A importância do teste hidrostático

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A importância do teste hidrostático é inegável em qualquer obra. Sabe por que é preciso realizá-lo antes mesmo de concluir a edificação? 

Porque assim é possível garantir a integridade das tubulações. E mais do que um cuidado, esta é uma responsabilidade legal de arquitetos e construtoras. Isso porque o ensaio está previsto na NBR 15575, que possui força de lei.

Gostaria de entender um pouco mais sobre o teste hidrostático e sua importância? Confira nesse texto!

Teste hidrostático

Basicamente, o teste hidrostático se trata de um ensaio de pressão de água. Ele é realizado para comprovar se um tubo ou sistema de tubulação realmente apresenta a resistência mecânica descrita em suas especificações  ou condições operacionais.

Nas edificações residenciais, o teste hidrostático pode ser usado para:

  • Identificar vazamentos na tubulação predial de água, esgoto e águas pluviais
  • Avaliar a estanqueidade à água de peças de utilização.

Durante a execução da obra, os arquitetos/engenheiros fazem o teste para observar se a tubulação de água fria/quente possui vazamento. Este procedimento é realizado, por exemplo, antes de instalar o piso ou concluir uma parede.

Importância do teste hidrostático

Como sempre dizemos aqui no blog, a qualidade das edificações é uma das principais preocupações dos arquitetos. No tema que estamos tratando, isto é igualmente válido. Afinal, uma residência de qualidade oferece o melhor desempenho em seu uso, sem apresentar vazamentos de qualquer tipo, não concorda?

Além disso, nós, arquitetos, temos que nos preocupar com o consumo sustentável de nossas edificações. Sem falar na postura que precisamos adotar no sentido de preservar o meio-ambiente. E o que isso tem a ver com o teste hidrostático? Muita coisa!

Os vazamentos são responsáveis por um grande consumo de água. Isso não apenas reflete em custos mais altos na conta como também representa desperdício de um recurso não-renovável. 

No caso de vazamento da tubulação de esgoto, a consequência é a contaminação por dejetos. Isso causa muitos danos ao meio ambiente, à fauna e inclusive à saúde das próprias pessoas.

Portanto, a importância do teste hidrostático é muito maior do que se pode imaginar à primeira vista.

Teste hidrostático NBR 15575

A NBR 15575 define algumas regras específicas para se realizar o teste hidrostático. É preciso que o ensaio siga as orientações e apresente os resultados esperados para ser considerado adequado.

Para saber avaliar se está realmente tudo correto, é preciso conhecer bem cada tópico envolvido na norma. Mas, se você ainda não tem um conhecimento profundo dos reqiusitos, pode consultar uma orientação para te ajudar. Nesse caso, conte conosco: oferecemos todo o suporte para adequação às diretrizes da NBR 15575. 

Oferecemos, ainda, um catálogo de cursos diversos para refinar seus conhecimentos em arquitetura. Além disso, assinando nossa newsletter, você acompanha as atualidades do segmento. 

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Coberturas Térmicas: quais suas funções e vantagens para um projeto

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As coberturas térmicas são uma alternativa estratégica para manter as casas protegidas dos extremos do clima, seja calor ou frio. Assim, elas ajudam a controlar a temperatura interna dos ambientes, tornando-os mais frescos e agradáveis. 

Neste texto, você irá conhecer mais sobre esse recurso e suas vantagens para os projetos. Boa leitura!

O que são as coberturas térmicas?

As coberturas térmicas são compostas por telhas termoacústicas, também conhecidas como telhas sanduíche. 

Montadas sobre uma estrutura metálica com testeiras inteiriças, costumam oferecer captação de água embutida. Além disso, geralmente possuem preparação para fechamento vertical com vidros.

Conforto térmico e a norma de desempenho

Desde que a norma 15575 entrou em vigor (em 2013), oferecer edificações que garantam conforto térmico já não se trata de um diferencial nos projetos. Representa uma obrigação por parte dos arquitetos e construtoras. 

Temos um conteúdo tratando especificamente sobre os requisitos de conforto térmico exigidos pela NBR 15575, caso queira conferir.

Com a veiculação cada vez maior desta informação, os usuários terão mais conhecimento sobre este assunto e seus direitos como consumidor. O que significa que a as edificações que cumprirem adequadamente este requisito terão preferência no mercado. 

Sem falar que, com certeza, é um ponto a mais para o profissional – no sentido ético – demonstrar preocupação neste sentido.

Como as coberturas térmicas contribuem para o projeto

As coberturas térmicas contribuem para os projetos de diversas maneiras, confira algumas delas:

  • Proporcionam a economia de energia elétrica nas residências, uma vez que dispensa ou atenua o uso do ar-condicionado. Com isso, tornam a edificação mais sustentável
  • Oferecem isolamento acústico, outro tema ao qual a norma de desempenho abrange (confira  neste conteúdo)
  • Possuem resistência ao fogo, contribuindo para a não propagação de chamas. Inclusive, esta também é uma questão abordada pela NBR 15575
  • Oferecem proteção contra a radiação solar, já que bloqueiam os raios UV e UVA, sendo um diferencial que valoriza o projeto.

Materiais cada vez mais avançados

Sem dúvida, a normatização da NBR 15575 acabou por estimular o uso de tecnologias avançadas em materiais para construção. Com isso, o setor construtivo terá uma crescente evolução na qualidade de suas obras. 

A exemplo das coberturas térmicas, surgirão outros elementos tecnológicos que irão agregar aos projetos. Não apenas no desempenho térmico, como em todos os outros. Neste contexto, para acompanhar esta evolução, é preciso estar atento a cada novidade do mercado.

Gostou desse texto? Assine nossa newsletter para ficar por dentro das novidades do segmento construtivo e aproveitar esses inovações a seu favor. Confira também nossos  cursos e treinamentos, dos quais você participar para aprimorar e refinar suas habilidades e competências.

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Sustentabilidade pelo Mundo: Live com Deepa Parekh

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Sustentabilidade pelo Mundo: Live com Deepa Parekh

Muitos profissionais da construção civil possuem dúvidas como é trabalhar com sustentabilidade pelo mundo. Você também possui esta dúvida?

Nesta última quinta-feira a Sami realizou uma Live pelo Instagram com Deepa Parekh, arquiteta e LEED AP de Mumbai, Índia. Ela trabalha na EDS Global, empresa de consultoria em sustentabilidade que atua em mais de 10 países pelo mundo, entre eles EUA, China, Índia, Turquia, além de vários trabalhos envolvendo normas governamentais para a sustentabilidade.

Foi um papo interessante e animado sobre a sustentabilidade pelo mundo, onde elas discutiram principalmente o mercado na Índia e como a EDS Global se posicionou como uma das empresas mais importantes de lá.

Alguns itens abordados na Live:

  • Como é trabalhar com sustentabilidade do outro lado do mundo.
  • Como a Deepa e a EDS Global se iniciou no mercado sustentável.
  • Como eles obtiveram oportunidades governamentais atuando neste mercado.
  • Por que consultorias podem manter as pessoas dentro dos seus propósitos sustentáveis.
  • Os clientes possíveis dentro deste mercado.
  • Como eles transicionaram de consultores para educadores do mercado.
  • Quais são as certificações mais comuns na Índia (e não é tão diferente do Brasil).
  • Como é aplicar a sustentabilidade em outros países do mundo.
  • Como o país vem crescendo em número de projetos certificados LEED.
  • As oportunidades e desafios do mercado sustentável.
  • Alguns estudos de caso de projetos com base em desempenho pelo mundo.
  • As responsabilidades do arquiteto para trazer projetos de maior qualidade ambiental e habitabilidade.
  • A importância de repassar conhecimentos para profissionais da área.

Assista clicando no vídeo:

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Após assistir ao vídeo, você gostaria de comentar o que achou logo abaixo?

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Filipe Boni e Sami Meira da UGREEN

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Inflamação por Revestimentos: principais causas para esse problema

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Nariz escorrendo, dores de cabeça, espirros frequentes. Você sabia que esses sintomas podem estar relacionados à inflamação por revestimentos? 

Continue a leitura e descubra as principais causas para esse problema e como isso se relaciona à arquitetura!

Doenças causadas revestimentos

Quadros de rinite acometem entre 30% e 40% da população brasileira, segundo dados da  Asbai – Associação Brasileira de Alergia. Estas doenças do trato respiratório são conhecidas por causarem inflamação nas mucosas do nariz e garganta. 

Porém, mais sintomas podem ser provocados, pois – estando com as vias aéreas trancadas, as pessoas passam a respirar pela boca. Com isso, surgem a rouquidão, apnéia e demais distúrbios do sono. 

Quando a causa da inflamação por revestimentos acontece devido ao meio onde a pessoa vive, a responsabilidade recai sobre arquitetos e incorporadoras. Afinal, existem requisitos exigidos por lei que precisam ser seguidos para garantir a salubridade das residências. 

É relevante, portanto, conhecer as causas que podem levar à este problema, a fim de evitá-las. Além disso, é uma forma de oferecer edificações que assegurem salubridade e conforto aos moradores. Este, inclusive, é o preceito máximo de qualquer arquiteto. 

Principais causas de inflamação por revestimentos em ambientes residenciais

A inflamação por revestimento é provocada quando se empregam materiais que liberam elementos nocivos no ar. Estas substâncias, conhecidas como Compostos Voláteis Orgânicos podem estar presentes em adesivos e papéis de parede, madeira composta em pisos e pavimentação interna. Assim como nos materiais empregados para isolamento térmico e acústico de paredes, piso e teto.

Saúde, Higiene e Qualidade do Ar – NBR 15575 

Pensando em oferecer um ambiente saudável aos usuários das edificações, a norma de desempenho 15575 inclui em suas diretrizes um tópico específico. 

Em relação à qualidade do ar ambiente, a regra possui uma parte chamada Saúde, Higiene e Qualidade do Ar. Ao atender aos requisitos presentes nesta parte da norma, é possível prevenir os usuários da edificação da inflamação por revestimentos.

O que diz a norma 15575

No item 15.3 parte 1 da NBR 15575 está especificado que deve-se atender à legislação vigente. Para isso, garantindo que materiais, equipamentos e sistemas empregados na edificação não liberem agentes contaminantes do ar em ambientes confinados.

A norma de desempenho 15575 possui força de lei desde 2013. Dessa forma, é uma obrigação legal optar por materiais que atendam a esta diretriz. Não apenas nos revestimentos, mas, também, na construção como um todo.

Ao cumprir estes requisitos, evita-se a incidência de inflamação por revestimento e demais complicações respiratórias e reações alérgicas.

Se você ainda tem dúvidas sobre como atender aos parâmetros necessários para oferecer edificações salubres, conte com a UGreen. Estamos capacitados para oferecer toda a orientação e suporte necessários. 

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Norma de Desempenho: Um Guia Para Profissionais (Com Checklist)

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Norma de Desempenho: Um Guia Para Arquitetos, Engenheiros e Construtores

Você atua com projetos, fornecimento de materiais, incorporações ou construções?
Portanto, deve saber que cumprir com a Norma de Desempenho é imprescindível. Pertinente para garantir habitações eficientes e também para se prevenir de riscos.
 
Se você ainda não conhece a Norma de Desempenho ou os seus detalhes mais importantes, saiba que você está no lugar certo.
 
Continue lendo para saber tudo sobre a norma e como elevar o padrão de seus projetos ou empreendimentos.

Um Breve Histórico

A norma foi publicada em julho de 2013, estabelecendo requisitos para edificações residenciais. Foi resultado de um trabalho de mais de 15 anos para o PBQP-H (Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat).
 
Porém, vale ressaltar que a NBR 15.575 não é um padrão isolado. É um compêndio de centenas de outras normas como a ISO, ANSI, ASHRAE, ASTM, Eurocode, além de diversas normas da própria ABNT.
 
Portanto, diversos critérios da Norma de Desempenho referenciarão outras normas. Por consequência a discussão torna-se mais profunda e ampla do que muitos imaginam. Inclusive, a curva de aprendizado dos profissionais pode-se tornar bastante extensa e confusa.

Seu Impacto e Importância

Cada vez mais o consumidor é amparado com leis que o defendam contra serviços insatisfatórios. O Código de Defesa do Consumidor é o mais conhecido, e com a construção civil isto não poderia ser diferente.
 
Podemos dizer que a nbr 15.575 protege consumidores sobre a qualidade do produto adquirido. Neste caso, uma edificação residencial.
 
A norma é obrigatória para edificações residenciais, independente do sistema construtivo. O seu descumprimento pode gerar multas, processos, obrigatoriedade de reparos ou trocas. Em outras palavras, muita dor de cabeça para o construtor que não cumprir com estas regras.

Desde sua implementação, pode-se dizer que a norma já contribuiu para:

  • Uma maior disciplina entre critérios construtivos.
  • A redução da subjetividade entre o que pode ser considerada uma boa construção.
  • A consciência dos profissionais da construção civil sobre critérios de conforto ambiental.
  • A instrumentalização do Código de Defesa do Consumidor. Este tem por onde recorrer caso algum elemento de sua moradia não atenda o requisito mínimo.
  • A redução da concorrência predatória entre construtoras. Muitas baixavam a qualidade de seus empreendimentos para obter maior competitividade no mercado.

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A Responsabilidade é de Quem?

  • Fornecedor de insumos, materiais, componentes ou sistemas: caracterizar o desempenho dos seus produtos conforme a norma.
  • Projetista: estabelecer a Vida Útil de Projeto (VUP) de cada sistema que compõe a norma (estrutura, vedações, etc). Especificar materiais, produtos e processos que atendam ao menos os critérios de desempenho mínimo. Estas considerações devem estar todas no projeto e/ou memorial de cálculo.
  • Construtor e incorporador: cabe ao incorporador identificar riscos previsíveis (contaminação do lençol freático, erosão, etc). Para ambos, cabe a elaboração do Manual de Uso, Operação e Manutenção da edificação.
  • Usuário: sim, ele também possui responsabilidades! Deve realizar a manutenção de acordo com NBR 5674 e o Manual de Uso entregue pela Incorporadora.
Como podemos perceber, grande parte das incumbências recaiu para os projetistas. Portanto, eles precisam conhecer os critérios de projeto, especificações e detalhamentos.
 
Em outras palavras, é crucial conhecermos todos os requisitos da NBR 15575 de edificações. Você está pronto para conhecê-los?

Os Requisitos da Norma de Desempenho

A ABNT NBR 15575 possui seis partes bem distintas, que estão divididas em:

  1. Requisitos Gerais
  2. Sistemas Estruturais
  3. Sistemas de Pisos
  4. Sistemas de Vedações Verticais
  5. Sistemas de Cobertura
  6. Sistemas Hidrossanitários
Para melhorar a sua compreensão sobre estes critérios, veja o mapa mental abaixo. Ele apresenta a Primeira Parte da NBR15575, os Requisitos Gerais.
 
Amplie cada elemento de acordo com sua preferência.

Parte 1: Requisitos Gerais (clique nos pontos para ampliar)

Como podemos ver, esta primeira discute os principais requisitos do usuário. Eles podem ser divididos em 3 partes:

1) Segurança na Norma de Desempenho:

Nesta categoria podemos encontrar as estratégias que tratam sobre:

  • Desempenho Estrutural
  • Segurança contra Incêndio
  • Segurança no Uso e Operação

2) Habitabilidade na Norma de Desempenho:

É certamente o núcleo da NBR 15575. É aqui que entenderemos sobre as adequações térmicas de acordo com as zonas bioclimáticas.
É também onde avaliaremos a iluminação natural e artificial mínima para os ambientes. Avaliaremos ainda os requisitos acústicos dependendo da localização da habitação.
Além destas questões trataremos temas como:
  • Estanqueidade
  • Desempenho Térmico
  • Desempenho Acústico
  • Desempenho Lumínico
  • Saúde, Higiene e Qualidade do Ar
  • Funcionalidade e Acessibilidade
  • Conforto Tátil e Antropodinâmico

3) Sustentabilidade na Norma de Desempenho:

É analisada principalmente a relação da vida útil (VUP) dos elementos da edificação.

Por exemplo, a vida útil mínima para a estrutura é de 50 anos. Vedações verticais externas de 40 anos. Cobertura 20 anos, entre outros elementos.

Logo, nesta parte trataremos de temas dos sistemas prediais, como:

  • Durabilidade
  • Manutenibilidade
  • Adequação Ambiental

A Inter-relação Entre Partes da Norma de Desempenho

É importante citar que todas as categorias citadas da NBR 15575 possuem inter-relações.

Um exemplo é a NBR 9050, que trata sobre acessibilidade em edificações. Atender esta norma irá impactar positivamente diversas categorias. Alguns exemplos são o “Conforto Tátil e Antropodinâmico”, ou “Funcionalidade e Acessibilidade”.

Outro exemplo é atender os critérios de Desempenho Estrutural. Este irá afetar positivamente itens como Estanqueidade e também Durabilidade.

Itens que podem ser aprimorados pela Estanqueidade são o Conforto Térmico e Acústico. Isso acontece devido à redução de juntas que poderiam acarretar na entrada do ar ou som nos ambientes.

Portanto, atender os critérios da NBR 15575 gera a melhoria da qualidade não apenas de elementos isolados. Gera a melhoria na própria edificação e da construção civil na totalidade.

Principais Desafios da Norma de Desempenho

Um dos maiores benefícios da Norma de Desempenho é fornecer uma maior importância para os projetos. A conceituação, formatação e apresentação correta das especificações tornam-se imprescindíveis.

Os resultados de concepção são superiores, e devem ser seguidos pelos construtores.

Aqui está um dos principais desafios, que é a integração entre as disciplinas. A troca de informação é crucial para que o resultado saia de acordo com as expectativas da norma e de seus usuários.

Portanto, deve ser priorizada a gestão adequada para as etapas iniciais de projeto. O Processo Integrativo pode gerar resultados mais próximos aos critérios da norma.

O Processo de Revisão Iniciado em 2018

A norma entrou em processo de revisão oficialmente em setembro de 2018. Seu foco está na segurança contra incêndio, desempenho térmico, lumínico, acústico e durabilidade. Outro destaque é o código de vedações verticais internos e externos.

Haverá uma busca de maior harmonização com outras normas. Exemplos são a NBR 9077 (Saídas de Emergência), NBR 5413 (Iluminância de Interiores), e normas estaduais de bombeiros.

Entre as possíveis revisões estão:

  • Desempenho térmico. A troca das 8 zonas bioclimáticas para 24 grupos bioclimáticos. Outra revisão será sobre a precisão das análises computacionais.
  • Desempenho lumínico. Uma maior precisão sobre os critérios de avaliação, para que as simulações tornem-se mais precisas.
  • Desempenho acústico. O aperfeiçoamento da classificação de ruído para o efeito da determinação da isolação sonora da fachada de dormitórios.

Quais São os Riscos do Não Atendimento a NBR 15.575?

O risco do não atendimento à NBR 15.575 é alto. A verdade é que a partir de 2013, todos os profissionais que projetarem ou construírem fora dos critérios da NBR 15575 estão correndo sérios riscos:

  • Indenizações da construtora ou projetistas para moradores.
  • Maior taxa de rejeição do imóvel.
  • Multas de entidades envolvidas a Defesa do Consumidor.
  • Necessidade de trocas ou ajustes em elementos do empreendimento.

Logo, o ideal é estar atento a todos os critérios estabelecidos pela norma.

Como Atender a Norma de Desempenho?

Conhecer os aspectos da Norma de Desempenho é dever de todos os profissionais.

Portanto, o cumprimento da norma depende de todos os profissionais envolvidos, cada um dentro de sua própria responsabilidade.

Não se trata apenas de adequação para projetistas e construtores. Trata-se de tornar seus projetos mais habitáveis, eficientes e sustentáveis.

No entanto, muitos profissionais ainda encontram dificuldades de atendimento à NBR 15.575. O que eles mais sofrem são:

  • Insegurança diária ao realizar seus projetos.
  • Incerteza sobre os elementos construtivos especificados.
  • Retrabalhos para readequações de projetos para a NBR.
  • Maiores custos nas especificações pelo receio da não adequação.
  • Falta de agilidade nas especificações por falta de ferramentas.
  • Insegurança jurídica sobre as obras após construídas.

Este é um problema que pode ser sanado rapidamente em qualquer empresa. A solução é a obtenção de uma educação adequada sobre estes requisitos e as ferramentas para realmente implementar as correções necessárias de forma assertiva.

A melhor fase, que gera menos custos e as melhores oportunidades, é logicamente a Fase de Projeto, onde podemos simular as entregas e analisar os resultados.

Você está pronto para iniciar esta jornada?

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Norma teste de estanqueidade: saiba tudo sobre a NBR-15571

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A norma teste de estanqueidade refere-se à NBR 15571, onde os métodos de vedamento por meio de passagem de gases pressurizados são especificados. Trata também do método pela penetração de líquidos por capilaridade. Seu objetivo é identificar os defeitos passantes em juntas soldadas, chapas, fundidos e forjados. O teste de estanqueidade é uma exigência do Corpo de Bombeiros e assegura que não existem vazamentos nas redes canalizadas. 

Por que realizar o teste de estanqueidade?

Primeiramente, é uma forma de assegurar que a obra está de acordo com o que rege a NBR 15575, e, consequentemente, está em conformidade com a lei. Além disso, o teste de estanqueidade é útil para:

  • Diminuir as despesas com montagens de peças
  • Garantir proteção do ambiente
  • Melhorar a confiabilidade do produto
  • Proporciona maior controle do processo de fabricação.

A realização do teste deve ocorrer, preferivelmente durante a montagem do sistema, enquanto as tubulações ainda estão expostas. Afinal, realizar o teste quando a tubulação já está embutida é bem mais difícil e trabalhoso.

Objetivo da norma teste de estanqueidade

Os ensaios da norma teste de estanqueidade, são destinados exclusivamente à encontrar vazamentos. Portanto, não avaliam a resistência mecânica, deformação e recalques estruturais, constantes em outros ensaios, hidrostáticos e/ou pneumáticos. Ainda que estes também busquem identificar vazamentos.

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Qualificação de pessoal

De acordo com a norma teste de estanqueidade, os ensaios devem ser realizados e supervisionados por profissionais qualificados. Estes devem estar em conformidade com a NBR NM ISO 9712. Também devem ser acompanhados por organismos competentes que atendam à NBR ISO/IEC 17024.

Processo de qualificação de procedimento

A norma teste de estanqueidade detalha o processo de qualificação de ensaio de procedimento. Apresenta, ainda, uma tabela elencando os requisitos de procedimento de estanqueidade:

Tabela 1 - Requisitos do procedimento de estanqueidade
Tabela 1 – Requisitos do procedimento de estanqueidade

Preparação e limpeza da superfície

A norma teste de estanqueidade neste ponto orienta sobre as técnicas de preparação do ensaio. Igualmente também trata sobre as características requeridas para a superfície que passará pelo ensaio.

Por fim, discorre sobre as ferramentas para a preparação da superfície de aços inoxidáveis e ligas de níquel.

Análise de contaminantes

Segundo a norma de estanqueidade, os materiais utilizados no ensaio devem ser analisados quanto ao teor de contaminantes, em casos específicos.

Ensaio visual

É recomendada a realização do ensaio visual antes do ensaio de estanqueidade. Para tanto, a orientação da norma é seguir a NBR NM 315.

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Iluminação

Neste tópico, a norma detalha os requisitos de iluminação do ensaio de estanqueidade.

Limpeza final

Em relação à limpeza final, a NBR 15571 assim orienta que os materiais utilizados durante o ensaio sejam removidos completamente ao fim do procedimento. 

Ensaios de formação de bolhas

A norma detalha os materiais, a aparelhagem e o procedimento para os ensaios de formação de bolhas. Tanto nos ensaios de formação de bolhas com pressão positiva como de pressão negativa.

Ensaio de capilaridade

Os materiais e o procedimento do teste de capilaridade também são abordados pela NBR 15571.

Relatório

Finalmente, a norma teste de estanqueidade esclarece quais informações devem ser elencadas no relatório. 

Como vimos, a NBR 15571 é extremamente importante para garantir a segurança e habitabilidade de uma edificação. A realização do teste precisa ser realizado periódica, para atestar que a rede continua íntegra.

Para garantir a aderência às normas de desempenho que relacionam-se à estanqueidade, como a NBR 15571, a NBR 15575 e demais normas relacionadas, é conveniente contar com um apoio especializado. Conte com a consultoria e o suporte da UGreen para adequar sua obra aos requisitos de estanqueidade.

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Vendas Para Arquitetos: Como estabelecer um processo?

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Vendas para Arquitetos: Por que Tantos Erros?

Milhares de arquitetos tentam vender seus serviços de uma forma preguiçosa. Como resultado, geram baixas vendas e um baixo valor para suas empresas.

Isso acontece porque eles não possuem um processo de vendas definido para tornar um desconhecido em cliente, e mais do que isso, não possuem uma chamada para ação no momento certo para que estes resultados aconteçam.

Se você procura obter mais clientes para seus produtos e serviços, precisa pensar neste processo como um profissional. Veja a nossa história e aprenda como levar isso para o seu negócio.

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O que vamos cobrir neste vídeo:

  • Por que você precisa uma chamada para a ação clara para seus serviços.
  • Porque uma chamada para ação para pessoas frias em redes sociais deveria ser um crime.
  • Se o seu serviço presta, você deve ser OBRIGADO a vende-lo.
  • A diferença entre quem fica sobre o lago e daqueles que mergulham fundo.
  • Ocasionalmente você deve derrubar as pessoas que estão encima do muro.
  • Assim como no AutoCAD, um purge na vida pode poupar uma grande dor de cabeça.
  • Os maiores erros em vendas para arquitetos.

Você pode assistir o vídeo sobre vendas para arquitetos e me dizer o que você acha nos comentários abaixo?

Ao seu Sucesso!

Filipe Boni da UGREEN

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Nova norma Isolamento Acústico para edificações

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A NBR 15575 traz normas de isolamento acústico para edificações, buscando promover maior comodidade nas construções residenciais. Extremamente importante, tanto para os consumidores como para as construtoras, esta norma é uma forma de oferecer mais qualidade aos empreendimentos.

NBR 15575: garantindo o conforto acústico

Com a evolução dos centros urbanos, é natural que haja o aumento do barulho. Porém, conviver com ruídos constantes pode ser extremamente estressante e ainda comprometer o descanso que nos é devido. Geralmente, buscamos o sossego e tranquilidade em nossos lares, mas nem sempre as residências conseguem garantir o conforto acústico. Para auxiliar neste sentido, a NBR 15575 estabelece algumas normas para assegurar o isolamento acústico nas edificações.

Para os moradores, além de ser desconfortável ouvir todos os barulhos externos, pode ser extremamente constrangedor que os sons de sua rotina cheguem aos ouvidos dos vizinhos. Saber que atividades simples como caminhar, deslocar móveis ou derrubar objetos atrapalham o descanso de outros moradores é muito desagradável. Conforme o desconforto aumenta, a tendência é que os residentes busquem formas de descobrir a fonte do problema. E agora, com a regularização da NBR 15575, os moradores podem solicitar uma avaliação do desempenho acústico de suas residências. Caso prove-se que os parâmetros mínimos não foram atendidos neste sentido, os moradores podem exigir reparações ou mesmo pesadas indenizações.

Podemos dizer, então, que respeitar a NBR 15575 é uma forma de economizar em futuros reparos. Também é uma forma de evitar a aplicação de sanções judiciais.

Determinações da norma de isolamento acústico

Segundo a norma de isolamento acústico, as edificações devem dispor de recursos em sua estrutura que abafem os ruídos externos. Esta proteção acústica deve ser observada de acordo com medidas pré-determinadas. Neste sentido, para que uma edificação esteja em conformidade com a NBR 15575 , deve:

  • Atender aos critérios de vedação de coberturas (relativas às partes 4 e 5 do desempenho acústico)
  • Oferecer isolamento das vedações externas
  • Apresentar isolamento entre os ambientes
  • Observar os limites de ruídos de impactos.

Portanto, a norma de isolamento acústico exige que as construções residenciais protejam os moradores de ruídos terrestres e aéreos. Bem como os resguardem dos barulhos provenientes das áreas comuns privativas.

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Exigências específicas da norma de isolamento acústico

Os parâmetros da norma são extremamente detalhistas, estabelecendo os níveis de ruídos específicos para a finalidade de cada ambiente. Com isso, assegura a privacidade e a saúde dos moradores.

Confira algumas das exigências da nova norma de isolamento acústico:

  • Tempo de reverberação adequado, no caso de ecos
  • Equilíbrio na distribuição de energia sonora nas faixas de frequências, como curvas NC
  • Proibição de sons tonais audíveis, como roncos, assobios e zumbidos
  • Bloqueio de variações bruscas de nível perceptíveis ao longo do tempo. Como por exemplo, passagens de motos, sons de elevadores e de aviões
  • Uniformidade na distribuição de som ao longo do espaço.

Adequação à norma de isolamento acústico

Para garantir a adequação das edificações à norma de isolamento acústico, é fundamental conhecer profundamente os critérios nela exigidos. Afinal, deste modo, é mais fácil escolher as tecnologias que serão empregadas para atender aos desempenhos almejados. Sob este prisma, contar com um apoio especializado pode ser determinante. A UGreen oferece toda a consultoria e suporte necessários para a adequação das edificações à nova norma de isolamento acústico.

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Acessibilidade também é Sustentabilidade

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Quando tratamos do assunto — sustentabilidade, acessibilidade dificilmente surge nos primeiros tópicos.

Acessibilidade dentro da Sustentabilidade

Ainda que a acessibilidade seja parte integral no âmbito sustentável, muitas vezes ela é tratada como adereço. Infelizmente ainda encontramos projetos super atuais na estética, nada inclusivos na sua proposta.

O movimento de inclusão, cada vez mais abordado por todas as mídias, vem contribuindo significantemente para a transformação dos espaços públicos. Apesar disso, ainda temos léguas a serem percorridas para obter um cenário ideal de acessibilidade.

O arquiteto americano Chris Downey sentiu na pele essa dificuldade e transformou sua vida e sua carreira de forma inusitada e brilhante com isso.

Desgraça ou oportunidade?

Aos 45 anos Downey projetava a pleno vapor quando de repente, se deparou com umas daquelas surpresas indesejáveis da vida.  Em um jogo de beisebol com seu filho notou alterações graves em sua visão. Logo foi ao médico e descobriu um tumor no cérebro — teria que operar.

O médico lhe informou dos riscos da cirurgia, um deles era a perda de visão, mas que isso não havia acontecido com seus pacientes. A cirurgia foi um sucesso e no dia seguinte o arquiteto acordou e parecia que estava tudo normal.

Logo depois, na segunda manhã após sua cirurgia, ele acordou e seu mundo era escuro. Downey perdeu 100% de sua visão, não enxergava nem um facho de luz para guia-lo.

Se você leitor é arquiteto já se colocou no lugar dele. Imagine como ficaria seu mundo! Supostamente um arquiteto precisa da visão para atuar, entender os espaços, corrigir os erros de projetos, dentre outras tarefas, correto?

Oportunidade

Pode ser. Boa parte de nós no lugar de Chris Downey consideraríamos nossas carreiras findas. O próprio médico que operou Downey o indicou para um especialista em reposicionamento profissional. Para Chris essa nunca foi uma opção.

Em apenas alguns dias, repensou o conceito que tinha da arquitetura e realizou que a forma como projetamos é um processo intelectual. O conhecimento do arquiteto, e a capacidade de comunicar esses conhecimentos, não haviam sido perdidos durante a cirurgia. Sendo assim, para continuar trabalhando precisaria apenas de novas ferramentas.

Então, Chris foi a busca. Encontrou uma impressora que imprime seus projetos como se fosse braile e utilizando um brinquedo de modelar passou a comunicar suas alterações/sugestões de projeto.

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Um diferencial de sucesso

Além de estar de volta a ativa em pouco tempo, Chris melhorou sua atuação em projetos. Devido à cegueira Chris notou que sua experiência nos ambientes mudou muito, e o tornou um arquiteto com um diferencial valoroso para a acessibilidade, permitindo que ele atue como consultor em projetos em que não é o autor.

Em um momento em que muitos considerariam o fim, Downey “viu” a oportunidade de se destacar em um nicho que ainda precisa de muita atenção.

Definitivamente inspirador

Essa é uma história inspiradora e contém uma mensagem que muitas vezes tentamos passar para nossos alunos aqui na UGREEN: sua carreira não está em um buraco, você precisa apenas de novas ferramentas. Agarrar-se aos seus conhecimentos já adquiridos na faculdade e elevar sua maneira de projetar para nichos que precisam de ajuda, como a sustentabilidade, que ainda está se firmando dentro da construção civil.

Downey este ano completou 10 anos neste novo nicho. Sua vida e sua carreira o mantém em um caminho de sucesso. A acessibilidade ganhou um aliado com conhecimento de causa em ambos os mundos. Pelo menos aonde Chris atua, passou a ser protagonista. Além de regulamentar os espaços, o arquiteto trouxe elementos extremamente criativos para os projetos. Vale a pena conferir no video da matéria original (em inglês).

O intelecto, a vontade de mudar o mundo e boas ferramentas bastaram para uma fórmula de sucesso.

Lições aprendidas

Transcrevi a história de Chris Downey em nosso ‘blog’ por dois motivos que acredito serem muito importantes para nós que temos influencia na construção civil de modo geral.

Em primeiro lugar, é inspiradora e ponto. Ver um colega de profissão prosperar aonde muitos sucumbiriam é definitivamente um folego. Uma oportunidade para reavaliarmos o que pensamos ser nossos becos.

Segundo: Uma oportunidade para falarmos mais em acessibilidade dentro da sustentabilidade em unidade. Para atingirmos a sustentabilidade em projetos definitivamente não podemos pensar na acessibilidade como um tópico a ser cumprido minimamente para atender a legislação.

Arquitetos são profissionais que estão aqui para servir de integradores entre as pessoas/usuários e os ambientes construídos. Se alguém não consegue navegar os espaços construídos, com facilidade, falhamos em algum lugar.

Não precisamos de uma experiência em primeira mão para colocarmos a acessibilidade no seu lugar de respeito. O que você acha?

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Direto da Expo Revestir – Materiais Sustentáveis: A Importância da sua Transparência e Otimização para a Construção Civil

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Assista nossa palestra na íntegra logo abaixo!

Muitos acreditam que materiais sustentáveis possuem relação apenas a sua composição ou seu processo industrial de fabricação. Como resultado, poucos sabem especificar materiais considerando critérios sustentáveis legítimos em seus projetos.

Considerando que arquitetos, engenheiros e designers são o elo entre a indústria e seus clientes, consideramos crucial apresentar os aspectos que caracterizam materiais verdadeiramente sustentáveis e acima disto, elucidar onde estamos neste processo.

A UGREEN teve o prazer de comparecer a convite da Incepa para dividir seus conhecimentos para os participantes na Expo Revestir, no dia 14 de março de 2019. Assista a palestra na íntegra abaixo.

O que abordamos na palestra na Expo Revestir:

    1. Porque a sustentabilidade é só o começo de um processo maior.
    2. As peças que estão distantes e estão se juntando (e como você pode se aproveitar disso).
    3. Como este conhecimento pode elevar seu patamar competitivo, principalmente entre grandes empresas.
    4. Por que é tão difícil conhecermos todos os critérios sustentáveis de produtos.
    5. O processo que deve ser realizado para projetos e produtos regenerativos.
    6. Os impactos principais que os materiais geram desde seu estado bruto até seu destino.
    7. Os critérios essenciais de análise: EPDs, Práticas de Extração e Ingredientes Materiais.
    8. Quem escolhe por beleza e preço está sendo superficial.
    9. Porque todas as certificações estão indo para o mesmo caminho.
    10. Porque este processo irá durar além das certificações ambientais.
    11. O convite que todos os presentes da palestra da Expo Revestir receberam.
  1. Uma visão do futuro para os arquitetos, engenheiros e designers.

Boa palestra!

 

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