Coberturas Térmicas: quais suas funções e vantagens para um projeto

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As coberturas térmicas são uma alternativa estratégica para manter as casas protegidas dos extremos do clima, seja calor ou frio. Assim, elas ajudam a controlar a temperatura interna dos ambientes, tornando-os mais frescos e agradáveis. 

Neste texto, você irá conhecer mais sobre esse recurso e suas vantagens para os projetos. Boa leitura!

O que são as coberturas térmicas?

As coberturas térmicas são compostas por telhas termoacústicas, também conhecidas como telhas sanduíche. 

Montadas sobre uma estrutura metálica com testeiras inteiriças, costumam oferecer captação de água embutida. Além disso, geralmente possuem preparação para fechamento vertical com vidros.

Conforto térmico e a norma de desempenho

Desde que a norma 15575 entrou em vigor (em 2013), oferecer edificações que garantam conforto térmico já não se trata de um diferencial nos projetos. Representa uma obrigação por parte dos arquitetos e construtoras. 

Temos um conteúdo tratando especificamente sobre os requisitos de conforto térmico exigidos pela NBR 15575, caso queira conferir.

Com a veiculação cada vez maior desta informação, os usuários terão mais conhecimento sobre este assunto e seus direitos como consumidor. O que significa que a as edificações que cumprirem adequadamente este requisito terão preferência no mercado. 

Sem falar que, com certeza, é um ponto a mais para o profissional – no sentido ético – demonstrar preocupação neste sentido.

Como as coberturas térmicas contribuem para o projeto

As coberturas térmicas contribuem para os projetos de diversas maneiras, confira algumas delas:

  • Proporcionam a economia de energia elétrica nas residências, uma vez que dispensa ou atenua o uso do ar-condicionado. Com isso, tornam a edificação mais sustentável
  • Oferecem isolamento acústico, outro tema ao qual a norma de desempenho abrange (confira  neste conteúdo)
  • Possuem resistência ao fogo, contribuindo para a não propagação de chamas. Inclusive, esta também é uma questão abordada pela NBR 15575
  • Oferecem proteção contra a radiação solar, já que bloqueiam os raios UV e UVA, sendo um diferencial que valoriza o projeto.

Materiais cada vez mais avançados

Sem dúvida, a normatização da NBR 15575 acabou por estimular o uso de tecnologias avançadas em materiais para construção. Com isso, o setor construtivo terá uma crescente evolução na qualidade de suas obras. 

A exemplo das coberturas térmicas, surgirão outros elementos tecnológicos que irão agregar aos projetos. Não apenas no desempenho térmico, como em todos os outros. Neste contexto, para acompanhar esta evolução, é preciso estar atento a cada novidade do mercado.

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Atingindo o conforto térmico nas edificações

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O conforto térmico é um aspecto cada vez mais relevante nas edificações residenciais. Não apenas para prezar pelo bem-estar do morador, mas também é uma forma de contribuir no consumo energético, reduzindo a necessidade do uso da climatização artificial.

Conforto térmico na história da humanidade

O conceito de residência iniciou-se a partir da ideia de desfrutar de temperaturas amenas. Conforme o homem foi alcançando as regiões mais ao norte do planeta, precisou desenvolver diferentes tipos de abrigo para obter conforto térmico durante as estações. Com isso, o “envelope” do edifício, como filtro entre o interior e o exterior, tornou-se gradualmente mais sofisticado.

Entretanto, durante o século 20, ganhamos um controle sem precedentes sobre nosso ambiente térmico. Sobretudo devido ao desenvolvimento de equipamentos de climatização artificial. Com isso, no cenário nacional atual, existe uma demanda crescente de energia para suprir estes aparelhos. Então, esforçar-se para reduzir a dependência energética em edifícios, satisfazendo as exigências de conforto, é mais importante do que nunca. Dessa forma, projetar envelopes de edifícios eficientes é um dos primeiros passos a se considerar.

Atualmente, passamos cada vez mais tempo em ambientes fechados, onde esperamos níveis de conforto térmico que garantam bem-estar e eficiência. Além disso, à medida que avançamos século 21 adentro, população mundial, áreas urbanizadas e expectativas de conforto continuam a crescer.

Conforto térmico

Os princípios básicos por trás do conforto térmico são amplamente universais. Porém, a sensibilidade térmica varia de uma pessoa para outra. 

Sem falar que muitos fatores podem influenciar nossa percepção individual de conforto térmico, por exemplo:

  • Humor
  • Fatores ambientais
  • Aspectos da cultura regional
  • Fatores individuais.

O corpo humano é um mecanismo térmico que está em constante troca com o ambiente em que está inserido. Portanto, o conforto térmico também é sentido através de uma série de interações conscientes e inconscientes entre três áreas:

 

  • Fisiológico

 

Corpos humanos, como o de todos os mamíferos, são motores térmicos que geram e dissipam energia. Inclusive, o objetivo do nosso metabolismo é regular a temperatura corporal com o mínimo de esforço, quando possível. 

Para tanto, temos diferentes maneiras de equilibrar nossa troca de calor constante com o meio ambiente. Por exemplo: através de tremores, da transpiração ou modificando nosso fluxo sanguíneo para regular a distribuição de calor. Daí a necessidade de poder controlar o ambiente físico que nos rodeia.

 

  • Físico 

 

Os aspectos físicos do conforto térmico envolvem a transferência de energia térmica. Esta  pode ocorrer de três formas que, juntamente com as mudanças de umidade, influenciam nossa percepção sobre o meio ambiente:

  1. Condução: energia transferida de maneira sólida
  2. Irradiação: energia emitida a partir de uma superfície
  3. Convecção: energia transferida de um sólido para um gás ou líquido adjacente.

Um ambiente globalmente equilibrado é a chave para o conforto térmico, mas nossos corpos são muito sensíveis. Enquanto extremos de temperatura podem ser fatais, mesmo flutuações suaves marcam todos nós com prazer ou desconforto. Por isso, variações locais podem ser motivadoras de sensações desagradáveis. Como:

  • Correntes de ar desagradáveis
  • Diferença de temperatura do ar vertical
  • Calor radiante assimétrico
  • Temperatura do piso.

 

  • Psicológico

 

Muitos fatores psicológicos também influenciam nossa percepção do ambiente térmico em que vivemos:

  • Estado emocional atual, humor ou nível de fadiga
  • Fatores ambientais variáveis, como aglomerações 
  • Histórico térmico pessoais e antecedentes sociais
  • Níveis variáveis de tolerância.

Por isso, quanto mais controle tivermos sobre o ambiente térmico, melhor nos sentimos e mais produtivos nos tornamos. Aliás, é inerente ao ser humano escolher exercer esse controle.

Contudo, um fator-chave em nossa evolução no futuro será uma reflexão crítica aumentada sobre nossas reações ao ambiente. Qual nível de conforto térmico será considerado aceitável se decidirmos simplesmente colocarmos um casaco em vez de aumentar o calor?

Garantindo o conforto térmico nas edificações

O conforto térmico é o resultado de uma combinação bem equilibrada de sistemas construtivos adaptados ao clima local e ao tipo de atividade realizada. Sendo que, neste contexto, o envelope da edificação desempenha um papel fundamental. Afinal, ele age como um filtro entre os climas exterior e interior. E, para projetá-lo eficientemente, é preciso considerar 4 fatores principais (lembrando que as soluções vão depender do clima local):

  1. Isolamento térmico: a edificação deve reduzir a perda de calor durante as estações frias. Por outro lado, deve oferecer ganho de calor durante as estações quentes
  2. Ganho solar: é influenciado pelos níveis de isolamento do edifício, sua forma e orientação. Assim como a relação entre a superfície da janela e a parede opaca, o tipo de envidraçamento, sombra ou sombreamento
  3. Inércia térmica: varia de acordo com a massa e os materiais de um edifício. Envelopes de alta inércia permanecem relativamente estáveis diante das mudanças de temperatura
  4. Estanqueidade e ventilação: permitem controlar as trocas de ar com o exterior, oferecendo uma climatização natural equilibrada.

O envelope do edifício influencia diretamente o conforto térmico interior através do gerenciamento desses parâmetros. Quando bem projetado, ele pode, também, reduzir drasticamente a necessidade de sistemas mecanizados para garantir o conforto térmico. Com isso, contribui ativamente até na redução  dos níveis de carbono na atmosfera.

Conforto térmico: um parâmetro de premência latente para o futuro

Embora nossos requisitos básicos de conforto térmico provavelmente permaneçam os mesmos no futuro, nosso ambiente externo provavelmente mudará. 

O clima sofrerá mudanças e terá um papel cada vez mais importante no design do ambiente construído. Novos sistemas e materiais também continuarão a ser desenvolvidos e aperfeiçoados nesse sentido.

Já passamos por uma conscientização sobre nossas atitudes em relação ao consumo de energia. Também estamos sempre passando por alterações em nossos hábitos de vida. Tudo isso exige que os edifícios sejam capazes de evoluir ao longo do tempo. Mais do que nunca, as edificações deverão ser confortáveis e eficientes em termos energéticos.

Para oferecer edificações de qualidade, que prezam pelo conforto térmico dos moradores, é  preciso estar de acordo com o que rege as normas de desempenho. Por exemplo, NBR 15575, NBR 15220-3:2005, NBR 7213, NBR 9909:2016, NBR 11358:2013, NBR 11360, entre outras. 

Como vimos, são muitas as normas e aspectos que envolvem o tema, sendo extremamente proveitoso contar com uma orientação especializada. A UGreen oferece toda a orientação e consultoria necessárias para a adequação a todas estas diretrizes.

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O Que É Cobogó e Sua Importância Em Construções Sustentáveis

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O Cobogó e Sua Importância em Construções Sustentáveis

No mundo da arquitetura existem diversos elementos construtivos que, quando bem utilizados, podem tornar ambientes muito mais belos, confortáveis e funcionais. Um deles é certamente o Cobogó.

Mas o que é um cobogó e o que é possível ser feito com ele?

Leia o artigo para aprender. Mas antes…

Os Cobogós na História

O Cobogó é um elemento construtivo brasileiro, criado na década de 1920. Seu nome é batizado com as primeiras sílabas dos sobrenomes de seus criadores, Amadeu Oliveira Coimbra, Ernest August Boeckmann e Antônio de Góis.

Foi criado em Recife, com o intuito de manter a ventilação natural através dos planos de parede – uma solução encontrada para auxiliar na termo regulação dos ambientes perante o calor Nordestino.

Em alguns lugares do Nordeste Brasileiro o nome cobogó sofreu variações interessantes. Alguns exemplos são comogócomogol, comungó, combobó e combogó.

Sua criação baseou-se nos Muxarabis, elementos arquitetônicos oriundos da arquitetura árabe, que permitem a ventilação e preservam a privacidade familiar.

Constitui-se em um elemento vazado, criado primeiramente em concreto e que teve sua difusão em diversos materiais como cerâmica, cimento, vidro, acrílico, PVC, resina e madeira.

cobogo

Porque o cobogó é importante

Usar cobogós é um recurso muito utilizado em estratégias que conferem maior eficiência bioclimática. A função principal é dividir ambientes e permitirem a entrada da luz natural e ventilação. A beleza do elemento é inegável nas áreas externas.

Seu uso proporciona a racionalização da construção, elencando ventilação, iluminação e controle solar como agentes de qualidade e conforto ambiental.

Empregando-o de forma adequada nos ambientes, eleva o índice de qualidade do ar através da troca constante. É recomendável para criar ambientes salubres e reduz gastos energéticos, com redução no uso da climatização artificial.

Quanto à iluminação, o uso de cobogós torna-se um ótimo dispositivo, protegendo a edificação contra a incidência direta dos raios solares, os direcionando e redistribuindo pelo ambiente.

A escolha deste elemento contribui com a uniformidade luminosa de acordo com a orientação solar em que é empregada, equilibrando a distribuição de luminâncias em superfícies internas.

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Como utilizar um Cobogó?

Um cobogó pode ser utilizado em praticamente qualquer tipo de construção, seja residencial, comercial e até mesmo industrial.

Popularizado pelo modernismo nas décadas de 1950 e 1960, foi empregado em várias obras de grandes nomes da arquitetura moderna como o arquiteto Lúcio Costa. Inicialmente utilizados na composição de divisões internas e posteriormente na composição de fachadas ventiladas.

Existem diversas formas criativas para se utilizar um cobogó. O mais usual é na divisão de ambientes externos e internos, mas outras possibilidades podem ser utilizadas. A separação de ambientes internos é uma destas formas, ou mesmo a divisão entre mesmos ambientes, gerando áreas mais íntimas por meio do bloqueio visual.

O custo de uma peça de cobogó é bastante variável. Podemos encontrar modelos mais simples de até R$1,50 no valor unitário chegando até R$90,00 nos modelos com um design diferenciado e maior qualidade de acabamento. Os tamanhos também variam, partindo as 19x19cm chegando até 40x40cm.

Em relação ao acabamento, podemos encontrar desde modelos rústicos em cerâmica crua, até peças esmaltadas ou acetinadas. Destaque para os Ecoblocos, que podem ser encontrados na faixa de R$17 e que possuem em seu processo de fabricação menos emissões. Para saber mais sobre o processo de fabricação ecológica de blocos ecológicos, leia este artigo.

É necessário um cálculo minucioso quando aplicado em planos com altura superior a 3 metros. Uma parede de cobogó não deve substituir qualquer parede de alvenaria, pois não é indicado em caso de grandes cargas de compressão.

Normas Técnicas Relacionadas à Cobogós

  • NBR 05712, que trata de blocos vazados modulares de concreto.
  • NBR 07173, que orienta no uso de blocos de concreto simples sem função estrutural.
  • NBR 07184, que fornece parâmetros para determinar a resistência e compressão.

O sucesso do cobogó também depende da orientação solar e das correntes de ar. Para orientar o desempenho térmico e a iluminância dos ambientes, contamos com as normas:

  • NBR 15220, que fornece instruções para análises térmicas em fachadas ventiladas
  • NBR 8995, que informa níveis mínimos de iluminação de acordo com a atividade e função do ambiente.

Grandes Exemplos de Cobogó

Casa Cobogó, por Márcio Kogan

casa cobogo

 

Residência Los Algarrobos / MasFernandez Arquitectos + Claudio Tapia

cobogó

Em meio aos cheios e vazios, entre paginação e composição, uma parede de cobogós concebe formas e gera plasticidade. Além da diversidade dos materiais é imensa a variedade de cores e formas, sendo possível brincar com a criatividade empregando personalidade em seu projeto.

Biblioteca Nacional de Brasília (BNB), por Oscar Niemeyer:

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A Relação do Cobogó com o Clima

Como cobogós são elementos de controle solar, age filtrando a incidência da radiação e correntes de ar. Entendendo isso, deve-se atentar para a região e o clima onde se pretende trabalhar com esses elementos.

Pode ser utilizado como uma excelente estratégia bioclimática para regiões com climas equatoriais, tropicais e subtropicais. É muito útil na resolução de problemas termo-higroscópicos.

Em climas frios, onde se admite a insolação, ou secos, onde a qualidade do ar é imprópria, não se recomenda a aplicação em fachadas, pois considerando os condicionantes, o cobogó pode tornar-se um adversário.

Deve-se tomar cuidado com a aplicação de cobogós de formas duvidosas e principalmente cobogós em vidro. Apesar de parecerem interessantes à primeira vista, podem não cumprir seu papel de gerar ventilação e ao mesmo tempo sombreamento. Logo, pode gerar mais iluminação do que o necessário, comprometendo o conforto lumínico e até mesmo térmico da edificação.

Alguns Usos Para o Cobogó

Os cobogós podem ser utilizados para praticamente qualquer tipo de superfície. Porém, estas são as aplicações mais comuns:

  • Fachadas: É o modo de uso mais tradicional. Se implementado da forma certa, é obtido o misto de ventilação natural e iluminação no ambiente.
  • Hall de Entrada em Casas ou Escritórios: permite transparência e uma boa transição visual do ambiente público para o privado.
  • Muros: é aplicável em perímetros menos extensos em regiões mais tranquilas, gerando um visual diferenciado.
  • Banheiros: geralmente aplicável em box de banheiros. Porém, deve se tomar cuidado para não ocasionar vazamentos para o piso do banheiro.
  • Cozinhas: geralmente utilizadas em bancadas ou transições entre espaços.
  • Quartos: permite a transição entre uma áreas mais íntimas. Abaixo um exemplo aplicado pela arquiteta Flávia Kloss de Curitiba:

Cuidados Com o Cobogó

Projetar com cobogós requerem cuidados bastante especiais. Veja alguns abaixo:

  • Certos modelos de cobogó podem acumular poeira e até mesmo mofo. Portanto, realize limpezas periódicas tanto internamente quanto na parte externa.
  • Em climas frios, o cuidado com o uso do elemento deve ser maior. É provável que o elemento não obtenha o resultado esperado nestes climas.
  • Como os cobogós reduzem a luminosidade, o posicionamento correto é crucial. Em alguns casos podemos optar por vazios maiores, mantendo o conceito e aumentando a taxa de iluminação.
  • No caso do uso de cobogós para proteger equipamentos, é necessário deixar espaços para o acesso a manutenção.
  • No caso de uma reutilização, é necessário a remoção com extremo cuidado. Muitas peças são frágeis e podem sofrer ruptura quando desconectadas da argamassa.

Cobogó: Um Triunfo da Arquitetura Sustentável

Entendemos que o cobogó é um grande triunfo das edificações sustentáveis e da arquitetura brasileira. É um ótimo aliado nas regiões quentes com presença de umidade e fortalece inclusive o design de interiores.

Compreendemos que quando bem empregado, torna-se um avanço nas estratégias bioclimáticas. Sua participação em um projeto é a prova do uso racional nas tecnologias construtivas.

Emprega beleza, plasticidade e controle de recursos naturais, distribuindo luz do sol e permitindo a circulação do ar.

Sua competência é comprovada por grandes nomes da arquitetura, capaz de garantir sucesso na qualidade espacial e no conforto ambiental. É um fenômeno arquitetônico tipicamente brasileiro.

Referências

Araújo, M. R.; Gonçalves, V.; Cabús, R. ANÁLISE DA LUZ NATURAL A PARTIR DE ELEMENTOS VAZADOS. IX Encontro Nacional e V Latino Americano de Conforto no Ambiente Construído, Ouro Preto, p. 96-102. 2007.

Marçal, V. G.; Soares, G. B. N.; Souza, H. A. ANÁLISE DE ELEMENTOS ARQUITETÔNICOS: Cobogós e Fachadas Ventiladas. XII Encontro Nacional e VIII Latino Americano de Conforto no Ambiente Construído, Brasília, p. 02-10. 2013.