvolvimento sustentável, incentivando a construção e a operação sustentáveis, minimizando os impactos ambientais e promovendo o bem-estar social.

Ao adotar a Certificação AQUA-HQE, os empreendimentos demonstram seu compromisso com a sustentabilidade e com a construção de um futuro mais sustentável para todos.

Perspectivas futuras e inovações em construção sustentável com a certificação AQUA-HQE

À medida que a consciência sobre a importância da construção sustentável aumenta e os desafios ambientais se tornam mais urgentes, é provável que a Certificação AQUA-HQE continue evoluindo e se adaptando às necessidades futuras.

Algumas perspectivas futuras e inovações em construção sustentável relacionadas à certificação AQUA incluem:

  1. Atualização e expansão dos critérios de certificação: A certificação AQUA-HQE pode expandir e atualizar seus critérios de avaliação para incorporar novos conhecimentos e abordagens em sustentabilidade, como resiliência climática, economia circular e biodiversidade.
  2. Integração com outras certificações e padrões: A AQUA-HQE pode buscar maior integração e harmonização com outros sistemas de certificação de construção sustentável e padrões de desempenho, facilitando o reconhecimento mútuo e a adoção de práticas sustentáveis em diferentes contextos regionais e setoriais.
  3. Adoção de tecnologias emergentes: A certificação AQUA-HQE pode incentivar a adoção de tecnologias emergentes e inovadoras em construção sustentável, como materiais de construção avançados, sistemas de energia renovável, automação e monitoramento inteligente do desempenho do edifício.
  4. Construção digital e BIM (Building Information Modeling): A integração de ferramentas digitais e BIM nos processos de certificação AQUA-HQE pode facilitar a simulação, análise e otimização do desempenho ambiental dos edifícios, permitindo uma abordagem mais eficiente e eficaz para a construção sustentável.
  5. Adoção de estratégias de adaptação às mudanças climáticas: A certificação AQUA-HQE pode incentivar a adoção de estratégias de adaptação às mudanças climáticas, como sistemas de resfriamento passivo, captação e reutilização de água da chuva, e paisagismo resiliente, a fim de garantir que os edifícios sejam capazes de lidar com eventos climáticos extremos e condições futuras.
  6. Participação dos usuários e comunidades locais: A certificação AQUA-HQE pode promover maior participação dos usuários e comunidades locais na definição de metas e estratégias de sustentabilidade, garantindo que os empreendimentos certificados atendam às necessidades e expectativas das pessoas que vivem e trabalham neles.
  7. Foco na reabilitação e retrofit de edifícios existentes: A certificação AQUA-HQE pode expandir seu foco para incluir a reabilitação e retrofit de edifícios existentes, incentivando a renovação e modernização de edifícios antigos para melhorar seu desempenho ambiental e prolongar sua vida útil.

As perspectivas futuras e inovações em construção sustentável relacionadas à Certificação AQUA-HQE são promissoras, e a certificação pode continuar a desempenhar um papel importante na promoção da construção sustentável e no avanço do desenvolvimento sustentável em todo o mundo.

AQUA-HQE: Conclusão

Ao optar por um empreendimento certificado pela AQUA-HQE, é possível contribuir para a conservação dos recursos naturais, promover o conforto e bem-estar das pessoas e valorizar seu imóvel no mercado.

Se você deseja saber mais sobre como ter um empreendimento sustentável e responsável ambientalmente pelo AQUA-HQE, conheça os cursos e consultorias oferecidos pela UGREEN.

Aproveite essa oportunidade única de transformar a forma como construímos o futuro e adquira o conhecimento necessário para tornar suas construções mais sustentáveis e duradouras.

Não perca essa chance de mudar o rumo da construção civil pelo AQUA-HQE!

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Educação

PBQP-H: O Que É e Como Funciona o Programa de Qualidade e Produtividade do Habitat

O que é o PBQP-H?

O PBQP-H é uma certificação que tem como principal objetivo organizar o setor da construção civil e promover a melhoria da qualidade do habitat no Brasil.

Ele é exigido pela Caixa Econômica e outras instituições financeiras para acesso a financiamento construtivo, e também é necessário para participar de licitações públicas.

Além disso, o PBQP-H estrutura a modernização do setor, promovendo a inovação tanto em tecnologia quanto em organização e gestão de empresas.

Para obter o certificado, as empresas devem passar pelo processo de avaliação do SiAC (Sistema de Avaliação da Conformidade de Empresas de Serviços e Obras), que avalia a qualidade da empresa de acordo com a norma ISO 9001.

Obter o PBQP-H é fundamental para garantir a qualidade das construções de edifícios e para aumentar a competitividade das empresas no mercado da construção civil.

Como o regimento do SiAC é dividido?

O SiAC, regimento do PBQP-H, é dividido em dois níveis: Nível A e Nível B.

O Nível A do PBQP-H

O Nível A corresponde a 100% dos requisitos da norma SiAC implementados pela empresa.

Para obter o certificado, é necessário contratar um organismo certificador que realizará uma auditoria para verificar a conformidade da empresa.

O Nível A do PBQP-H é necessário quando é um requisito obrigatório para a empresa, e tem validade de 3 anos.

Anualmente, a empresa passa por uma auditoria de manutenção para renovar o certificado. O Nível B do PBQP-H, por outro lado, corresponde a cerca de 70% dos requisitos da norma SiAC implementados.

Ele é destinado para empresas que não têm o número suficiente de serviços para apresentar durante a auditoria de certificação do Nível A do PBQP-H.

O Nível B do PBQP-H

O Nível B também tem validade de 3 anos e requer auditorias de manutenção anuais. Após esse período, as empresas podem evoluir seus sistemas de gestão para o Nível A.

Aderir ao PBQP-H é fundamental para ter acesso a financiamento em instituições de crédito públicas e privadas e para participar do programa “Minha Casa, Minha Vida” do governo federal, que exigem o PBQP-H como pré-requisito para a concessão de benefícios.

Quais objetivos do PBQP-H?

O PBQP-H tem como objetivos:

  • Ampliar o estoque de moradias de qualidade no país
  • Incentivar a garantia da qualidade em projetos e obras
  • Promover a qualidade de materiais e sistemas construtivos
  • Estimular o inter-relacionamento entre agentes do setor da construção
  • Combater a não-conformidade técnica intencional
  • Apoiar a formação e requalificação da mão-de-obra
  • Aperfeiçoar a elaboração e difusão de normas técnicas
  • Coletar e disponibilizar informações sobre o setor e o programa
  • Incentivar a introdução de tecnologias inovadoras
  • Melhorar a qualidade de gestão em projetos e obras habitacionais
  • Promover a articulação internacional, especialmente com países do Cone Sul

As empresas construtoras precisam aderir ao PBQP-H para ter acesso a financiamentos em instituições de crédito públicas e privadas e participar do programa “Minha Casa, Minha Vida”, além de poder licitar em municípios e estados.

Além disso, o PBQP-H aumenta a competitividade no mercado da construção civil por meio da otimização dos recursos e diminuição de desperdícios e retrabalhos.

Qual a importância do PBQP-H para a construção civil?

O PBQP-H é uma ferramenta de grande importância para o setor da construção civil, pois tem como objetivo promover a qualidade e produtividade no habitat.

Além disso, o PBQP-H é exigido por diversas instituições financeiras, como a Caixa Econômica Federal, para ter acesso a financiamentos e para participar de licitações públicas.

O programa é composto pelo SiAC (Sistema de Avaliação da Conformidade de Empresas de Serviços e Obras), que tem como principal objetivo avaliar a conformidade da qualidade das empresas de construção civil.

Ele é dividido em dois níveis: Nível A e Nível B. O Nível A é o máximo do PBQP-H e exige 100% dos requisitos implementados, enquanto o Nível B exige cerca de 70%.

Quais são as vantagens de implementar o PBQP-H?

As principais vantagens de aderir ao PBQP-H são: aprovação de projetos e financiamentos, participação no programa “Minha Casa, Minha Vida”, habilitação para participação em licitações municipais e estaduais e obtenção de benefícios junto ao BNDES.

Além disso, a implementação e certificação do PBQP-H também traz benefícios para a empresa, como construção mais rápida, redução de custos e melhoria da imagem da empresa, entre outros.

Atualmente, cerca de 3.000 construtoras estão ativas no PBQP-H, o que demonstra o alto grau de aceitação e credibilidade conquistados pelo programa no mercado.

Quer transformar a sua construtora em uma referência de qualidade? O PBQP-H pode ser a chave para isso!

Mas como implementar esse programa de gestão da qualidade do PBQP-H?

Nós te explicamos tudo o que você precisa saber:

  1. Comece pela gestão estratégica e abordagem de processos: para se adequar ao PBQP-H, é preciso entender a estratégia da sua empresa e a forma como ela opera.
  2. Depois, é hora de organizar os documentos gerais: nesta etapa, definimos como será a estrutura de informação da sua empresa e como os funcionários terão acesso às informações relevantes.
  3. Em seguida, é importante entender os empreendimentos em andamento e verificar se eles estão de acordo com a NBR 15575 e o PBQP-H.
  4. Depois, é hora de planejar as obras de acordo com o PBQP-H: nesta etapa, definimos o método para o planejamento das obras e a adequação das obras em andamento conforme os requisitos legais, além de garantir o armazenamento correto dos materiais.
  5. Na etapa de compras, é preciso definir critérios claros para a compra de materiais, contratação de serviços e homologação dos fornecedores.

As novas mudanças do PBQP-H

Se você está pensando em implementar o PBQP-H na sua empresa, é importante ficar por dentro das mudanças que ocorreram recentemente no Sistema de Avaliação das Construtoras (SiAC).

Algumas das principais alterações são:

  • A obrigatoriedade de comprovar o desempenho da empresa em segurança, habitabilidade e sustentabilidade
  • A necessidade de realizar uma auditoria por um organismo certificador para obter o certificado do PBQP-H;
  • A possibilidade de se certificar também pela norma ISO 9001;
  • A inclusão de novos requisitos para o Plano de Qualidade da Obra do PBQP-H;
  • A ampliação da lista de serviços controlados.

Fique atento a essas mudanças do PBQP-H e entenda como elas podem beneficiar a sua empresa.

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Educação

Carta Solar: o que é e como utilizá-la para dimensionar Brises

Carta Solar: o que é e como utilizá-la para dimensionar Brises

Você sabe o que é uma carta solar?

Se sim, você sabe interpretá-la ou acha confuso demais?

Embora a carta solar possa parecer difícil de ler, ela é fundamental para entendermos a incidência solar em uma edificação. Desta forma, conseguimos dimensionar brises para que eles fiquem no tamanho adequado.

Afinal, quem nunca ficou perdido na hora de saber qual brise é adequado para a fachada de um edifício?

Tudo depende dos ângulos de incidência solar que esse edifício recebe durante o ano.

Portanto, neste artigo você vai aprender de forma descomplicada:

  • O que é uma carta solar
  • Como ler as informações
  • Quais ‘softwares’ gratuitos utilizar
  • Como dimensionar e posicionar brises a partir da carta solar

É muito mais simples do que parece.

1. O que é uma carta solar?

Para controlar a incidência de sol em uma casa, precisamos primeiro saber por onde o sol vai passar. 

De acordo com a época do ano e a latitude de sua cidade, o sol vai realizar um percurso em determinada inclinação. E para saber essa inclinação, utilizamos a carta solar.

 

Imagem retirada do Software SOL-AR, com a Carta solar da cidade de Curitiba-PR.

Portanto, ela é uma representação gráfica da trajetória do sol ao longo do dia, em determinada localização, durante o período de um ano.

Ou seja, ela vai mostrar a posição do sol no céu em cada horário de cada dia do ano.

Mas e agora? O que significa cada linha do gráfico?

2. Como ler as informações?

Agora que você já sabe o que é uma carta solar, o segundo passo é saber ler as informações que constam nela.

Imagem retirada do Software SOL-AR, com a Carta solar da cidade de Curitiba-PR.

  • A parte colorida do gráfico mostra os trajetos do sol para a cidade de Curitiba-PR, que escolhemos para exemplificar.
  • As cores mais frias correspondem às temperaturas frias do ano, momentos em que o sol é necessário. Já as cores quentes correspondem às temperaturas quentes, que demandam proteções (brises).
  • As linhas pretas da região colorida representam as horas do dia (verticais) e os dias do ano (horizontais).
  • Os círculos concêntricos mostram o ângulo do sol em relação ao chão. Ou seja, o ângulo de 0º é o momento do nascer e do pôr do sol. E quanto mais para o centro, mais alto o sol estará.
  • As linhas radiais que vão do centro até a extremidade do círculo nos dão o ângulo do sol em relação ao norte. Assim, podemos ver como no dia 22 de junho o sol nasce mais ao norte, e no dia 22 de dezembro, mais ao sul.

Vocês perceberam como toda a parte colorida está mais para o norte? É por isso que a fachada sul não precisa de brises, afinal, quase não há incidência solar nela.

Muito fácil, não é mesmo?

E o melhor ainda está por vir, existem softwares gratuitos onde você pode gerar a carta solar da sua cidade.

Falta só mais esse passo para que você consiga fazer o cálculo do brise ideal.

3. Quais softwares gratuitos utilizar?

Os ‘softwares’ SOL-AR e Climate Consultant são gratuitos e ideais para estudos solares.

Você pode baixar eles aqui:

SOL-AR: https://labeee.ufsc.br/downloads/softwares/analysis-sol-ar
Climate Consultant: https://climate-consultant.informer.com/download/

Carta Solar com o SOL-AR: 

Esse ‘software’ gera uma carta solar como a que foi utilizada nos exemplos acima.

carta solar

Imagem retirada do Software SOL-AR, com a Carta solar da cidade de Curitiba-PR.

Sua interface é bastante intuitiva. O primeiro passo é escolher sua cidade. Caso ela não esteja nas opções disponibilizadas, adicione a configuração da sua cidade no programa, é só ir em Arquivo > Incluir Nova Cidade.

Imagem retirada do Software SOL-AR.

Pronto, aqui é só colocar o nome da sua cidade, com os valores de latitude e longitude corretos. As datas de início das estações são padrões, diferindo somente entre os hemisférios norte e sul. Acima temos as datas correspondentes ao hemisfério sul.

Você pode também alterar a visualização da temperatura ou radiação solar, e escolher entre o período do primeiro ou do segundo semestre do ano.

Abaixo você vai aprender porque devemos escolher o primeiro semestre.

E alfa, beta e gama, o que são? Vamos ver isso logo em seguida na parte de dimensionamento de brises.

Mas antes, é importante dar uma olhada no Climate Consultant.

Carta Solar Com o Climate Consultant

Neste programa, temos outra forma de visualização da carta solar.

Ao abrir o aplicativo, a primeira coisa que ele pede é que você abra um arquivo climático EPW. Baixe o arquivo climático da sua cidade clicando em “Download New EPW weather Data File” > “Install from Weather Data Site”. Você vai ser direcionado para um site com diversos arquivos prontos, aí é só baixar o da sua cidade.

Não esqueça de escolher a extensão .epw.

Um arquivo climático é um conjunto de dados climáticos obtidos durante o ano através de uma estação meteorológica.

Tendo o arquivo climático, escolhemos a forma de avaliar o conforto. Nós indicamos escolher a ASHER 55.

Navegue pelos gráficos que o programa traz até chegar em “Sun Shading Chart”.

carta solar

Imagem retirada do programa Climate Consultant, com o arquivo climático da cidade de Curitiba-PR.

Esse gráfico é um pouco diferente da carta solar.

  • A linha vertical corresponde à altura do sol, enquanto a linha horizontal mostra o ângulo em relação ao norte.
  • Conforme a legenda, azul corresponde à temperaturas frias, e vermelho, à temperaturas quentes.
  • Os números de 6 a 18 são as horas do dia e cada arco equivale a um mês.

Por último, vamos finalmente descobrir como usar essas ferramentas para dimensionar brises.

4. Como dimensionar e posicionar brises a partir da carta solar

Lembra dos tais alfa, beta e gama?

Chegou a hora de descobrir o que eles são.

As letras gregas correspondem aos ângulos de incidência solar dentro da edificação.

Não sei se vocês perceberam, mas o SOL-AR traz esses ângulos ao redor da carta solar.

Alfa (ⲁ):


Visto em corte, é o ângulo entre o plano do peitoril e a incidência de sol.
Utilizamos esse ângulo para dimensionar a profundidade do brise horizontal.

Beta (β)

Visto em planta baixa, é o ângulo entre a extremidade do brise vertical e a lateral oposta da janela.
É utilizado para determinar a profundidade do brise vertical.

Gama( ܔ)

Visto em elevação, é o ângulo entre a extremidade lateral do brise e o canto inferior da janela. Usamos esse ângulo para descobrir a largura do brise horizontal.

Descobrindo os ângulos necessários:

Para descobrir os três ângulos do seu brise, e assim determinar suas dimensões, é muito simples. Basta observar onde estão as temperaturas quentes na carta solar, e inserir ângulos alfa, beta e gama de modo a mascará-las.

O primeiro semestre do ano geralmente apresenta temperaturas mais quentes. Se na sua região acontecer o contrário, escolha o segundo semestre para análise.

No aplicativo SOL-AR, ao inserir um valor de ângulo, o aplicativo mostra uma linha cinza. Dentro dessa linha estão os horários em que o brise impede a incidência solar no interior da edificação.

No exemplo abaixo, estabelecemos ângulos para dimensionar brises de uma janela na fachada norte:

Alfa: 60º
Beta: lado esquerdo: 70º
lado direito: 0
Gama: lado esquerdo: 45º
lado direito: 80º

Simulação no programa SOL-AR para fachada norte.

Nesse caso, o brise estará protegendo a área de intersecção entre as linhas, que é a área com mais cores vermelhas. Isso significa que estamos no caminho certo.

É muito importante tomar cuidado para não obstruir a entrada de sol em dias frios. Para tanto, procure deixar a área azul fora da abrangência do brise.

No programa Climate Consultant, conseguimos definir o ângulo de uma maneira mais fácil. Porém, ele só nos revela os ângulos alfa e gama, ou seja, só permite calcular o brise horizontal.

carta solar

Imagem retirada do programa Climate Consultant, com o arquivo climático da cidade de Curitiba-PR.

Aqui, para definir a proteção solar é só mover a parte branca e observar os ângulos em sua extremidade.

No exemplo acima, observamos um ângulo alfa de 55º e um ângulo beta do lado esquerdo de 75º.

A parte branca corresponde ao período em que o sol estará incidindo dentro da edificação. Ou seja, ela deve cobrir a região azul do gráfico.

A dica é começar a análise pelo Climate Consultant para definir Alfa e Gama e dimensionar o brise horizontal.

Em seguida, consultar o SOL-AR para conferir o brise horizontal e dimensionar o brise vertical.

Sabendo os ângulos corretos, você pode calcular o tamanho do brise.

De maneira resumida, uma carta solar…

… é um instrumento que permite avaliar a incidência solar em determinado local. Assim, ela possibilita a escolha de estratégias bioclimáticas em um projeto arquitetônico. Através das ferramentas apresentadas nesse artigo, o SOL-AR e o Climate Consultant, você pode gerar cartas solares da sua cidade.

Com isso em mãos, basta consultar quais são os períodos do ano em que a proteção solar por brises se faz necessária. Assim, é possível definir os ângulos alfa, beta e gama.

Dessa forma, você se torna capaz de dimensionar um brise de forma exata e evita desconforto térmico ou gastos desnecessários de materiais.

Esse artigo ajudou você? Comente aqui o que você achou.

Fontes:

labEEE
Climate Consultant

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Educação

Minimalismo: o que é e como adotá-lo na sua vida

Minimalismo: o que é e como adotá-lo na sua vida

Com certeza você já comprou coisas que não precisava, não é mesmo? Ou tem itens em casa que estão só ocupando espaço e juntando poeira, mas você não consegue decidir se joga fora ou não.

A verdade é que, quanto mais coisas nós possuímos, com mais coisas teremos que nos preocupar.

Coisas tomam tempo e espaço.

Afinal, é muito mais fácil escolher uma roupa para sair se você tem apenas duas opções. Quanto mais opções, mais tempo você ficará tentando decidir, além de precisar de mais espaço para armazená-las.

Se você se sente constantemente perdido e sem tempo, ou está com dificuldade de organizar sua casa e sua vida, você precisa conhecer o minimalismo.

Ao contrário do que muitos pensam, você não precisa usar todo dia a mesma roupa, ou jogar todas as suas coisas fora.

Acompanhe esse artigo para saber mais sobre a origem do termo e como ele pode tornar sua vida mais leve.

Como surgiu o minimalismo?

O termo “minimalismo” surgiu com um movimento de arte na década de 1960. O movimento prezava por pinturas mais geométricas, com menos cores, elementos e formas.

Porém, logo a palavra sairia do campo das artes para ganhar espaço em discussões sobre consumismo.

Desde a revolução industrial, com o início da fabricação e comércio de mercadorias em massa, o acesso a novos produtos se torna cada vez mais fácil. Hoje, é possível comprar com apenas um clique na internet.

Essa facilidade fez com que muitas pessoas passassem a comprar objetos desnecessários. Afinal, é bem comum comprarmos algo que logo receberá uma versão mais nova e mais atualizada no mercado.

Por esses motivos, o “minimalismo” ganhou novo significado. Ele ganha espaço na discussão sobre consumo consciente. É uma crítica ao capitalismo selvagem que se ancora na ostentação e desperdício. Lentamente, a sociedade percebe a importância de valorizar pessoas e momentos em detrimento de bens que podem ser comprados.

Mas além dessa crítica, no que consiste o minimalismo?

O que é o minimalismo?

De forma resumida, o minimalismo consiste em um instrumento para abrir mão dos excessos.

Os adeptos do minimalismo defendem uma vida mais simples, focada em realizações e experiências.

O documentário “Minimalism: a documentary about important things” (“Minimalismo: um documentário sobre as coisas importantes”), disponível nas plataformas Netflix e Vimeo, conta a história de dois amigos, Joshua Fields Millburn e Ryan Nicodemus, que largaram suas carreiras para experimentar uma vida mais minimalista. Eles documentaram o processo e criaram um site, o theminimalists.com. O site serve como uma plataforma para quem está buscando fazer o mesmo.

O documentário também traz experiências de diferentes pessoas que decidiram adotar essa filosofia. Ele aborda temas como economia, moda, saúde e sustentabilidade.

Pessoas minimalistas priorizam qualidade em vez de quantidade. Ou seja, não significa que você não pode ter um carro bom ou roupas boas. Você pode, desde que esses itens sejam realmente necessários para a sua realização.

É fundamental ter autoconhecimento para saber o que é necessário para sua felicidade. A ideia é de realizar aquisições que não sejam motivadas pelo desejo de mostrar, e sim de ser.

Mas como saber o que eu realmente preciso?

Por onde começar seu projeto minimalista?

Faça com que seja fácil. Não adianta querer jogar tudo fora de uma vez,  o processo deve ser gradual. Respeite seu tempo de analisar seus pertences um por um e decidir o que você precisa e do que poderia desapegar.

Você pode analisar uma gaveta por dia, por exemplo. Separar roupas que você não usa, cosméticos vencidos, eletrônicos estragados…

Cuidado para não jogar fora itens de valor afetivo. Eles podem não ter uma utilidade funcional, mas são importantes para preservar lembranças.

Logo será mais claro quais pertences não agregam mais na sua vida. No fim desse processo de desapego, a ideia é que você se sinta mais leve.

O próximo passo é fazer compras mais conscientes, tendo claro o que é importante.

Algumas perguntas podem surgir no caminho, como:

  • O que fazer com o que eu não quero mais?
  • Existe algo que eu preciso, mas uso com pouca frequência?
  • O que é realmente importante para o meu dia a dia?

Alternativas de reuso

O minimalismo vem como uma ideia de uma sociedade mais consciente nas questões de consumo e, consequentemente, de descarte. Existem diversas alternativas para não jogar fora suas coisas de boa qualidade.

Você pode doar para instituições ou ONGs que fazem o trabalho de ajudar famílias que precisam de doações. Doar ou vender para seus amigos e conhecidos também é uma boa ideia.

Uma atitude cada vez mais comum é a de pessoas que fazem brechós em suas próprias casas, convidando amigos para participar e possibilitando trocas.

A internet também já conta com diversos sites e opções de venda de objetos usados.

O esforço de encontrar alguém que vá usar o que você não quer mais é uma atitude responsável.

Procure sempre direcionar para alguém que realmente precisa daquilo, afinal, essa é a ideia principal do minimalismo.

Deste modo, o movimento também estimula a solidariedade, estimulando que as pessoas compartilhem suas coisas com mais frequência.

Compartilhamento pelo minimalismo

Influenciadas pelo minimalismo, hoje existem inúmeras iniciativas de compartilhamento de objetos.

Já existem condomínios que contam com sala de ferramentas, por exemplo. Você pode alugar uma furadeira por um dia quando precisar. Assim, o valor é menor que o custo da furadeira e você não arca com sua manutenção nem precisa ter um local para armazená-la em casa.

Dessa forma, um objeto só pode ser compartilhado entre diferentes pessoas. Devagar, diversas áreas e empreendimentos estão adotando estratégias mais minimalistas.

‘Tiny Houses’

Você já reparou como a maior parte do espaço da sua casa é usado para armazenar coisas?

As “Tiny Houses” (pequenas casas) são alternativas para o morar das pessoas que decidiram viver com menos. Essas casas são conhecidas por serem pequenas. Elas possuem ambientes integrados e somente o que é necessário em uma casa. Às vezes podem ser comparadas a uma Kitnet, onde não há separação entre quarto, cozinha e sala.

minimalismo

Exemplo de uma Tiny House. Fonte: www.businessinsider.com

Algumas podem ser sobre rodas, permitindo estilos de vida mais flexíveis, e outras são fixas. O desafio é ter um ambiente confortável em um espaço reduzido.

As vantagens econômicas e de não precisar se preocupar com manutenções de uma casa grande compensam para quem decide morar assim.

Pronto para desapegar com o minimalismo?

Independente de onde você mora e do seu estilo de vida, você viu que o minimalismo pode ser adotado por qualquer um. E já existem inúmeras iniciativas incentivando essas atitudes.

Ele parte do princípio do consumo consciente. Ou seja, saber o que você precisa para tomar decisões corretas.

Ao passo que você possui menos coisas, você conquista mais tempo, espaço e liberdade.

Além disso, ainda pode economizar seu dinheiro para investir em experiências. Isso, é claro, de maneira equilibrada e sem abrir mão do seu conforto.

Fontes:
The minimalists
Business Insider

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Educação

Certificação EDGE – O Guia Completo

Certificação EDGE – Uma Ótima Opção Para Certificações Sustentáveis

Certificações como o LEED navegaram por muito tempo por águas tranquilas, abocanhando grande parte do mercado de Green Buildings nos últimos 15 anos.

No entanto, muito mudou: dezenas de novas certificações surgiram em busca de suprir os nichos não atendidos pelo LEED e também procurando uma fatia do mercado sustentável em franca expansão.

Uma das certificações mais comentadas nos últimos anos é a EDGE. No entanto, será que está certificação vale a pena?

Continue lendo para obter um ótimo panorama sobre a Certificação EDGE, ou assista a aula efetuada pelo nosso arquiteto e consultor Filipe Boni (em inglês apenas).

Mas antes, um panorama do mercado atual.

Um Mundo Pós-Certificação

Certificações são vistas hoje com muito mais ceticismo do que há 10 anos, quando elas entraram para valer no mercado brasileiro. As grandes construtoras aprenderam, implementaram e analisaram os resultados obtidos.

Muitas encontraram sim, ótimos resultados, principalmente em edificações de escritórios. Outras empresas encontraram burocracia, restrições e até mesmo pouca conversão em venda dependendo da qualidade da certificação adotada, principalmente no setor residencial.

Para comprovar minha tese, conversei com algumas das maiores construtoras do sul do país, no qual prestamos consultoria.

A primeira trabalha em empreendimentos com um alto padrão de qualidade. Nesta conversa, foi dito que a empresa não adotava mais as certificações pois elas estavam “engessando” seus projetos. O cliente de alto padrão aquisitivo ficava impedido de realizar as mudanças que gostaria em seu próprio imóvel, aumentando a insatisfação.

Outra grande empresa que trabalhamos comentou que não viu o retorno do investimento, isso porque a certificadora não os ajudou a depurar os dados para trabalhar de forma efetiva com o setor de marketing.

Apesar da segunda empresa ter perdido oportunidades devido a erros internos, é inegável que nem todas as certificações são boas para todos os projetos. Principalmente considerando empreendimentos que conseguiram “hackear” o modelo, obtendo projetos certificados sem atender o mínimo solicitado pela Norma de Desempenho, que seria uma diretriz considerada mais básica na maioria dos critérios.

Este panorama, em conjunto com as novas certificações disponíveis e a crise, deixou incorporadores confusos e preocupados sobre qual certificação seria a melhor opção para seus próximos projetos…

E é neste panorama que a certificação EDGE se torna uma ótima opção.

certificação edge

Mercados emergentes: Uma Tendência Crescente Para a Certificação EDGE

Embora apenas uma pequena parte dos edifícios nas economias emergentes esteja agora certificada, é nessas regiões que eles podem ter maior influência tanto na frente econômica quanto na ambiental. Estruturas verdes apenas começaram a criar raízes em lugares inesperados, sinalizando que um futuro melhor é possível.

A tendência pode estar ligada a uma maior consciência da importância da certificação, ao desejo competitivo de superar colegas que ainda estão se desenvolvendo tradicionalmente e a uma tentativa sincera de causar o mínimo de dano a um ambiente que está se tornando cada vez mais ameaçado. Ao atingir um ponto crítico e oferecer taxas financeiras vantajosas e regulamentações governamentais progressivas, os incentivos emergentes em várias áreas estão acelerando a construção de edifícios verdes.

Devido a uma combinação de incentivos financeiros e governamentais e forte lobby da CAMACOL, fornecedora nacional de certificação EDGE do país, 8% do crescimento de novas construções na Colômbia, por exemplo, recebeu a certificação EDGE.

Como os desenvolvedores entendem a importância da distinção do produto, especialmente no setor imobiliário, uma porcentagem aproximadamente equivalente do crescimento de novas construções (8% do mercado endereçável) é certificada com EDGE no Vietnã.

Hoje, a Certificação EDGE é um programa global disponível em mais de 160 países em todo o mundo. De acordo com a IFC, o programa Edge Buildings Certification ajudou a certificar mais de 1.500 edifícios em mais de 160 países desde seu lançamento em 2013.

Como Funciona a Certificação EDGE?

A EDGE (Excellence in Design for Greater Efficiencies) foi criada pela IFC (International Finance Corporation) com o objetivo de tornar mais fácil e acessível o processo das certificações.

Empreendimentos podem obter certificação EDGE atingindo uma redução projetada mínima de 20% no uso de energia e água, além da economia da energia incorporada em materiais, quando comparados com um edifício padrão.

Vamos detalhar um pouco mais as categorias de certificação EDGE:

  • Energia: A categoria de energia abrange medidas relacionadas ao consumo de energia do edifício, incluindo o uso de sistemas e tecnologias energeticamente eficientes, a integração de fontes de energia renováveis e a otimização do uso de energia por meio de medidas como iluminação natural e sombreamento.
  • Água: A categoria de água abrange medidas relacionadas ao consumo de água do edifício, incluindo o uso de sistemas e tecnologias eficientes de água, a integração de sistemas de coleta de água da chuva e reutilização de águas cinzas e a otimização do uso da água por meio de medidas como irrigação por gotejamento e baixo consumo de água. dispositivos de fluxo.
  • Materiais e recursos: A categoria de materiais e recursos abrange medidas relacionadas com o impacto do edifício no ambiente, incluindo a utilização de materiais com baixo impacto ambiental, a otimização da utilização de materiais através de medidas como a reciclagem e reutilização e a utilização de materiais que são adquiridos local ou regionalmente.

Essas categorias destinam-se a ajudar as empresas de construção a entender as principais áreas nas quais precisam se concentrar para obter a Certificação EDGE.

Assim, torna-se uma certificação mais simples e adaptável em diferentes regiões do mundo, ao contrário do LEED, que exige uma série de adequações devido a normas técnicas industriais ou internacionais.

Se por um lado encontramos nas certificações atuais um modelo onde a submissão de documentos para uma revisão manual um processo lento e cansativo, a ceritificação EDGE traz simplicidade através de dados prescritivos no EDGE App, o principal diferencial encontrado pela certificação.

O aplicativo permite que você determine rapidamente a combinação ideal de estratégias de projeto de construção para o melhor retorno do investimento. Abaixo podemos ver uma amostra do simulador online rodando um edifício de escritórios através de dados prescritivos:

Como podemos observar, a edificação capta dados de diversos tipos de projeto, desde escritórios, hospitalidade, varejo, indústrias leves, armazéns, hospitais, instalações educacionais e… residências, que é justamente um dos “pontos fracos” do LEED no Brasil.

Os Principais Benefícios da Certificação EDGE

Abaixo estão alguns dos diferenciais que podem ser obtidos por meio da certificação, conforme relatado pelo Próprio EDGE:

  • Planejamento de investimentos: EDGE é uma ferramenta de planejamento de investimentos gratuita e fácil de usar que calcula rapidamente o ROI para suas estratégias de construção ecológica.
  • Economia do projeto: é possível utilizar o EDGE para projetar e relatar rapidamente suas economias de energia, água e emissões de Gases de Efeito Estufa.
  • Desenvolvido por dados: O banco de dados avançado da EDGE compreende as condições climáticas locais e o uso da construção
  • Simplicidade: Todas as simulações de eficiência são incorporadas à plataforma e a certificação pode ser obtida através da documentação existente.
  • Reconhecimento internacional: A certificação EDGE é mundialmente reconhecida e apoiada pelo World Bank Group (Banco Mundial).
  • Excelência em serviços: O GBCI pode rapidamente certificar seu projeto a um custo modesto comparado com outras certificações.

Um Exemplo Pelo Mundo

O edifício IQON se tornará o mais alto da cidade e Quito. Com projeto do Grupo Bjarke Ingels (BIG), o IQON contém 154 apartamentos com escritórios e lojas.

O edifício abraça a natureza, com árvores e plantas subindo a fachada de 33 andares. O exterior é feito de caixas rotativas de concreto que formam um desenho geométrico único, servindo ao duplo objetivo de uma “fazenda urbana de árvores” e de terraços privados para os moradores.

As árvores nativas da região serão plantadas nas caixas de concreto exteriores até que superem o espaço e sejam transportadas no parque de La Carolina, criando um ciclo de retorno ao ambiente natural.

Além dos recursos ecológicos para a melhoria do meio ambiente e redução do consumo de água e energia, o escritório também optou por usar materiais locais e métodos sustentáveis ​​de paisagismo e gerenciamento de resíduos para o edifício.

Estratégias Utilizadas na Certificação EDGE

Energia: Tintas / ladrilhos refletivos para paredes externas e do teto, dispositivos de sombreamento externos, vidro com revestimento de baixa densidade, bomba de calor para geração de água quente, iluminação que economiza energia, controles de iluminação para corredores e escadas e coletores solares de água quente.

Água: Chuveiros e torneiras de baixo fluxo, armários de descarga dupla, sistema de captação de águas pluviais e sistema de tratamento e reciclagem de águas cinzas.

Materiais: Uso controlado de concreto para lajes, construção de telhados e paredes externas; placas de gesso sobre pregos de metal e blocos de concreto ocos de peso médio para paredes internas.

Outros Estudos de Caso de Sucesso Pelo Mundo

Aqui estão alguns estudos de caso de sucesso de edifícios que obtiveram a Certificação EDGE:

A sede do Grupo Banco Mundial em Washington, D.C., Estados Unidos, obteve a Certificação EDGE em 2016. O projeto de eficiência energética do edifício e o uso de fontes de energia renováveis, como painéis solares e telhado verde, ajudaram a atingir uma redução de 37% no consumo de energia uso em comparação com um edifício semelhante usando práticas de design convencionais.

O Dalian International Conference Center em Dalian, na China, obteve a Certificação EDGE em 2016. O projeto de eficiência energética do edifício, incluindo o uso de energia geotérmica e um sistema de captação de água da chuva, ajudou a atingir uma redução de 37% no uso de energia em comparação com um edifício semelhante usando práticas de design convencionais.

O Centro de Convenções SkyCity em Auckland, Nova Zelândia, obteve a Certificação EDGE em 2016. O projeto de eficiência energética do edifício, incluindo o uso de painéis solares e um sistema de captação de água da chuva, ajudou a atingir uma redução de 36% no uso de energia em comparação com um edifício semelhante usando práticas de design convencionais.

A sede da DNV GL em Høvik, Noruega, obteve a Certificação EDGE em 2016. O projeto de eficiência energética do edifício, incluindo o uso de energia geotérmica e um sistema de captação de água da chuva, ajudou a atingir uma redução de 30% no uso de energia em comparação com um edifício semelhante usando práticas convencionais de design.

Esses estudos de caso demonstram o potencial dos edifícios para alcançar reduções significativas no uso de energia e melhorar sua sustentabilidade geral por meio do uso de projetos e tecnologias com eficiência energética.

Custos da Certificação EDGE

O Edge é sempre mencionado como “uma certificação mais acessível”, onde com um investimento reduzido você poderá certificar uma edificação. Isso não acontece em todos os casos, variando bastante dependendo da área do projeto a ser certificado.

A melhor forma de saber os custos da Certificação EDGE é submetendo-o através do EDGE App. Porém, a fins de dimensionamento básico de custos, eles são os seguintes:

  • Taxa de registro: Taxa fixa de US$300 dólares.
  • Taxa de certificação: US$0,22 por m², descontando garagens.
  • Taxa de auditoria de projeto: US$4.000,00.
  • Taxa de auditoria de obra: US$4.000,00.

Logo, projetos com maior área serão beneficiados pelos custos da certificação. Algumas vezes estes custos da Certificação EDGE podem se tornar até mais caros que o LEED. No entanto, a vantagem do EDGE é que o processo de certificação é bastante simplificado pelo EDGE App, poupando alguns custos altos para consultores que o LEED sempre exige.

É importante notar que essas taxas estão sujeitas a alterações e podem variar dependendo das circunstâncias específicas do(s) edifício(s) a ser(em) certificado(s). Recomenda-se que as empresas interessadas em obter a Certificação EDGE entrem em contato diretamente com a UGREEN para obter mais informações sobre as taxas de certificação.

Quanto tempo leva para obter a certifcação Edge?

O tempo necessário para obter uma Certificação EDGE varia de acordo com vários fatores, incluindo o tamanho e a complexidade do(s) edifício(s) a ser(em) certificado(s), a disponibilidade da documentação e dados necessários e a integridade e precisão do pedido de certificação.

Em geral, é recomendável que as empresas iniciem o processo de certificação o mais cedo possível no processo de projeto ou construção para garantir que toda a documentação e dados necessários estejam disponíveis e permitir os ajustes necessários.

Depois que o pedido de certificação é enviado, geralmente leva várias semanas para ser analisado e uma decisão ser tomada. Caso a solicitação seja aprovada, a construtora receberá a Certificação EDGE para a(s) edificação(ões).

Vale ressaltar que a Certificação EDGE é voluntária, e a obtenção da certificação obviamente não é uma exigência para as construtoras. No entanto, a obtenção da certificação pode ajudar as empresas a se diferenciarem em um mercado competitivo e pode ser de interesse de clientes e stakeholders que valorizam a sustentabilidade e a eficiência nas edificações.

Quão difícil é obter a Certificação EDGE?

A dificuldade de obter a Certificação EDGE dependerá de muitos fatores, incluindo o tamanho e a complexidade do(s) edifício(s) a ser(em) certificado(s), a disponibilidade da documentação e dos dados necessários e a abrangência e precisão do pedido de certificação.

Em geral, alcançar a Certificação EDGE pode ser mais desafiador para edifícios mais significativos ou complexos. Esses edifícios podem ter mais sistemas e materiais para avaliar e exigir mais documentação e dados para apoiar o pedido de certificação.

No entanto, obter a Certificação EDGE não é necessariamente uma tarefa difícil ou impossível. Construtoras bem preparadas e organizadas, com entendimento claro dos critérios e processo de certificação, têm mais chances de sucesso na obtenção da certificação. Converse com a UGREEN para ter um processo mais simples e efetivo na sua empresa.

Quais são as principais vantagens da Certificação EDGE em relação ao LEED?

Ambos os programas oferecem diversas vantagens para construtoras que buscam melhorar a sustentabilidade e eficiência de suas instalações. Aqui estão algumas diferenças críticas entre a Certificação EDGE e a LEED:

  • Escopo: A Certificação EDGE é focada no projeto e construção de novos edifícios, enquanto o LEED abrange uma gama mais ampla de tipos e estágios de construção, incluindo edifícios existentes, interiores e bairros.
  • Critérios de certificação: A Certificação EDGE e LEED têm diferentes critérios de certificação, com a Certificação EDGE focada em eficiência energética, eficiência hídrica, qualidade ambiental interna e materiais e recursos, enquanto a LEED abrange uma gama mais ampla de medidas de sustentabilidade e eficiência.
  • Processo de certificação: A EDGE Certification e a LEED têm diferentes processos de certificação, com a EDGE Certification envolvendo um processo de inscrição online e a LEED envolvendo avaliações no local e um sistema de classificação.
  • Custo: O custo de obtenção da certificação EDGE e LEED pode variar dependendo do tamanho e complexidade do edifício e do programa específico que está sendo seguido. A certificação EDGE pode ser mais econômica para novos projetos de construção, enquanto a LEED pode ser mais adequada para edifícios ou interiores existentes.

Em última análise, a decisão de buscar a certificação EDGE ou LEED dependerá das necessidades e objetivos específicos da construtora e do(s) prédio(s) a ser(em) certificado(s). Ambos os programas podem fornecer reconhecimento e apoio valiosos para construtoras que buscam melhorar a sustentabilidade e a eficiência de suas instalações.

Navegando no processo de certificação EDGE: dicas para o sucesso

Navegar no processo de certificação EDGE pode ser assustador, mas com a abordagem e as estratégias certas, você pode ter sucesso. Aqui estão algumas dicas para navegar no processo de certificação EDGE:

  1. Entenda o EDGE Certification Framework: Antes de embarcar no processo de certificação, é essencial entender claramente a estrutura de certificação EDGE. Isso inclui entender os diferentes níveis de certificação (Assess, Move e Lead), os vários critérios para cada nível e o processo de avaliação.
  2. Avalie sua organização:Antes de iniciar o processo de certificação, é essencial realizar uma avaliação interna da sua organização. Isso o ajudará a identificar as áreas em que sua organização é forte e onde é necessário melhorar. Essa avaliação o ajudará a determinar qual nível de certificação seguir.
  3. Estabeleça metas claras:Definir metas claras para a certificação ajudará você a manter o foco e a motivação durante todo o processo. Certifique-se de que suas metas sejam específicas, mensuráveis, alcançáveis, relevantes e com prazo definido (SMART).
  4. Envolva seus funcionários: Envolver seus funcionários é fundamental para o sucesso do processo de certificação EDGE. Certifique-se de que seus funcionários entendam os objetivos e benefícios da certificação e incentive-os a participar.
  5. Desenvolva um plano de ação:Depois de identificar as áreas em que é necessário melhorar, desenvolva um plano de ação que descreva as etapas específicas para atingir suas metas de certificação. Certifique-se de que seu plano de ação inclua cronogramas, responsabilidades e métricas para o sucesso.
  6. Implementar mudanças:Implemente as mudanças identificadas em seu plano de ação e acompanhe o progresso regularmente. Certifique-se de ter sistemas para coletar e analisar dados para medir seu progresso em direção à certificação.
  7. Prepare-se para a avaliação: Certifique-se de ter toda a documentação e evidências necessárias para dar suporte ao seu pedido de certificação.
  8. Comemore seu sucesso:Finalmente, comemore seu sucesso! Alcançar a certificação EDGE é significativo e deve ser reconhecido e comemorado dentro de sua organização e com partes interessadas externas.

Seguindo essas dicas, você pode navegar com sucesso pelo processo de certificação EDGE e atingir suas metas de certificação.

A Certificação EDGE Zero Carbon

Graças à certificação EDGE Zero Carbon, as construtoras podem certificar seus projetos como neutros em carbono. São necessárias economias mínimas de água e energia de 20%, juntamente com economias de energia no local de 40% e 100% de economia de energia proveniente de fontes renováveis ou compensações de carbono.

Para que um projeto se qualifique para a certificação EDGE Zero Carbon, ele deve atender a três critérios:

  • O tipo de edificação deve ser um dos listados no EDGE App.
  • Uma instalação deve ter sido ocupada em 75% de seu nível normal por pelo menos um ano.
  • Ser reconhecido como EDGE Advanced, econimizando pelo menos 40% a mais de energia, 20% a menos de água e 20% a menos de energia incorporada em seus materiais.

No geral, a categoria Carbono Zero da Certificação EDGE pode desempenhar um papel em ajudar a descarbonizar o ambiente construído, reconhecendo e promovendo edifícios que alcançaram emissões líquidas de carbono zero, aumentando a conscientização sobre a importância da sustentabilidade em edifícios e incentivando a adoção de práticas de construção mais sustentáveis.

Como a certificação EDGE está simplificando as metas ESG para empresas de construção?

A obtenção de uma Certificação EDGE pode ajudar as empresas a otimizar suas metas ambientais, sociais e de governança (ESG), fornecendo uma estrutura para avaliar e melhorar a sustentabilidade e a eficiência de seus edifícios.

Aqui estão algumas maneiras pelas quais a Certificação EDGE pode simplificar as metas ESG para empresas de construção:

  • Estabelecer metas claras: Os critérios de certificação fornecem um conjunto claro de metas para as empresas construtoras em termos de sustentabilidade e eficiência. Isso pode ajudar as empresas a concentrar seus esforços e recursos na consecução dessas metas.
  • Demonstrando o progresso: A obtenção de uma certificação EDGE fornece verificação independente da sustentabilidade e eficiência de um edifício, o que pode ajudar as empresas a demonstrar o progresso em relação às suas metas ESG para as partes interessadas, como investidores e clientes.
  • Melhoria do desempenho: O processo de certificação envolve uma análise minuciosa dos sistemas e práticas de um edifício, o que pode ajudar as construtoras a identificar oportunidades de melhoria e fazer mudanças para aumentar a sustentabilidade e a eficiência de suas instalações.

No geral, a Certificação EDGE pode fornecer uma estrutura valiosa para empresas de construção alinharem suas operações com suas metas ESG e demonstrar o progresso em direção a essas metas para as partes interessadas.

certificação edge

Benefícios da Certificação EDGE para o IPTU verde

No Brasil, o incentivo fiscal do IPTU Verde é um programa que oferece incentivos fiscais aos proprietários de edifícios que fizerem melhorias de eficiência energética e sustentabilidade em seus edifícios. O programa visa incentivar a adoção de práticas construtivas mais sustentáveis e reduzir o consumo de energia e as emissões de gases de efeito estufa no ambiente construído.

De acordo com o site do Ministério das Cidades, as seguintes cidades adotaram o IPTU Verde: Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Curitiba, Fortaleza, Goiânia, João Pessoa, Maceió, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.

Logo, empreendimentos certificados EDGE são elegíveis à redução do IPTU.

Pronto Para Iniciar Seu Posicionamento Sustentável?

Muitos possuem dúvidas se a certificação EDGE é a melhor opção de investimento para seu projeto. Principalmente considerando a quantidade de certificações disponíveis no mercado atual.

Quer descobrir se o EDGE é a melhor certificação para seu investimento?

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escritório de arquitetura em curitiba
Educação

Encontrando o Escritório de Arquitetura Perfeito em Curitiba: 5 Elementos Essenciais

Encontrar um escritório de arquitetura em Curitiba pode ser uma tarefa difícil.

Uma das maiores dificuldades é escolher entre tantos profissionais que existem no mercado. Outro problema é que não podemos avaliar a obra pronta, como um carro ou uma televisão.

Logo, uma decisão errônea pode significar não apenas uma obra que desagrada os envolvidos. Entre os problemas que podemos encontrar estão:

  • Uma obra com o orçamento acima do previsto.
  • Uma estética que não atinge os objetivos da família ou empresa.
  • Desconforto visual ou térmico, prejudicando a produtividade e a qualidade de vida.
  • Longo prazo de execução, comprometendo a rotina familiar ou empresarial.
  • Desconformidade em relação aos órgãos públicos, gerando custos de readequação.

Portanto, você deve ter a dúvida…

Como encontrar o melhor escritório de arquitetura em Curitiba?

Afinal, todos procuramos que uma obra não apenas dentro, mas acima de nossas expectativas.

Continue lendo e descubra os 5 elementos que um escritório de arquitetura em Curitiba deve ter para lhe atender bem.

Elemento de um Escritório de Arquitetura em Curitiba #1: Respeito Ao Bolso e Tempo do Cliente

Este é um item simples, mas que infelizmente passa despercebido por muitos. Profissionais, na expectativa que exercerem a criatividade, acabam esquecendo do principal: o bolso do cliente.

Um cliente bem atendido por um escritório de arquitetura deve ser bem tratado nestas esferas:

Orçamento

Para você realizar um projeto, é fundamental saber se a obra será concluída dentro do custo esperado.

Logo, saber quanto você irá gastar é fundamental.

Portanto, procure um escritório que realize projetos em BIM (mais sobre isso no elemento #4). A precisão e transparência será maior, facilitando a análise entre projetistas e construtores.

Logo, os orçamentos serão muito mais precisos e seu risco se reduzirá consideravelmente.

Cronograma

Imagine que você esteja entrando em uma floresta…

Entrar em uma floresta sem saber o que você irá encontrar gera uma sensação péssima, certo?

Da mesma forma, é uma sensação terrível iniciar um projeto sem saber quais serão as etapas que você irá passar.

Um escritório de arquitetura qualificado deve apresentar um cronograma claro de passos. Assim você obtém transparência e facilidade de ver se está caminhando com segurança.

Hoje é possível ficar por dentro do cronograma do seu projeto pelo próprio celular. Portanto, procure escritórios que utilize ferramentas amigáveis aos seus clientes.

Elemento de um Escritório de Arquitetura em Curitiba #2: Compreensão Sobre As Necessidades do Cliente

Projetos de arquitetura são feitos para pessoas. Logo, não existe bom design sem a compreensão de todas as necessidades do seu cliente.

Uma obra linda, mas sem aprovação do cliente será naturalmente uma obra subutilizada. Portanto, verifique se o seu profissional possui um sistema de briefing para averiguar:

  • Suas necessidades.
  • Necessidades familiares ou empresariais.
  • Referências em arquitetura.
  • Materiais preferenciais.
  • Itens que você mais procura e menos procura.
  • Estratégias sustentáveis de menor ou maior custo.
  • Entre outros.

Desta forma você terá mais segurança enquanto reduz custos e poupa um tempo precioso.

Escritório de Arquitetura em Curitiba

Edifício Residencial, por UGREEN.

Elemento de um Escritório de Arquitetura em Curitiba #3: Compreensão Sobre Legislação e Normas Técnicas

A legislação e as normas técnicas andam em conjunto.

Se uma empresa não compreende sobre a legislação do seu projeto, ele pode não ser concluído da maneira que você imagina.

Afinal, existem parâmetros como recuos, coeficientes e gabaritos que devem ser obedecidos. Iniciar um projeto dentro do estabelecido pelas normas poupará tempo e muito retrabalho.

Da mesma forma, se as normas técnicas não são obedecidas, sua qualidade de vida pode estar sofrendo sérios riscos.
Uma das normas técnicas mais importantes hoje é a Norma de Desempenho. Ela direciona os itens fundamentais que qualquer edificação habitacional deve atender, como:

  • Desempenho Térmico: conforto durante todos os dias do ano.
  • Desempenho Acústico: menor ruído pela escolha de fechamentos adequados (alvenarias, esquadrias e cobertura)…
  • Desempenho Lumínico: ambientes com uma taxa de iluminação mínima, gerando salubridade e conforto visual…
  • Saúde, Higiene e Qualidade do Ar: taxas de ventilação adequadas, renovação de ar…
  • Funcionalidade e Acessibilidade: dimensões mínimas nos ambientes, facilidade de acesso por cadeirantes…

Abaixo você encontra um mapa mental que criamos para ilustrar parte do que sua edificação deve atender. Amplie cada etapa para compreender melhor:

Caso queira saber sobre a Norma de Desempenho em detalhe, você pode ler nosso artigo aqui.

Portanto, atender a Norma de Desempenho é dever de todos os profissionais. Procure empresas que trabalhem dentro destes critérios e garanta um projeto eficiente.

Elemento de um Escritório de Arquitetura em Curitiba  #3: BIM – Building Information Model

O BIM traz mais informações e transparência do que um projeto tradicional, realizado com linhas no AutoCAD.

Você saberá que tomou as decisões certas porque, afinal, conseguiu enxergá-las. Portanto, é um projeto que é mais econômico e satisfatório.

Poucas empresas possuem softwares BIM. Destas que possuem, poucas trabalham de forma eficiente. O resultado são projetos que não possuem todas as informações necessárias para a tomada de decisão.

Abaixo gravamos um vídeo demonstrando as oportunidades do BIM na:

  • Facilidade de visualização dos projetos.
  • Transparência para todos os projetistas.
  • Acessibilidade de revisões, enviadas diretamente aos celulares de todos os envolvidos.
  • Tomada de decisão assertiva e segura por todas as partes.

Logo, você pode estar recebendo revisões do seu projeto com apenas um clique do seu aparelho celular.

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Elemento de um Escritório de Arquitetura em Curitiba #5: Sustentabilidade

Não existe um bom projeto que não englobe sustentabilidade na essência. A sustentabilidade não se refere apenas ao meio ambiente, mas ao conforto das pessoas dentro de um espaço.

Como alguns exemplos:

  • O conforto visual é sustentável, pois gera economia de energia pelo uso sábio da luz natural.
  • O conforto térmico é sustentável, pois gera economia de energia e também aumenta a produtividade.
  • O conforto acústico é sustentável, pois respeita os ritmos circadianos no sono e nas atividades diárias.

Abaixo estão alguns resultados de otimização energética obtidas em uma de nossas residências:

Escritório de Arquitetura em Curitiba

Este é um conjunto residencial que consome zero energia. Algumas das economias que ela atinge:

Energia

O consumo energético é em média 35% menor que construções equivalentes. Além disso, a residência atinge níveis 60% inferiores ao baseline estabelecido pela ASHRAE 90.1.2017. O remanescente para a casa zero é obtida com energia renovável.

Água

Reduzimos a demanda municipal em 50,75% pelo uso de louças e metais eficientes.

Estilo de Vida

Os residentes são convidados a tirar vantagem das seguintes facilidades:

  • Melhorias ao transporte público, depósito para bicicletas e circulação de pedestres.
  • As estações de trabalho na vizinhança irão reduzir o consumo de gasolina por quase 25%.
  • Jardins locais no térreo e produção de comida na cobertura que irão reduzir suas despesas pessoais.

Benefícios Comunitários

São geradas R$17.400 em economias anuais para a comunidade, assumindo 12 residentes.

  • Energia: R$7.500
  • Água: R$3.800
  • Transporte: R$4.500
  • Alimentação: R$1.400

Estas são vantagens possíveis de serem obtidas também em seu projeto se você contar com os profissionais de arquitetura e urbanismo certos.

Descobriu Qual o Escritório de Arquitetura em Curitiba Ideal Para Você?

Esperamos ter apresentado os elementos essenciais de um escritório de arquitetura em Curitiba.

Agora você pode escolher o profissional certo para obter uma obra mais econômica, eficiente e sustentável. Você terá mais clareza sobre os projetos arquitetônicos, tranquilidade e segurança para prosseguir em cada etapa de projeto.

Caso você entenda que este é o momento da sua empresa ou família crescer de forma sustentável, fale conosco. Possuímos a expertise em projeto em todas estes 5 elementos:

  • Atuação em projetos no Brasil e nos EUA.
  • Dezenas de clientes satisfeitos em diversas escalas.
  • Conhecimento de projetos em BIM.
  • Casos práticos de projetos de interiores até mesmo empreendimentos acima de 50.000m².
  • Atuação com empresas de renome, como o Grupo Boticário, TEICH e Roca Brasil.
  • Possuímos LEED APs entre o corpo técnico. Estes são profissionais sustentáveis comprovados pelo Conselho de Green Building dos EUA.
  • Possuímos uma plataforma educacional com mais de 36 mil visitantes mensais e mais de 2 mil alunos em todo o Brasil. Eles aprendem sobre estratégias sustentáveis e trabalhar de forma mais consciente.
  • Aplicamos corretamente a legislação e normas técnicas nos projetos, além de ensinar para os alunos.

Quer encontrar um bom escritório de arquitetura em Curitiba?

Veja os nossos serviços ou agende uma consultoria gratuita clicando no botão abaixo:

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construções sustentáveis
Construções Sustentáveis, Educação

Guia LEED Para Projetos Sustentáveis – Relatório com 76 Estratégias (Guia Incluso)

Você gostaria de conhecer mais sobre construções sustentáveis? Claro que gostaria!

Porém, é provável que você não dedique o tempo necessário para avaliar as melhores alternativas para seu projeto.

Queremos ajudá-lo a mudar isso. Esse artigo servirá como um super guia para você conhecer sobre construções sustentáveis. Utilizaremos como base o guia os créditos da certificação LEED v4 (versão mais recente).

Inclusive, você poderá pegar para você estes créditos e criar sua própria metodologia. Voltarei a esse assunto em um minuto, mas antes…

Você precisa entender como a maneira em que você aplica as estratégias pode matar ou alavancar seu projeto. Nosso guia trará uma metodologia que facilitará uma visão global sobre construções sustentáveis.

Assim você dedica mais energia no que realmente traz resultado e de forma que seus clientes percebam…

Então continue lendo para entender cada um dos 76 créditos do LEED. Acima disso, como utilizá-los para melhorar a forma de projetar ou gerenciar construções. Você aprenderá sobre:

  • Projeto Integrativo: Como uma equipe coesa desde o início faz toda a diferença
  • Localização do Projeto: Seu grande impacto na sustentabilidade
  • Lotes Sustentáveis: Como realizar boas decisões diminuindo impactos significativos
  • Economia de água: parece simples, mas não deixe isso te enganar
  • Eficiência Energética: a categoria com mais pontuações, por que?
  • Materiais: por que a categoria se tornou mais difícil e como isso irá impulsionar o mercado para melhor
  • Qualidade interna: O foco não é no projeto e nem na obra. É na ocupação pelas pessoas
  • Inovação: é só sobre o projeto e sua comunicação com a sociedade

Pronto para criar construções sustentáveis com base nos créditos do LEED? Como mencionamos, este é um resumo, mas você poderá se aprofundar ainda mais em cada crédito posteriormente.

Importante! Antes de proceder com o processo para construções sustentáveis…

O objetivo é demonstrar como os créditos do LEED podem te ajudar a aplicar sustentabilidade de forma coerente em seu projeto e não é focado na certificação.

O processo de certificação é minucioso, de longo prazo, com pré-requisitos e créditos aplicáveis para apenas algumas tipologias de projeto, tornando altamente recomendada a contratação de uma equipe de profissionais específica. Procure estes profissionais para que o processo ocorra da melhor maneira possível.

ANTES DE INICIAR O PROJETO…

A versão 4 do LEED (Leadership in Energy and Environmental Design) colocou um grande foco no Projeto Integrado. Ele entende que as melhores oportunidades de projeto estão justamente nesta primeira fase. Por isso foram criados dois créditos para incentivar equipes de projeto a serem formadas logo no início e buscar mais alternativas de construir de maneira sustentável.

Processo Integrativo

É um crédito para a grande maioria das tipologias construtivas. Busca-se aqui dar suporte ao projeto com alta performance e boa relação de custo-benefício através da análise antecipada e inter relações entre sistemas.

Você precisa mesmo antes de iniciar o projeto identificar oportunidades para a sinergia entre disciplinas e sistemas da edificação. Entre estas oportunidades estão os Sistemas Relacionados à Energia (condições do lote, orientação, envoltória, iluminação, conforto térmico, equipamentos, parâmetros operacionais) e Água (demandas de água interna, externa, de processos e suprimento).

Design e Planejamento de Projeto Integrativo para Construções Sustentáveis

Este crédito é aplicado apenas para hospitais. Como é um pré-requisito, se você não atingi-lo, você não poderá obter a certificação. O objetivo é encontrar as melhores oportunidades de projeto com ênfase na saúde por meio de uma equipe multidisciplinar.

Para atender ao LEED você deve criar uma equipe de projeto integrado (mínimo de 4 pessoas) no início do projeto e discutir as melhores estratégias pela expertise multidisciplinar em uma “charrete”.

Você deve criar um documento com os Requisitos de Projeto delineando objetivos e estratégias para garantir a saúde de todos os ocupantes da construção, a comunidade local e o meio ambiente por um ambiente de alta performance.

Deve ainda estabelecer os Objetivos Preliminares, como o nível de certificação que será perseguido e cada responsável para esta obtenção.

Conheça o Primeiro Curso LEED Green Associate do Brasil!

CATEGORIA DE LOCALIZAÇÃO E TRANSPORTE

Esta primeira categoria do LEED se refere a decisões sobre a localização do lote, com créditos que encorajam o desenvolvimento compacto, transportes alternativos e conexão com serviços.

Construções sustentáveis bem localizados tiram vantagem de infraestrutura existente, como o transporte público, vias, calçadas, ciclovias, serviços e lazer, assim como eletricidade, água, gás e esgoto.

Manter edifícios perto de uma boa infraestrutura diminui drasticamente os custos materiais e ecológicos que acompanham a sua criação, como vias e estrutura de acesso. Gera um maior aproveitamento da estrutura urbana, facilitando a vida de usuários, empregados e visitantes. Promove ainda uma grande economia de dinheiro e recursos ambientais pela diminuição da distância de tráfego.

LEED para a Localização de Desenvolvimento de Bairros

A intenção é evitar o desenvolvimento em lotes inapropriados, reduzir a distância de viagens por veículos e melhorar a qualidade de vida encorajando atividades físicas diárias.

Se você possuir o projeto dentro de um condomínio ou masterplan já certificado, você não necessita correr atrás das pontuações de LT (Localização e Transporte) do LEED, já que elas estão automaticamente computadas. Você pode iniciar seu projeto com o máximo de 16 pontos.

Proteção de Terra Sensível para Construções Sustentáveis

O intuito é evitar o desenvolvimento em áreas ambientais sensitivas, reduzindo o impacto ambiental da construção no lote.

Para isto você pode focar o desenvolvimento em áreas anteriormente desenvolvidas ou mesmo localizar o projeto em áreas que não atendam aos critérios de terra sensível. Entre estes exemplos indicados pelo LEED estão regiões agrícolas definidas pelo governo local, várzeas, habitats de espécies ameaçadas, corpos d’agua ou pântanos.

Lote de Alta Prioridade

O objetivo é encorajar a localização do projeto em áreas com restrições de desenvolvimento e promover a saúde do espaço circundante. Entre estes ambientes estão bairros históricos, lotes prioritários ou mesmo contaminados.

Densidade Circundante e Usos Diversos

O objetivo é proteger terras e o habitat encorajando o desenvolvimento em áreas com infraestrutura existente. Promove-se assim o caminhar, a eficiência de transporte e a redução da distância de transporte por veículos. Melhora-se ainda a saúde pública encorajando atividades físicas diárias.

Para atingir o objetivo, resumidamente é necessário construir em lotes onde a densidade existente dentro dos 400 metros dos limites do projeto seja considerável.

Ainda, é necessário construir ou reformar espaços em que a entrada principal esteja a 800 metros de distância a pé da entrada principal de no mínimo 4 usos diversos publicamente disponíveis.

Acesso ao Trânsito de Qualidade

A intenção é encorajar o desenvolvimento em localizações em que exista a escolha de transportes intermodais ou reduzir o uso de veículos, tanto para reduzir emissões de gases, poluição do ar e outros problemas ambientais e de saúde associados aos usos de veículos.

Para atender ao LEED localize o projeto dentro de 400 metros da distância a pé de paradas de ônibus, bondes ou caronas compartilhadas. Você pode ter seu projeto também a 800 metros de distância a pé de estações ferroviárias, terminais de ônibus ou ferry, existentes ou planejadas. O serviço de trânsito nessas paradas e estações devem atender aos requisitos mínimos das tabelas específicas.

Instalações de Bicicleta em Construções Sustentáveis

O objetivo é promover a eficiência do uso e transporte por bicicleta e reduzir o trafego de veículos, além de melhorar a saúde pública encorajando atividades físicas utilitárias e de recreação.

Para isso, a entrada funcional ou estocagem de bicicletas do projeto deve estar à 180 metros de distância a pé de uma rede de bicicletas. Deve se conectar em até 4800 metros com no mínimo 10 usos diversos, ou pontos de ônibus, terminais, estações de ferry ou ciclovias.

O LEED solicita que o projeto também deve prever armazenamento de curto prazo e chuveiros com vestiário dependendo do seu uso e número de ocupantes.

Pegada de Estacionamento Reduzida

A intenção deste crédito do LEED é minimizar os danos ambientais associados com estruturas de estacionamento, diminuindo a dependência de automóveis, o uso do solo e o escoamento de águas pluviais.

Para isso é importante não exceder o código local para a capacidade de estacionamento. Existem incentivos para veículos de frota ou estacionamentos para veículos com caronas.

Veículos Verdes

A ideia é reduzir a poluição promovendo alternativas para automóveis verdes. Para isso projete 5% de todos os espaços de estacionamento para vagas preferenciais para veículos verdes.

Instale equipamentos de abastecimento para veículos elétricos (EVSE) em 2% de todos os espaços de estacionamento.

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CATEGORIA DE LOTES SUSTENTÁVEIS

Esta categoria é sobre as decisões relacionadas ao edifício no lote, enfatizando relações vitais entre edifícios e ecossistemas. Foca em restaurar elementos do lote, integrá-lo com os ecossistemas locais e preservar a biodiversidade em que esses sistemas naturais necessitam.

O projeto que cumpre estas solicitações protege ecossistemas pela avaliação correta do local e o planejamento da localização do edifício e do paisagismo. Não prejudica o habitat, os espaços abertos e corpos d’água.

Utiliza métodos de desenvolvimento de baixo impacto minimizando a poluição da construção, os efeitos da ilha de calor, a poluição luminosa e o escoamento da água da chuva. Podem até mesmo remediar lotes decadentes, promovendo uma maior qualidade de vida para todos ao redor.

Prevenção da Poluição nas Atividades de Construção

O objetivo deste pré-requisito do LEED é reduzir a poluição das atividades da construção por controle da erosão do solo, sedimentação fluvial e poeira do ar.

Para que isso aconteça crie e implemente um plano de controle da erosão e sedimentação para todas as atividades construtivas relacionadas ao projeto.

Avaliação Ambiental do Lote

O intuito deste pré-requisito é proteger a saúde dos usuários assegurando que o lote é verificado de contaminações ambientais e que qualquer eventual contaminação será remediada. É valido apenas para escolas e edifícios relacionados à saúde.

Para atingir o objetivo do LEED conduza uma Avaliação Ambiental do lote para determinar a existência de contaminações. Se existir a suspeita, conduza uma Avaliação Ambiental do Lote de Fase II. Se o lote estiver contaminado, reabilite-o para atender aos níveis previstos em legislação.

Avaliação do Lote

O objetivo é avaliar as condições do lote antes do início do projeto para avaliar as opções sustentáveis e criar base para as decisões de desenvolvimento.

Você precisa documentar uma avaliação do lote que inclua as seguintes informações: topografia, hidrologia, clima, vegetação, solo, usos humanos e efeitos humanos à saúde. Demonstre como essas características influenciam o projeto.

Desenvolvimento do Lote – Proteger ou Restaurar o Habitat

O objetivo é conservar áreas existentes naturais e restaurar áreas prejudicadas, promovendo um habitat sustentável e a biodiversidade.

Preserve e proteja de todas as atividades de desenvolvimento e construção 40% das áreas verdes do lote, se elas existirem. Utilize plantas nativas ou adaptadas, restaurando 30% de todas as porções do lote identificadas como anteriormente desenvolvidas. Caso isso não seja possível, forneça suporte financeiro de pelo menos US$4,00/m2 para a área total do lote.

Espaços Abertos

O intuito é criar espaços externos abertos em construções sustentáveis que encorajem a interação social, com o meio ambiente, a recreação e atividades físicas.

Forneça espaços abertos de no mínimo 30% da área total do terreno. Um mínimo de 25% dos espaços abertos devem possuir vegetação ou plantas altas que forneçam sombra.

Gerenciamento de Água de Chuva em Construções Sustentáveis

O objetivo é reduzir o volume de escoamento e melhorar a qualidade da água do lote, replicando a hidrologia natural baseado na história dos ecossistemas da região.

Você possui três caminhos pelo LEED: O primeiro, mais básico, é a captação a água no lote e gerenciar o escoamento a partir do 95º percentil de eventos regionais ou locais de precipitação usando o desenvolvimento de baixo impacto e/ou infraestrutura verde.

O segundo caminho é idêntico ao primeiro, mas para o 98º percentil de eventos regionais ou locais de precipitação. Para projetos com taxa de ocupação de 100% em áreas urbanas e densidades mínimas de 1,5 existe uma terceira opção, que é pelo 85º percentil.

Redução da Ilha de Calor

O objetivo do crédito é minimizar os efeitos no microclima e habitats humanos e selvagens minimizando as ilhas de calor.

Para que isto aconteça você pode escolher opções para a cobertura, como telhados verdes ou coberturas com alto índice de refletância. Para outros pavimentos você pode utilizar plantas existentes ou plantas que forneçam sombras sobre áreas pavimentadas. Estacionamentos cobertos também são permitidos.

Redução da Poluição da Luz

O objetivo é melhorar o contato com a noite, melhorando a visibilidade noturna e reduzindo as consequências prejudiciais para as pessoas e a vida selvagem.

Para atingir os requisitos do LEED é necessário efetuar cálculos da iluminação e sua transgressão. Existem dois métodos: o primeiro é o backlight uplight glare ou o método de cálculo. Isso vale para todas as luminárias externas localizadas dentro dos limites do projeto, com base nas características fotométricas de cada luminária e a zona de iluminação do limite da propriedade.

Master Plan do Lote para Construções Sustentáveis

Neste crédito restrito para escolas, assegure que os benefícios alcançados pelo projeto continuem independentes de mudanças futuras na região.

O LEED solicita que projeto deve atingir pelo menos 4 dos créditos abaixo. Eles devem ser recalculados usando dados do masterplan. Entre eles estão: LT- Lote de Alta Prioridade, SS- Desenvolvimento do Lote- Proteger ou Restaurar o Habitat, SS- Espaços Abertos, SS- Gerenciamento de Águas de Chuva, SS- Redução das Ilhas de Calor e SS- Redução da Poluição da Luz.

Diretrizes do Projeto e Construção para Inquilinos

O objetivo neste crédito de LEED para Core and Shell é educar os inquilinos para implementar o design sustentável e características da construção no layout dos escritórios.

Para atingir o objetivo publique para os inquilinos um documento com a descrição das características do design sustentável. Faça recomendações, incluindo exemplos de estratégias sustentáveis e produtos, materiais, serviços ou Informações que permitam o inquilino a coordenar da melhor forma o design do espaço.

Acesso Externo Direto

Neste crédito apenas aplicado para espaços de saúde o objetivo é fornecer aos pacientes e ao staff os benefícios associados com o acesso direto ao meio ambiente natural.

O LEED pede para que você projete um acesso direto para um pátio externo, terraço, jardim ou sacada. O espaço deve ser de pelo menos 0,5m² por paciente para 75% de todos os pacientes internados e 75% para pacientes externos cujo tempo de permanência exceda 4 horas.

Locais de Descanso

O intuito deste outro crédito referente à hospitais é fornecer aos pacientes, funcionários e visitantes os benefícios para a saúde pelo contato com a natureza por espaços abertos de descanso.

Forneça locais de descanso que sejam acessíveis aos pacientes e visitantes, iguais a 5% da área do programa da edificação. Forneça também espaços adicionais dedicados para descanso de funcionários, para 2% da área do programa da edificação.

Utilização Conjunta de Instalações

O objetivo deste crédito exclusivo para escolas é integrar a escola com a comunidade pelo compartilhamento da construção e seus campos de esportes para eventos ou funções que não sejam da escola.

Para atingir o crédito você deve criar contratos com entidades para utilizar seus espaços ou mesmo liberar espaços específicos para o uso comunitário, como auditórios, ginásios, cafeteria, uma ou mais salas de aula, estacionamentos ou mesmo estádios ou campos de esportes.

É possível ainda criar espaços específicos para a contribuição comunitária, como escritórios comerciais, clinicas de saúde, centros de serviços comunitários, escritório de polícia, biblioteca ou estacionamento.

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construções sustentáveis

CATEGORIA DE EFICIÊNCIA DA ÁGUA

A categoria aborda a água de maneira holística, olhando para o uso interno, externo, usos especializados e sua medição. Os créditos se baseiam na abordagem da maior eficiência na conservação.

Como resultado, cada pré-requisito busca a eficiência da água e as reduções do uso de água potável. Em seguida, são verificados os usos de água não potável ou fontes alternativas de abastecimento.

Além dos problemas da própria água que são bem conhecidos no mundo todo, devemos pensar que a energia necessária para o seu tratamento, o transporte para um edifício, a utilização e descarte representa uma quantidade significativa de energia.

Arquitetos e construtores podem construir edifícios que utilizem significativamente menos água do que a construção convencional através da incorporação de paisagens nativas que eliminem a necessidade de irrigação, a instalação de equipamentos eficientes e a reutilização de águas residuais para as necessidades de água não potável.

Os créditos incentivam as equipes de projeto para aproveitar todas as oportunidades para reduzir significativamente o consumo total de água.

Redução do Uso de Água Externo em Construções Sustentáveis

O objetivo deste pré-requisito do LEED é bem simples: reduzir o consumo de água externo.

Reduza através das opções seguintes: A primeira é utilizar um paisagismo que não necessite de um sistema de irrigação permanente ou um paisagismo com irrigação reduzida. Atinja pelo menos 30% de redução referente a um patamar base.

Redução do Uso de Água Interno

O objetivo deste pré-requisito é reduzir o consumo de água interno.

Reduza o consumo de água para pelo menos 20% da tabela base disponibilizada pelo USGBC (órgão responsável pelo LEED) para todos os equipamentos. Todos os vasos, mictórios, torneiras privativas e chuveiros devem possuir padrão WaterSense ou equivalente. Ainda, devem-se estabelecer equipamentos e processos complementares que atendam aos requisitos.

Medição do Uso de Água

O objetivo é dar suporte ao gerenciamento de água e identificar oportunidades para economias adicionais pelo rastreamento do consumo.

Para isso é necessário instalar equipamentos de medição permanentes para o uso total da água na construção e áreas associadas. Os medidores devem ser compilados em resumos mensais e anuais. É necessário compartilhar com o Green Building Council dos Estados Unidos os resultados por um período de 5 anos começando na data em que o projeto receber certificação ou ocupação típica, o que vier primeiro.

Redução do Uso de Água Externo

O Objetivo é reduzir ainda mais o consumo de água externo utilizando exatamente o que foi estabelecido no pré-requisito. Quanto mais for reduzir o uso e comprovar para o USGBC, mais pontuações você recebe em construções sustentáveis.

Redução do Uso de Água Interno

O objetivo também é reduzir o consumo de água interno em construções sustentáveis conforme estabelecido no pré-requisito.

Reduza o uso da água nos equipamentos além dos 20% do pré-requisito. Economias adicionais de água potável podem ser ganhas utilizando de fontes alternativas de água.

Utilização de Água da Torre de Resfriamento

A intenção é aproveitar ao máximo a água utilizada na torre de resfriamento enquanto controla micróbios, corrosões e escamas no sistema de condensação.

Para torres de resfriamento e condensadoras de evaporação, conduza uma análise de água potável, medindo parâmetros como Cálcio, Alcalinidade, Dióxido de Silício, Cloro e Condutividade.

Calcule o número de ciclos da torre de resfriamento dividindo o nível máximo de concentração de cada parâmetro pelo nível de concentração atual encontrado na água potável de reposição. Limite os ciclos da torre de resfriamento evitando exceder valores máximos para cada um desses parâmetros. Você ganha créditos dependendo do número de ciclos alcançados para até um máximo de 10.

Medição de Água em Construções Sustentáveis

A intenção é dar suporte ao gerenciamento de água em construções sustentáveis e identificar oportunidades para economias adicionais pelo rastreamento do uso da água.

Para isso o LEED pede que você instale medidores de água permanentes para 2 ou mais subsistemas de água como por exemplo: irrigação, encanamentos de interior e acessórios, água quente, água recuperada, boilers – com uso anual de no mínimo 378.500 litros ou 150kW – ou outras águas de processo.

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CATEGORIA DE ENERGIA E ATMOSFERA

A categoria de Energia e Atmosfera aborda a energia a partir de uma perspectiva holística, abordando a redução do uso de energia em construções sustentáveis, estratégias do projeto de eficiência energética e fontes de energia renováveis.

A eficiência energética em um edifício verde começa com foco em um projeto que reduz as necessidades de energia, como a orientação e a posição dos vidros, além da escolha de materiais de construção adequados ao clima.

Estratégias como o aquecimento e refrigeração passivos, ventilação natural, e sistemas de HVAC de alta eficiência em conjunto com controles inteligentes reduzem ainda mais o consumo energético. A geração de energia renovável no lote ou a compra de energia verde permite que parte do consumo de energia remanescente seja atendida com a energia de combustíveis não fósseis, reduzindo a demanda por fontes tradicionais.

O processo de comissionamento em construções sustentáveis é fundamental para garantir edifícios de alto desempenho. O envolvimento precoce de uma autoridade de comissionamento ajuda a evitar problemas de manutenção e desperdício de energia, verificando que o projeto satisfaz os requisitos.

Em um prédio operacionalmente eficiente, a equipe entende quais sistemas estão instalados e como eles funcionam. Os usuários devem possuir formação e serem receptivos para aprender novos métodos para otimizar o desempenho do sistema para que o projeto tenha o desempenho mais eficiente.

A categoria do LEED reconhece que a redução do uso de combustíveis fósseis se estende muito para além das paredes do edifício. A resposta à demanda permite as concessionárias a recorrer a edifícios para reduzir seu uso de energia elétrica nos horários de pico, reduzindo a pressão sobre o grid e a necessidade de operar mais usinas de energia. Da mesma forma, no local de energia renovável não só se fomenta um mercado independente de combustíveis fósseis, mas também uma fonte de eletricidade confiável para a região.

Comissionamento e Verificação Fundamental

O objetivo do pré-requisito é dar suporte ao projeto, sua construção e operação adequando-o aos requisitos do proprietário para energia, água, qualidade interna do ambiente e durabilidade.

Para isso complete as atividades do processo de comissionamento para sistemas de mecânica, elétrica, hidráulica e energia renovável conforme diretrizes da ASHRAE1.1.2007 para sistemas HVAC.

Performance Mínima de Energia

O objetivo deste pré-requisito do LEED para construções sustentáveis é reduzir os danos ambientais e econômicos do uso excessivo de energia pela conquista de uma eficiência de energia mínima da edificação e seus sistemas. Você possui três opções:

Opção 1. Simulação da Energia da Construção Completa: Demonstre uma melhoria de 5% para novas construções, 3% para Reformas e 2% para Core and Shell no edifício proposto utilizando o parâmetro base, calculado de acordo com a ASHRAE 90.1.2010, Apêndice G, utilizando um modelo de simulação.

Opção 2. Conformidade Normativa: ASHRAE 50% Advanced Energy Design Guide: Obedeça as disposições da ASHRAE 90.1.2010. Obedeça os requisitos de HVAC e aquecimento de água, incluindo eficiência dos equipamentos, economizadores, ventilações, dutos e dampers para a zona apropriada do ASHRAE 50% Advanced Energy Design Guide.

Opção 3. Conformidade Normativa: Advanced Buildings Core Performance Guide: Obedeça as disposições da ASHRAE 90.1-2010. Siga a Seção 1: Design Process Strategies, Seção 2: Core Performance Requirements e as 3 estratégias abaixo na Seção 3: Enhanced Performance Strategies, se aplicável. Onde os padrões conflitam, siga o que for mais restritivo. Consulte os apêndices da ASHRAE para determinar a zona climática correta.

Medição de Nível de Energia da Edificação

O objetivo do crédito do LEED para construções sustentáveis é dar suporte ao gerenciamento de energia e identificar oportunidades para a economia adicional pelo rastreamento do uso de energia na edificação.

Para que isso aconteça é necessário instalar medidores e prover informações da edificação para o USGBC com o consumo total de energia (elétrico, gás natural, água refrigerada, vapor, óleo combustível, propano, biomassa, etc).

Gerenciamento Fundamental de Refrigeração

O objetivo do pré-requisito é reduzir a destruição da camada de ozônio. É necessário impedir o uso de refrigerantes com base em CFC (Clorofluorocarboneto) em novas construções nos sistemas de aquecimento, ventilação, ar-condicionado e refrigeração (HVAC&R). Quando reutilizar equipamento HVAC&R, planeje uma redução por fases antes da conclusão do projeto.

Comissionamento Avançado

Objetivo de dar mais suporte ao projeto, a construção e a operação do edifício que já está adequado aos requisitos do proprietário para energia, água, qualidade interna do ambiente e durabilidade. Implemente um processo de comissionamento com o escopo além do solicitado no pré-requisito.

Otimizar a Performance de Energia

É o crédito com o maior número de pontos no LEED para construções sustentáveis. O objetivo é conquistar níveis de performance energética além do pré-requisito para reduzir danos ambientais e econômicos associados com o uso excessivo de energia.

Para atingir o objetivo estabeleça uma meta de desempenho energético não pior que o da fase de desenho esquemático. Você possui duas opções:

Opção 1. Simulação da Energia da Construção Completa: Analise medidas de eficiência durante o processo de projeto e leve em conta os resultados na decisão do edifício. Utilize a simulação energética para oportunidades de eficiência, analises do passado de edificações similares, ou dados publicados para análises de construções similares. Analise medidas de eficiência, focando em redução de carga e estratégias relacionadas a HVAC apropriadas para instalação. Projete economias de energias potenciais e implicações de custos de projeto para todos os sistemas afetados.

Opção 2. Conformidade Normativa: ASHRAE 50% Advanced Energy Design Guide: Para ser possível esta opção, o projeto deve ter utilizado a Opção 2 do pré-requisito Minimum Energy Performance. Implemente e documente concordância com as recomendações aplicáveis do Capítulo 4, Design Strategies and Recommendations by Climate Zone para o guia apropriado da ASHRAE.

Medição Avançada de Energia da Edificação

O objetivo é dar suporte ao gerenciamento de energia e identificar oportunidades para economizar energia adicional por rastreamento do nível de uso e dos sistemas de energia da edificação. Instale medidores avançados de energia para todas as fontes de energia utilizadas pela construção e todos usos finais de energia que representem 10% ou mais do consumo anual da edificação.

Resposta à Demanda

O intuito é de aumentar a participação em tecnologias de Resposta à Demanda e tornar a geração de energia e sistemas de distribuição mais eficientes, aumentando a confiabilidade da rede e reduzir a emissão de gases de efeito estufa.

Projete para que a construção e os equipamentos participem em programas de Resposta à Demanda através de corte de carga ou deslocamento.

Produção de Energia Renovável

Intuito de reduzir os danos ambientais e econômicos associados com a energia de combustíveis fósseis aumentando o suprimento de energia renovável.

Para atingir o objetivo utilize sistemas de energia renovável para diminuir os custos de energia, como por exemplo a utilização de painéis fotovoltaicos para obtenção de energia solar. Créditos são obtidos conforme a porcentagem do custo produzido referente ao consumo do edifício.

Gerenciamento Avançado de Refrigeração

O objetivo principal deste crédito do LEED é reduzir a destruição da camada de ozônio e apoiar o cumprimento antecipado com o Protocolo de Montreal, minimizando as contribuições diretas para a mudança climática.

Você possui duas opções em construções sustentáveis:

Opção 1. Sem uso de Refrigerantes ou de Baixíssimo Impacto: Não utilizar refrigerantes, ou apenas utilizar refrigerantes que possuam um potencial de destruição da camada de ozônio igual a zero e um potencial de aquecimento global menor que 50.

Opção 2. Cálculo do Impacto: Selecionar refrigerantes que são utilizados em equipamentos de aquecimento, ventilação, ar-condicionado e refrigeração (HVAC&R) para minimizar ou eliminar compostos que contribuem para a destruição da camada de ozônio e mudança climática. Realize cálculo específico para atender ao requisito.

Energia Verde e Créditos de Carbono

O objetivo é encorajar a redução de gases de efeito estufa através de uma fonte na rede, tecnologias de energia renovável ou projetos de atenuação de carbono.

Para que isso aconteça esteja engajado em um contrato para recursos qualificados que estejam online desde 1o de janeiro de 2005, para um mínimo de 5 anos, para ser distribuído pelo menos anualmente. O contrato deve especificar o fornecimento de pelo menos 50% por Energia Verde, Créditos de Carbono ou Certificados de Energia Renovável (RECs) em construções sustentáveis.

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construções sustentáveis

CATEGORIA DE RECURSOS E MATERIAIS

A categoria de Materiais e Recursos é a que mais foi modificada no LEED v4. O principal motivo foi a necessidade da melhor comprovação dos materiais aplicados em projeto e beneficiar aqueles que possuem uma análise completa de sua cadeia de produção e buscam melhorias em seus processos para garantir maiores benefícios para o planeta.

A categoria se concentra em minimizar a energia incorporada e outros impactos associados com a extração, processamento, transporte, manutenção e descarte de materiais de construção.

Os requisitos possuem o foco em uma abordagem de ciclo de vida que melhore o desempenho e promova a eficiência dos recursos naturais. Cada requisito identifica uma ação específica que se encaixa no contexto mais amplo de uma abordagem de ciclo de vida para a redução dos impactos.

A redução na fonte é o objetivo mais importante porque evita danos ambientais ao longo do ciclo de vida de um material, desde da cadeia de abastecimento, seu uso, até a reciclagem e eliminação de resíduos. A redução na fonte incentiva o uso de estratégias de construção inovadoras, tais como pré-fabricação e concepção de materiais de construção com dimensões, minimizando cortes de materiais e ineficiências.

A construção e a reutilização de materiais é a próxima estratégia mais eficaz, porque a reutilização evita o impacto ambiental do processo de fabricação. A substituição de materiais existentes por novos implicaria na produção e transporte de novos materiais, o que levaria muitos anos para compensar os gases de efeito estufa.

O LEED tem consistentemente recompensado ​​a reutilização de materiais, e a versão 4 oferece ainda mais flexibilidade, premiando todos os materiais reutilizados em um projeto: tanto no lote, como parte de uma estratégia de reutilização do edifício, como fora, como parte de uma estratégia de reutilização.

A reciclagem é a maneira mais comum para desviar os resíduos dos aterros. Na prática convencional, a maioria dos resíduos são depositados nestes espaços, uma solução cada vez mais insustentável. Nas áreas urbanas, o espaço dos aterros muitas vezes já atingiram sua capacidade, necessitando de mais terras em outros lugar e aumentando os custos de transporte. Inovações em tecnologia de reciclagem melhoram a triagem e processamento para fornecer matérias-primas para mercados secundários, mantendo esses materiais em um fluxo de produção mais longo.

A próxima utilização mais benéfica de resíduos é a conversão de energia. Muitos países estão diminuindo a carga sobre aterros através desta solução. Quando as medidas de controle rigoroso de qualidade do ar são aplicadas, a transformação em energia pode ser uma alternativa viável para extração de combustíveis fósseis.

Sobre a Análise do Ciclo de Vida, o LEED visa acelerar o uso de ferramentas para tomada de decisão baseada nessa análise, estimulando, assim, a transformação do mercado e melhorar a qualidade das bases de dados. Reconhecendo as limitações da abordagem de ciclo de vida para abordar a saúde humana e as consequências do ecossistema da extração de matéria-prima, o LEED utiliza abordagens alternativas, complementares a Análise do Ciclo de Vida nos créditos que abordam esses temas.

Armazenagem e Coleta de Recicláveis em Construções Sustentáveis

O pré-requisito possui o Intuito de reduzir o desperdício gerado por ocupantes da edificação que são transportados e descartados em aterros sanitários.

Forneça áreas dedicadas acessíveis para transportadores de lixo e ocupantes da edificação para a armazenagem e coleta correta de materiais recicláveis. Realize medidas apropriadas para a coleta segura, a armazenagem e o descarte de pelo menos dois dos elementos entre estes: baterias, lâmpadas contendo mercúrio e lixo eletrônico.

Gestão de Resíduos de Construção e Demolição

A intenção do pré-requisito é reduzir o desperdício de construção e demolição enviado para aterros sanitários e fabricas de incineração recuperando, reutilizando e reciclando materiais.

Desenvolva e implemente um plano de gerenciamento de resíduos de construção e demolição estabelecendo metas de desvio de resíduos para o projeto identificando pelo menos 5 materiais e sua estratégia de gestão.

Redução de Fontes de PBT- Mercurio em Construções Sustentáveis

Neste pré-requisito exclusivo para consruções sustentáveis de saúde o objetivo é eliminar produtos contendo mercúrio através da sua substituição, captura e reciclagem.

Como parte do programa de reciclagem, identifique os produtos contendo mercúrio e os equipamentos a serem coletados. Relate como eles serão manuseados pelo programa de reciclagem e o método de descarte.

Redução de Impacto do Ciclo-de-vida da Construção

O intuito é encorajar o reuso adaptativo e otimizar a performance ambiental de produtos e materiais em construções sustentáveis.

Para atingir o objetivo do LEED é necessário demonstrar efeitos ambientais reduzidos nas decisões de projeto reutilizando recursos existentes da construção ou demonstrando uma redução de uso de materiais durante a Analise do Ciclo de Vida. Atinja uma das opções mais apropriadas para seu projeto, como: o Reuso de Construção Histórica, a Reforma de Construção Arruinada ou Abandonada, o Reuso de Materiais e Construção ou mesmo uma Avaliação do Ciclo de Vida Completo da Construção.

Otimização e Divulgação de Produtos da Construção- Declaração de Produtos Ambientais em Construções Sustentáveis

O intuito é encorajar o uso de produtos e materiais cujas informações do ciclo de vida estejam disponíveis e possuam um bom impacto econômico, social e ambiental. O LEED recompensa times de projeto que selecionam produtos cujos fabricantes possuem prova de melhores ciclos de vida ambientais em construções sustentáveis.

Para atingir o objetivo deste crédito do LEED atinja uma ou mais das opções abaixo:

Opção 1. Declaração de Produtos Ambientais (EPD): Utilize pelo menos 20 produtos instalados permanentemente de pelo menos 5 diferentes fabricantes que estejam de acordo com um critério de declaração ambiental em construções sustentáveis. Entre eles estão produtos com avaliação do ciclo de vida publicamente disponível, a certificação de terceiros (indústrias ou específicos), ou outros aprovados pelo USGBC.

Opção 2. Otimização de Múltiplos Atributos: Utilize produtos que estejam de acordo com um dos critérios abaixo para 50% do custo do valor total de produtos permanentemente instalados no projeto. Produtos serão avaliados como: Produtos com impacto ambiental inferior da média da indústria ou programas aprovados pelo USGBC.

Para cálculo do crédito, produtos provenientes (extraídos, fabricados, comprados) de no máximo 160km do terreno de projeto são contados como 200% do seu custo base de contribuição.

E o que são EPDs para Construções Sustentáveis?

Um EPD é um caminho padronizado de comunicar os impactos ambientais de produtos e facilitar a utilização de materiais ecologicamente corretos. Menciona o potencial de aquecimento global e esgotamento de recursos energéticos de um produto ou sistema.

Otimização e Divulgação de Produtos da Construção- Origem de Matérias-Primas

O objetivo é encorajar o uso de produtos e materiais em construções sustentáveis cujas informações do ciclo de vida estejam disponíveis e possuam um bom impacto econômico, social e ambiental. O LEED recompensa profissionais que selecionam produtos verificados por serem extraídos e armazenados de maneira responsável.

Opção 1. Relatório de Origem e Extração de Matérias-primas: Utilize pelo menos 20 diferentes produtos de pelo menos 5 diferentes fabricantes que tenham lançado um relatório público de seus fornecedores de matérias-primas que incluam a localização da extração desses materiais, o compromisso tanto para uso do solo ecologicamente responsável, como reduzir impactos ambientais da extração e do processo de fabricação e serem voluntários em programas que demonstrem um critério de origem responsável.

Opção 2. Liderança em Práticas de Extração: Utilize produtos que atendam pelo menos um dos critérios responsáveis de extração abaixo para pelo menos 25%, do custo, do valor total dos produtos instalados permanentemente no projeto. Entre eles estão a Responsabilidade estendida do produtor, Materiais bio formados, Produtos em madeira, Reuso de materiais e Conteúdo reciclável.

Produtos originários (extraídos, manufaturados e comprados) em até 160km do local do projeto contam como 200% do seu custo base.

Otimização e Divulgação de Produtos da Construção- Ingredientes de Materiais

A intenção do LEED é encorajar o uso de produtos e materiais cujas informações do ciclo de vida estejam disponíveis e possuam um bom impacto econômico, social e ambiental.

O LEED recompensa times de projeto que selecionam produtos em que os ingredientes químicos são inventariados utilizando uma metodologia aceitável e por selecionar produtos verificados em minimizar o uso e geração de substâncias prejudiciais. Recompensa ainda fabricantes de matérias-primas cujos produtos são comprovados em possuir um ciclo-de-vida avançado.

Opção 1. Relatório de Ingredientes Materiais: Utilize pelo menos 20 diferentes produtos de pelo menos 5 diferentes fabricantes que utilizem qualquer um dos programas abaixo que demonstrem um inventário químico de produto de pelo menos 0,1%, como: Inventário de fabricação, Declaração de Saúde de Produto (HPD), Cradle to Cradle ou Programas aprovados pelo USGBC.

e/ou Opção 2. Otimização de Ingredientes de Materiais: Utilize produtos que documentem a otimização de ingredientes utilizando os caminhos abaixo para pelo menos 25%, do custo, do valor total de produtos permanentemente instalados no projeto. Entre eles estão: Greenscreen v1.2 benchmark, Certificação Cradle to Cradle, REACH Optimization e Programas aprovados pelo USGBC.

e/ou Opção 3. Otimização de Cadeia de Produto do Fabricante: Utilize produtos com pelo menos 25% do custo do valor total dos produtos permanentemente instalados no projeto que se originem de fabricantes que participem em programas válidos de segurança.

Deve ser avaliada a saúde, dano ou risco com uma documentação mínima de pelo menos 99% dos ingredientes utilizados para criar o produto ou material. Como alternativa, é possível utilizar produtos de fabricantes com verificação independente de terceiros da cadeia de matérias-primas que verifiquem itens mínimos que podem ser consultados no LEED Reference Guide.

Para atendimento de crédito das opções 2 e 3 em construções sustentáveis, produtos originados (extraídos, fabricados, comprados) em 160km do endereço do projeto constam como 200% do custo base.

Redução de Fontes de PBT- Mercurio

O objetivo neste crédito para edifícios de saúde é reduzir o lançamento de PBTs (persistentes, biocumulativos e tóxicos) associados com o ciclo de vida dos materiais de construção.

Para atender o LEED especifique e instale lâmpadas fusflorescentes com pouco conteúdo de mercúrio e longo tempo de vida, além do pré-requisito dito no começo desta categoria. Consulte o reference guide para este guia de materiais.

Redução de Fontes de PBT- Chumbo, Cádmio e Cobre

O objetivo neste crédito para edifícios de saúde é também reduzir o lançamento de PBTs (persistentes, biocumulativos e tóxicos) químicos associados com o ciclo de vida dos materiais de construção.

O requisito é especificar materiais que substituam chumbo, cádmio e cobre.

Chumbo: Para a água de consumo humano, especifique e use soldas para conectar o encanamento de acordo com padrões específicos. Isso vale para canos, acessórios para tubos, acessórios sanitários e torneiras. Especifique também pinturas e telhados livres de chumbo. Especifique e use fios e cabos elétricos com o uso reduzido.

Cádmio: Não especifique pinturas internas ou externas contendo cádmio.

Bronze: Para canos de bronze, reduza ou elimine fontes de corrosão relacionadas à juntas.

Móveis e Decorações Médicas

O objetivo deste crédito do LEED para construções sustentáveis de saúde é melhorar os atributos da saúde humana e ambiental associados com móveis e mobiliário médico.

O requisito é utilizar pelo menos 30%, do custo, de todos os móveis e decorações médicas que atendam aos critérios. Você possui a opção de utilizar materiais com conteúdo químico mínimo, realizar testes de modelagem ou mesmo produtos com EPD`s conforme mencionado no crédito específico desta categoria.

Produtos que atendam os critérios acima contam de acordo com sua localização (extração, fabricação e compra). Para calculo de crédito, produtos vindos de 160km do terreno de projeto valem como 200% do custo base.

Design para Flexibilidade em Construções Sustentáveis

Neste crédito apenas para construções sustentáveis relacionada à saúde, conserve recursos associados com a construção e gerenciamento de edifícios projetando com o intuito de proporcionar flexibilidade, a futura adaptação e o tempo de vida de componentes e conexões.

Para que isso aconteça aumente a flexibilidade da construção e o uso adaptativo no tempo de vida da estrutura empregando pelo menos 3 das seguintes estratégias:

  1. Utilização de espaços intersticiais;
  2. Espaços leves programados, como administração e depósitos;
  3. Shell spaces (espaços não finalizados);
  4. Identifique capacidade de expansão horizontal para espaços clínicos como diagnóstico e tratamento igual a pelo menos 30% da área existente de piso sem a demolição de espaços ocupados.
  5. Projetar para uma futura expansão vertical de pelo menos 75% do teto, se assegurando que operações e serviços existentes possam continuar por total ou capacidade similar durante a expansão;
  6. Projetar espaços para futuras estruturas de estacionamento igual a 50% da capacidade existente, com acesso direto ao lobby ou circulação principal do hospital;
  7. Partições desmontáveis para 50% das áreas aplicáveis;
  8. Móveis modulares para pelo menos 50% dos móveis ou mobílias customizadas.

Gerenciamento de Resíduos da Construção e Demolição

O intuito é reduzir a quantidade de resíduos de construção e demolição descartados em aterros sanitários e fábricas de incineração pela recuperação, reuso e materiais de reciclagem.

Para atender ao crédito do LEED recicle e /ou restaure materiais de construção ou demolição não perigosos. Cálculos podem ser feitos por peso ou volume mas devem ser consistentes.

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construções sustentáveis

CATEGORIA DE QUALIDADE AMBIENTAL INTERNA

A categoria do LEED de Qualidade Ambiental Interna premia decisões tomadas por equipes de projeto sobre a qualidade do ar interior, visual, conforto térmico e acústico em construções sustentáveis. Edifícios verdes com boa qualidade ambiental interna protegem a saúde e conforto dos ocupantes do edifício.

Ambientes internos de alta qualidade também aumenta a produtividade, diminuem o absentismo e melhoram o valor do edifício. Esta categoria ainda aborda as estratégias de design ​​e a qualidade nos fatores do ar, a qualidade de iluminação, o design acústico e o controle sobre o própria ambiente. Influencia-se positivamente a forma como as pessoas aprendem, trabalham e vivem.

Performance de Qualidade Mínima do Ar Interno em Construções Sustentáveis

Neste pré-requisito do LEED para construções sustentáveis, contribua para o conforto e bem-estar dos ocupantes por estabelecer padrões mínimos para qualidade interna do ar.

Estabeleça requisitos tanto para ventilação e monitoramento. Para a ventilação você possui medidas para espaços mecanicamente e naturalmente ventilados.

Ventilação. Espaços Mecanicamente Ventilados: A primeira opção é utilizar a normativa da ASHRAE 62.1-2010. A segunda é utilizar a CEN STANDARDS EN 15251-2007 e EN 13779-2007

Ventilação. Espaços Naturalmente Ventilados: determine as aberturas mínimas de ar externo e requisitos de configuração do espaço usando os procedimentos de ventilação natural da ASHRAE 62.1-2010 ou equivalentes locais, qual for mais restringente.

Monitoramento. Espaços Mecanicamente Ventilados: Para sistemas de volumes de ar variáveis, forneça um dispositivo medidor de vazão direta de ar externo capaz de medir a vazão mínima.

Este aparelho deve medir esta vazão mínima com uma precisão de +/- 10%, definida pelos requisitos de ventilação citados acima. Um alarme precisa indicar quando o valor de vazão externa variar em 15% ou mais do fluxo de ar externo.

Para sistemas de volume constantes, equilibre a vazão externa com a taxa mínima de vazão de ar externo definidos pela ASHRAE 62.1-2010, ou maior.

Monitoramento. Espaços Naturalmente Ventilados: Forneça um dispositivo medidor de vazão direta de ar externo capaz de medir a vazão mínima em construções sustentáveis.

Este aparelho deve medir esta vazão mínima com uma precisão de +/- 10%, definida pelos requisitos de ventilação citados acima. Um alarme precisa indicar quando o valor de vazão externa variar em 15% ou mais do fluxo de ar externo. Forneça dispositivos automáticos de indicação em todas as aberturas naturalmente ventiladas que se pretende atender os requisitos mínimos de aberturas.

Um alarme deve indicar quando qualquer uma das aberturas forem fechadas durante as horas de ocupação. Monitore as concentrações de dióxido de carbono (CO2) em cada zona térmica. Monitores devem estar entre 3 e 6 pés (0,9 e 1,8m) acima do piso e dentro de cada zona térmica.

Monitores de CO2 devem ter um indicador audível ou visual ou alertar o sistema de automação da edificação se a concentração de CO2 exceder os limites em mais de 10%. Calcule os limites apropriados do CO2 usando métodos da ASHRAE 62.1-2010, Apêndice C.

Controle de Fumaça de Tabaco no Ambiente

A intenção deste crédito do LEED é prevenir e minimizar a exposição dos ocupantes da construção, as superfícies internas, os sistemas de ventilação e a distribuição da fumaça de tabaco.

Para tanto proíba o fumo dentro da construção, exceto em áreas designadas localizadas a pelo menos 7,5 metros de todas as entradas, tomadas de ar e janelas operáveis. Também proíba o fumo dentro da linha da propriedade em espaços utilizados para intuitos de negócio.

Se o requisito de proibir fumo dentro de 7,5 metros não pode ser implementado por causa de legislação, forneça a documentação para esses regulamentos.

Sinalizações devem ser colocadas a pelo menos 3 metros de todas as entradas das construções indicando a política anti-fumo.

Para Edifícios Residenciais, ou atende-se aos requisitos acima ou compartimenta-se as áreas de fumo dentro da construção. Para cumprir da segunda forma, deve-se:

Proibir o fumo dentro de todas as áreas comuns do edifício. A proibição deve ser comunicada na construção de contratos de arrendamento ou de locação ou de convênios e restrições do condomínio ou de associações cooperativas.

Cada unidade precisa ser compartimentada para prevenir vazamento excessivo entre unidades:

  • Sele todas as portas externas e janelas operáveis nas unidades residenciais para minimizar o vazamento para áreas externas;
  • Sele todas as portas que levam as unidades residenciais entre circulações comuns;
  • Minimize caminhos não controlados para transferência de fumaça e outros poluentes entre unidades residenciais selando pontos nas portas, tetos e pisos selando dutos verticais (incluindo lixo, correio e elevadores) adjacentes às unidades;
  • Demonstre um vazamento máximo de 1,17 litros por segundo por metro quadrado) em 50 Pa de fechamentos (todas as superfícies fechando o apartamento, incluindo paredes externas, pisos e forros).

Performance Acústica Mínima em Construções Sustentáveis

Para atender a este pré-requisito apenas para escolas forneça para as salas de aula uma comunicação facilitada entre professores-estudantes e estudantes-estudantes através do design acústico.

Para isso atenda aos requisitos como:

Ruído de fundo de Ar-condicionado: Atinja um nível máximo de barulho de 40dBA dos sistemas de aquecimento, ventilação e ar-condicionado (HVAC) em salas de aula e outros espaços de aprendizado.

Ruidos Externos: Para localizações com muito ruído (pico acima de 60dBA durante horários escolares) implemente tratamento acústico e outras medidas para minimizar ruídos de fontes externas e controle a transmissão de som entre salas de aula e outros espaços de aprendizado.

Níveis de Reverberação: Para Salas de Aula e outros Espaços de Aprendizado menores que 556m³, projete salas de aula que incluam acabamentos suficientes absorventes de som para se adequar aos tempos de reverberação especificados nos padrões ANSI 60-2010, parte 1, critérios de performance acústica, requisitos de projeto e diretrizes para escolas, ou equivalente para projetos fora dos EUA.

Primeira opção: para cada sala, confirme que a superfície total dos painéis de parede, acabamentos de teto, e outros acabamentos absorventes de som são iguais ou excedem a área total do teto da sala (excluindo luzes, difusores e grades).

Materiais devem possuir um NRC de 0,70 ou mais para serem incluídos no cálculo. Segunda opção: Confirme através de cálculos descritos no padrão ANSI S12.60-2010 que salas são projetadas para atender aos requisitos especificados nas diretrizes.

Já para Salas de Aula e outros Espaços de Aprendizado maiores que 556m³, atinja os requisitos de reverberação descritos no NRC-CNRC Construction Technology Update No 51, Acoustical Design of Rooms for Speech (2002), ou equivalentes locais.

Estratégias de Qualidade Interna Melhorada do Ar

O objetivo deste crédito da certificação LEED para construções sustentáveis é promover o conforto dos ocupantes, bem estar, e produtividade pela melhora da qualidade interna do ar.

Opção 1. Estratégias de Melhor Qualidade Interna do Ar: Para espaços mecanicamente ventilados, utilize um “capacho” de 3 metros nas entradas, a prevenção interior de contaminação cruzada e sistema de filtragem. Já para espaços naturalmente ventilados, utilize também o capacho e cálculos de ventilação natural. Para sistemas mistos, utilize todos os sistemas além do cálculo de modo misto.

Opção 2. Estratégias Adicionais: Para espaços mecanicamente ventilados, realize uma prevenção da contaminação externa, ventilação aumentada, o monitoramento de dióxido de carbono ou fontes adicionais de controle e monitoramento. Já em espaços Naturalmente Ventilados, realize uma prevenção de contaminação externa, fontes adicionais de controle e monitoramento ou cálculos ambiente por ambiente de ventilação natural.

Materiais de Pouca Emissão em Construções Sustentáveis

O objetivo é reduzir as concentrações de contaminantes químicos que possam danificar a qualidade do ar, a saúde humana, produtividade e o meio ambiente.

Para isso é necessário diminuir ao máximo as emissões de Compostos Voláteis Orgânicos (VOC) no ar interno e o conteúdo de VOC dos materiais, como também os métodos de teste para qual as emissões internas de VOC são determinadas.

Opção 1. Cálculos de Categoria do Produto: Atinja os níveis limites de atendimento com as emissões e padrões de conteúdo para o número das categorias de produtos listados em uma tabela específica.

Opção 2. Método de Cálculo Orçamental: Se alguns produtos em uma categoria não atenderam ao critério, times de projeto podem usar o método um cálculo orçamental. O método de cálculo organiza o interior da construção em seis partes: pisos, tetos, paredes, mobiliário e isolamento térmico e acústico.

Plano de Gerenciamento da Qualidade Interna do Ar da Construção

Objetivo de promover o bem-estar dos trabalhadores da construção e ocupantes minimizando os problemas de qualidade interna do ar associados com a construção e reforma.

Desenvolva e implemente um plano de gerenciamento da qualidade interna do ar para as fases de construção e pré-ocupação da construção. Deve atender as medidas do guia Sheet Metal and Air Conditioning National Contractors Association (SMACNA). Proteja materiais absorventes armazenados no local da prevenção da umidade.

Não opere equipamentos permanentemente instalados de tratamento de ar durante a construção a menos que a eficiência mínima dos filtros MERV de 8, como determinados na ASHRAE 52.2.2007 sejam instalados em cada grade do ar de retorno e devolvam ou transfiram a entrada do duto abertura de tal forma que não exista nenhum desvio em torno dos meios de filtração.

Imediatamente antes da ocupação, substitua todos os meios de filtração com a mídia de filtragem do projeto final, instalados de acordo com as recomendações do fabricante. Proíba o uso de produtos de tabaco dentro da construção dentro de 7,5 metros da entrada durante a construção.

Avaliação da Qualidade Interna do Ar para Construções Sustentáveis

O intuito deste crédito do LEED é estabelecer uma melhor qualidade do ar interna em construções sustentáveis depois da obra e durante a ocupação.

Para isso selecione uma das 2 opções seguintes, para serem implementadas depois que a construção termina e tenha sido completamente limpa. Todos os acabamentos internos, como marcenarias, portas, pinturas, carpet, azulejos acústicos e mobiliário móvel devem ser instalados, e os principais itens da lista de VOCs devem ser concluídos.

Opção 1.1. Flush-out: Instale todos os filtros e realize um flush-out da construção fornecendo um volume de ar total de 4.267.140 litros/s/m2 da área bruta, enquanto mantém a temperatura interna de pelo menos 15ºC e não mais que 27ºC, além da umidade relativa não maior que 60%.

Opção 1.2. Durante a Ocupação: Se a ocupação é desejada antes que o flush-out esteja concluído, o espaço pode ser ocupado apenas após uma entrega mínima de 1.066.260 litros/s/m2 da área bruta enquanto mantém a temperatura interna de pelo menos 15ºC e não mais que 27ºC, além da umidade relativa não maior que 60%.

Uma vez que o espaços esteja ocupado, ele deve ser ventilado em uma taxa mínima de 1,5 litros de ar externo/s/m2 ou a taxa mínima de ar externo determinada pelo pré-requisito EQ Minumum Indoor Air Quality Performance, o que for maior. Durante cada dia do período de flush-out a ventilação deve começar pelo menos 3 horas antes da ocupação e continuar durante a ocupação.

Essas condições devem ser mantidas até que um total de 4.267.140 litros/s/m2 tenha sido entregue ao espaço.

Opção 2. Teste do Ar: Após o término da construção e antes da ocupação, mas dentro das condições típicas de ventilação para ocupação, conduza testes usando protocolos consistentes para todos os espaços ocupados.

Laboratórios que conduzirem testes para as análises químicas de formaldeídos e VOCs devem ser acreditados dentro da ISO/IEC 17025 para os métodos utilizados. Demonstre que contaminantes como Formaldeídos, Partículas, Ozônio, VOC`s, Monóxido de Carbono e Químicos listados no CDPH não excedam as concentrações listadas na tabela do guia de referência do USGBC.

Conduza todas as medidas antes da ocupação e durante horas normais ocupadas, com o sistema de ventilação iniciado na hora normal diária e operada na taxa de fluxo de ar externo mínima. Para cada ponto de amostra onde as concentrações excederem o limite, faça as ações corretivas para os contaminantes não atendidos nos mesmos pontos de amostra. Repita até que todos os requisitos sejam atendidos.

Conforto Térmico em Construções Sustentáveis

O objetivo é promover a produtividade dos ocupantes, conforto e bem-estar pela qualidade no conforto térmico em construções sustentáveis.

Para atender ao requisito do LEED e verifique questões tanto de design quanto de controle do conforto térmico.

Projeto do Conforto Térmico. Opção 1. ASHRAE 55-2010: Projete o aquecimento, ventilação e sistemas de ar condicionado (HVAC) e o fechamento da construção para atender aos requisitos do padrão a ASHRAE 55-2010, Thermal Confort Conditions for Human Occupancy, ou equivalentes locais.

Projeto do Conforto Térmico. Opção 2. Padrões ISO e CEN: Projete sistemas de HVAC e fechamento da edificação para atender aos requisitos dos padrões aplicáveis, como a ISO 7730:2005, Ergonomics of the Thermal Environment ou o Padrão CEN EN 15251:2007, Indoor Environmental Input parameters for Design and Assessment of Energy Performance of Buildings.

Controle do Conforto Térmico: Forneça controles individuais para pelo menos 50% dos espaços individuais ocupados. Forneça controles de conforto térmico de grupo para todos os espaços multi-ocupantes. Controles de conforto térmico permitem aos ocupantes, seja em espaços individuais ou espaços multi-occupantes compartilhados, a ajustar em pelo menos uma das seguintes opções no ambiente local: temperatura do ar, temperatura radiante, velocidade do ar e umidade.

Iluminação Interna em Construções Sustentáveis

A intenção deste crédito do LEED é promover a produtividade dos ocupantes, conforto e bem-estar na arquitetura por fornecer iluminação de alta qualidade dentro das construções sustentáveis.

Para que isso aconteça utilize o controle e/ou qualidade de iluminação:

Controle de Iluminação: Para pelo menos 90% dos espaços individuais ocupados, forneça controles individuais de iluminação que permitam aos ocupantes a ajustar a iluminação de forma sustentável pode ndo se adequar as tarefas e preferencias individuais, com pelo menos 3 níveis de iluminação ou cenas (on, off, meio nível).

Para todos os espaços multi-ocupados, atenda todos os requisitos seguintes: Tenha um sistema de controle multizona colocado que permita aos ocupantes a ajustar a iluminação para atender as necessidades do grupo e preferências, também com pelo menos 3 níveis ou cenas de iluminação.

Qualidade de Iluminação: Escolha 4 das seguintes estratégias:

  1. Para todos os espaços regularmente ocupados, utilize luminárias com iluminação de menos que 2.500cd/m2 entre 45º e 90º;
  2. Para o projeto como um todo, utilize luminárias com um CRI de 80 ou mais;
  3. Para pelo menos 75% dos carregamentos de iluminação conectados totais, utilize luminárias que tenham uma vida útil para pelo menos 24.000 horas;
  4. Utilize iluminação alta diretas apenas para 25% ou menos que o carregamento de iluminação total conectado para todos os espaços regularmente ocupados;
  5. Para pelo menos 90% dos espaços regularmente ocupados, atenda ou exceda os seguintes limites para a média refletância de superfície ponderada por área: 85% para os tetos, 60% para as paredes, e 25% para pisos.
  6. Se o mobiliário estiver incluído no escopo de trabalho, selecione acabamentos de mobiliário para atender ou exceder os seguintes limites para a média refletância de superfície ponderada por área: 45% para áreas de trabalho e 50% para partições móveis.
  7. Para pelo menos 75% da área de piso regularmente ocupada, atenda as taxas médias para iluminação de superfície (excluindo fenestração) para a média da iluminação do plano de trabalho que não exceda 1:10. Deve também atender a estratégia E, F, ou demonstrar uma média refletância de superfície ponderada por área de pelo menos 60% para paredes.
  8. Para pelo menos 75% da área de piso regularmente ocupada, atenda as taxas médias para iluminação de superfície (excluindo fenestração) para iluminação do plano de trabalho que não exceda 1:10. Deve atender também a opção E, F, ou demonstrar uma média refletância de superfície ponderada de pelo menos 85% para tetos.

Luz do dia em Construções Sustentáveis

O objetivo é conectar os ocupantes da edificação com o lado de fora, reforçando ritmos circadianos e reduzir o uso de luz elétrica introduzindo iluminação natural ao espaço.

Para atingir este objetivo do LEED forneça dispositivos manuais ou automáticos (com cancelamento manual) para todos os espaços regularmente ocupados. Selecione uma das seguintes 3 opções:

Opção 1, Simulação: Autonomia Espacial da Luz do Dia e Exposição Anual da Luz do Sol: Demostre através de simulações por computador que a autonomia espacial da luz do dia (sDA) de pelo menos 55%, 75% ou 90% sejam atendidas para áreas regularmente ocupadas.

Opção 2, Simulação: Cálculos de Iluminação: Demonstre através da modelagem por computador que os níveis de iluminação serão entre 300 lux e 3.000 luz tanto as 9 da manhã e 3 da tarde, com dia de céu limpo no equinócio. Utilize Áreas regularmente ocupadas.

OPÇÃO 3. Medidas: Atinjam níveis de iluminação entre 300 lux e 3.000 lux para as áreas de piso conforme tabela específica.

Veja como aplicar a Opção 1 (Simulação por Autonomia Espacial da Luz do Dia e Exposição Anual da Luz do Sol) neste link.

Vistas de Qualidade em Construções Sustentáveis

O objetivo deste crédito do LEED é dar aos ocupantes da construção sustentável uma conexão com o ambiente externo natural por fornecer vistas de qualidade.

Para que isso aconteça, é necessário obter uma linha direta de visão para a área externa através de vidros para 75% dos espaços regularmente ocupados de piso. Vistas que contribuem devem fornecer uma imagem clara do exterior, não obstruídas por divisórias fibras, vidros modelados ou com tintas adicionadas que distorçam o balanço de cores.

Ainda, 75% dos espaços regularmente ocupados devem ter pelo menos 2 dos 4 tipos de vistas: Linhas múltiplas para a visão em diferentes direções para pelo menos 90 graus separados;

  • Vistas que incluem pelo menos 2 dos seguintes: (1) flora, fauna ou céu (2) movimento; e (3) objetos pelo menos 25 pés (7,5 metros) do exterior do vidro;
  • Vistas não obstruídas localizadas na distância de 3 vezes a altura da cabeça na visão para o vidro;
  • Vistas com fator de visão de 3, ou mais, como definidos em “Windows and Offices: A Study of Office Worker Performance and the Indoor Environment.

Performance Acústica em Construções Sustentáveis

O objetivo deste crédito LEED é fornecer aos espaços de trabalho e salas de aula bem estar dos ocupantes, produtividade e comunicação através de um efetivo design acústico.

Para todos os espaços ocupados, é necessário atender aos seguintes requisitos, se aplicáveis, para ruídos em sistemas de HVAC, isolamento acústico, tempo de reverberação, sonorização e mascaramento.

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CATEGORIA DE INOVAÇÃO

Inovação

Encorajar projetos a atingir performance excepcional ou inovadora em construções sustentáveis. Times de projeto podem usar qualquer combinação de estratégias para inovação, créditos piloto ou performance exemplar.

Para a inovação, você deve alcançar um desempenho ambiental significativo e mensurável usando uma estratégia não abordada no sistema de classificação LEED.

Vocé pode também atingir créditos piloto do USGBC`s LEED Pilot Credit Library ou mesmo atingir performance exemplar em um pré-requisito ou crédito permitido do LEED V4, como especificado no guia de referência.

LEED Accredited Professional

O objetivo é encorajar a integração do time de projeto LEED e simplificar o processo de certificação de construções sustentáveis. Para tanto tenha pelo menos um participante principal do time de projeto deve ser um LEED AP com especialidade apropriada para o projeto.

Prioridade Regional

O objetivo é Incentivar a conquista de créditos em construções sustentáveis que abordem a geografia ambiental, igualdade social e prioridades de saúde pública. Procure as prioridades para a sua região no site do USGBC (www.usgbc.org).

Conclusão Sobre As Estratégias em Construções Sustentáveis

É perceptível que para realizar construções sustentáveis são necessárias uma série de estratégias. Porém, utilizando os processos certos é possível aprender e aplicar as estratégias em qualquer projeto.

Pronto para aprender construções sustentáveis de forma concreta e objetiva? Conheça nossos cursos.

Fonte do conteúdo relacionado ao LEED: www.usgbc.org.

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