Qualidade do ar: mais do que um conceito sustentável

ACESSO A AULAS GRATUITAS EM CONSTRUÇÕES SUSTENTÁVEIS

Inscreva-se nas melhores aulas ao vivo em construções sustentáveis da internet.

A qualidade do ar nos projetos de edificações é um tema extremamente importante, mas que foi muito negligenciado nos projetos. Alguns profissionais passaram a realizar construções herméticas, deixando a climatização apenas por conta de equipamentos de ar-condicionado. Porém, é fundamental considerar este item, não apenas para promover um ambiente sustentável, mas para fazer cumprir a lei.

Conceito sustentável

O conceito de sustentabilidade surgiu na Suécia, mais precisamente em Estocolmo, na Conferências das Nações Unidas sobre o meio ambiente, em 1972. Ou seja, não é nada tão recente como pode parecer.

Basicamente, a sustentabilidade está fundamentada em conceitos relacionados ao desenvolvimento sustentável. Seus ideais são a preservação do planeta e das necessidades humanas. 

Os tripés da sustentabilidade são social, ambiental e econômico. No que se refere ao tema qualidade do ar, o elemento que se destaca é o social. Isso porque ele se refere às pessoas e suas condições de vida e saúde. 

Portanto, ao preocupar-se com a qualidade do ar em suas edificações, você está assumindo uma postura sustentável.

NBR 15575

Logicamente, todo arquiteto deve levar em conta, acima de tudo, a saúde e segurança dos usuários de suas edificações residenciais. Entretanto, nem todos os profissionais possuem uma postura sustentável, o que leva à criação de leis neste sentido, por exemplo, a NBR 15575, que é uma norma de desempenho disponível desde 2008. Como objetivo, a regra propõe orientações para que os profissionais possam garantir conforto, saúde e segurança aos usuários de suas edificações. 

Primeiramente, as disposições da NBR 15575  não eram obrigatórias, mas, em 2013, a norma passou a ter força de lei. A partir de então, é obrigatória para todas as edificações residenciais de até 5 pavimentos. Dessa forma, atualmente, o não cumprimento de suas diretrizes acarreta em indenizações pelas partes responsáveis, multas e demais sanções.

NBR 15575 X Qualidade do Ar

No que tange à qualidade do ar, existem algumas determinações na NBR 15575 que devem ser seguidas. Entre elas:

15.3 Parte 1- Poluentes na atmosfera interna à habitação

Deve-se seguir a legislação vigente, garantindo que materiais, equipamentos e sistemas utilizados na construção não liberem produtos que poluam o ar em ambientes confinados. Como por exemplo, aerodispersóides, gás carbônico e similares.

15.4 Parte 1 – Poluentes no ambiente de garagem

Em conformidade com a legislação vigente, impedir a invasão de gases de escapamentos de veículos e equipamentos em áreas internas da edificação residencial. 

Garantir que o sistema de exaustão ou ventilação de garagens internas permita o escape de gases poluentes provenientes de equipamentos ou veículos.

15.6 Parte 6 – Contaminação do ar ambiente pelos equipamentos

Segundo esta diretriz, os ambientes não podem apresentar teor de CO2 que ultrapasse o volume de 0,5% . Além disso, os níveis  de CO não podem ser maiores do que 30 ppm.

Por que garantir a qualidade do ar nas edificações?

Como vimos, a qualidade do ar nas edificações é mais do que uma questão de sustentabilidade. Também é uma maneira de fornecer melhor qualidade de respeitar e seguir a lei. Isto é fundamental para obter credibilidade junto aos clientes e perante o mercado. 

Atualmente, existem instrumentos que podem avaliar a qualidade do ar. Assim, é possível  indicar se a atmosfera do ambiente está poluída devido à falhas na obra. Ser responsabilizado por erros neste âmbito não traz prejuízos somente no aspecto financeiro. Também compromete seriamente sua reputação como profissional. 

Quer algumas sugestões de como realizar um projeto sustentável, que promova uma melhor qualidade do ar? Este post pode ser bastante útil. 

Contudo, para contar com um projeto que atenda às especificações neste contexto, o melhor mesmo é contar com orientação especializada. A UGreen oferece toda a consultoria e suporte necessários para a adequação a tópicos relacionados à NBR 15575.

Quer Aprender Sobre a Norma de Desempenho?

Procura Uma Consultoria Ágil e Eficiente?

Guia para encontrar princípios de incêndio

ACESSO A AULAS GRATUITAS EM CONSTRUÇÕES SUSTENTÁVEIS

Inscreva-se nas melhores aulas ao vivo em construções sustentáveis da internet.

Encontrar princípios de incêndio e combatê-los é uma atitude que pode evitar maiores catástrofes. Porém, para tanto, deve-se conhecer bem os tipos de combustíveis motivadores, para escolher a forma correta de fazer o combate. Além disso, é importante entender quando a melhor solução é chamar os bombeiros e deixar o local. Por isso a Ugreen preparou esse guia para te ajudar.

Atenção

Antes de procurar encontrar princípios de incêndio, você precisa observar se a altura do fogo não está muito elevada. Também é importante atentar para a fumaça: ela não deve impedir a visualização do foco ou dificultar sua respiração. Outro fator essencial é a temperatura ambiente, que deve estar suportável, permitindo sua permanência. Em caso contrário, o mais indicado é chamar o Corpo de Bombeiros e abandonar o local. Sua segurança deve estar em primeiro lugar.

Classes de incêndio

Ao encontrar princípios de incêndio, é fundamental saber a melhor forma de extingui-lo. Neste sentido, conhecer as classes de incêndio é extremamente importante. 

Incêndios Classe A

Ocorrem em materiais com características fibrosas ou em combustíveis sólidos. Eles entram em combustão em razão do seu volume, ou seja, em superfície e profundidade. 

Os incêndios de Classe A deixam resíduos, como cinzas ou brasas. Como exemplos deste tipo, podemos citar a madeira, o papel, a borracha, os cereais, os tecidos, entre outros. 

Incêndios Classe B

Nesta classe estão os incêndios ocorridos em combustíveis líquidos ou gases combustíveis. Neles, a queima é feita através da superfície, não deixando nenhum resíduo. 

Aqui estão classificados o GLP, os diversos tipos de óleos, a gasolina, o éter, o butano, entre outros.

Incêndios Classe C

Envolve os incêndios ocorridos em materiais energizados, como transformadores, motores, interruptores e similares.

Os elementos componentes deste grupo oferecem perigo altíssimo à vida quando se procura combater as chamas, isso porque envolve a presença de eletricidade. Contudo, se o equipamento motivador das chamas for desconectado de sua alimentação energética, passa a ser enquadrado na Classe A ou B. Porém, para isso, é preciso que não haja nenhuma bateria interna ou dispositivo que mantenha a energia.

Incêndio Classe D

Os incêndios dessa ordem são aqueles que ocorrem em metais pirofóricos, como rodas de magnésio, potássio, alumínio em pó, titânio, sódio, entre outros. Eles possuem como característica principal o grau elevado de dificuldade de combate.

Incêndios Classe K

Comuns em cozinhas, os incêndios dessa ordem configuram chamas originadas por banha ou óleos próprios à preparação de alimentos.

Existem, ainda, os incêndios de Classe E, que abrangem os materiais químicos e radioativos. Porém, como ainda não possui reconhecimento internacional, não há relevância em citá-la mais profundamente.

Tipos de extintores

Agora já sabemos as classes de incêndio. Podemos, então, passar para  os tipos de extintores ideais para cada uma delas ao se encontrar princípios de incêndio.

Tabela Tipo de extintores

Na classe K – incêndios ocorridos em óleos ou banha – o método de extinção mais adequado é o abafamento. É essencial lembrar que, ao encontrar princípios de incêndio deste tipo, jamais deve-se tentar combater as chamas com água. Isso porque essa classe reage de forma extremamente perigosa a este elemento, podendo causar explosões.

Formas alternativas de agentes extintores

Em alguns casos, é possível que não existam os extintores adequados para combater as chamas. É importante, então, conhecer os métodos de extinção do fogo. 

Extinção por resfriamento

Neste tipo de combate às chamas, deve-se reduzir a temperatura de forma a diminuir o calor. Esta ação visa impedir que o combustível gere gases e vapores, consequentemente se extinguindo. Como principal agente resfriador, podemos citar a água.

Extinção por abafamento

Nesta modalidade, busca-se inibir o contato do comburente (oxigênio, na maioria dos casos) com o combustível. 

Ao encontrar princípios de incêndio alimentados por oxigênio, pode-se utilizar inúmeros materiais. Entretanto, para isso, eles devem impedir o contato do fogo com o ar. O material utilizado também não deve, de forma alguma, servir como combustível para as chamas.

Extinção por isolamento

Este tipo de extinção procura retirar o combustível da reação que está causando o incêndio. Para tanto, oferece duas técnicas:

  • A retirada do material que está queimando
  • A retirada do material que está perto do fogo e que deverá entrar em combustão através dos métodos de propagação.

Extinção química

O incêndio químico é causado por uma mistura de vapores liberados do combustível e comburente. Portanto, neste tipo de extinção, o objetivo é combinar um agente químico específico com a mistura inflamável, a fim de torná-la não inflamável. 

Com isso, podemos dizer que este método não age diretamente em algum elemento do fogo. Seu efeito se dá na reação em cadeia como um todo.

Importância de se conhecer os agentes extintores

Conhecendo os agentes extintores, pode-se improvisar formas de combater as chamas ao se encontrar princípios de incêndio. 

Como por exemplo, ao deparar-se com uma ocorrência classe D. Ao conhecer os agentes extintores, sabe-se que o combustível pode ser coberto com terra, bloqueando o comburente (oxigênio). Ou que, para combater um incidente classe K (uma panela em chamas), sabemos que é possível utilizar um pano molhado para cobrir a superfície. Assim, as chamas são extintas devido ao bloqueio da reação com o oxigênio.

Instruções em casos de emergência

Existem algumas condições que indicam que o melhor é parar de tentar encontrar princípios de incêndio e abandonar o local. Agora, vamos indicar algumas atitudes de segurança para estes casos.

Primeiramente, deve-se ligar para o Corpo de Bombeiros e acionar o botão de alarme mais próximo. Em seguida, busque isolar os materiais combustíveis, proteger os equipamentos e desligar o quadro de luz.

Na presença de fumaça, proteja o nariz e a boca com um lenço ou máscara molhados. Também procure molhar as roupas e calçados que estiver usando.

Em casos de confinamento pelo fogo, mantenha-se agachado, rente ao chão. Isso porque a fumaça começa a se acumular perto do teto.

Se precisar atravessar uma barreira de fogo, procure uma cortina, manta ou lençol e enxarque com água. Feito isso, tente atravessar o mais rápido possível.

Mantenha a calma e lembre-se que você deve deixar o local, sempre descendo – e não subindo – as escadas. Para evitar o risco de quedas, retire calçados de saltos altos e meias escorregadias. Lembre-se de deixá-los em um canto, para evitar acidentes.

Não tire as roupas, exceto as confeccionadas em nylon, e, caso elas se incendeiem, jogue-se no chão e role lentamente. Isso causa abafamento e extinguirá as chamas.

Enfim, é indispensável conhecer todas as saídas de emergência existentes no local, inclusive as rotas de fuga. Igualmente importante é participar das simulações de incêndio, para saber o que fazer no caso da ocorrência deste incidente. 

Quer Aprender Sobre a Norma de Desempenho?

Procura Uma Consultoria Ágil e Eficiente?

Isolamento Acústico na NBR 15.575: conheça os requisitos!

ACESSO A AULAS GRATUITAS EM CONSTRUÇÕES SUSTENTÁVEIS

Inscreva-se nas melhores aulas ao vivo em construções sustentáveis da internet.

O isolamento acústico na NBR 15.575 é extremamente importante para assegurar o bem-estar dos moradores. Sua relevância é crescente no cenário urbano atual, onde há uma presença marcante de unidades habitacionais em condomínios. 

Estes empreendimentos residenciais, podem ser foco de ruídos, sobretudo nos de baixa renda. Isso porque as casas costumam ser próximas e não contam com a barreira dos muros para atenuar os efeitos sonoros. Estes locais também oferecem, em sua maioria, espaços comuns que também promovem a propagação de som, como: quadras poliesportivas, home theaters, playgrounds e salões de festa.

Observar os critérios para que as edificações ofereçam isolamento acústico, garante maior qualidade de vida aos moradores. Pois, assim, podem desfrutar de seus períodos de descanso sem ser incomodados por sons desagradáveis.

Sem falar que, ao oferecer o isolamento acústico, os usuários não precisam se preocupar com a passagem dos sons característicos à sua rotina para o meio externo.

Além disso, atender aos critérios de isolamento acústico é uma obrigação legal. Afinal, a NBR 15.575 possui força de lei. Ou seja, é uma forma de resguardo contra ações judiciais, pagamento de indenizações e demais penalidades.

Isolamento acústico na NBR 15.575

Na NBR 15575 não há critérios específicos de conforto acústico. Por exemplo, não existe uma determinação própria para o nível máximo de ruído admitido para o repouso noturno. Esta particularidade é tratada na NBR 10152. Esta refere-se à “Acústica – Medição e avaliação de níveis de pressão sonora em ambientes internos às edificações.”

Da mesma forma, também não abrange o modo de medir os níveis de ruídos externos às edificações. Este quesito deve seguir o que está disposto na NBR 10151. Nela, trata-se sobre a “Acústica – Medição e avaliação de níveis de pressão sonora em ambientes externos às edificações.

Entretanto, levando em consideração ruídos externos com intensidade da ordem de 55 dB(A) a 60 dB(A), comuns em áreas residenciais ou pequenos centros comerciais, os valores definidos para a isolação acústica foram desenvolvidos para repercutir em condições aceitáveis de desempenho.

Em  regiões onde há grandes fontes de ruídos, como estádios, ferrovias, rodovias e aeroportos, a norma possui uma especificação. Nestes casos, a NBR 15.575 determina que sejam feitos levantamentos no local, bem como estudos específicos de tratamento acústico.

 Parâmetros acústicos de verificação

Isolamento - Vedação vertical externa

Para vedação externa de salas, cozinhas, lavanderias e banheiros, não há requisitos específicos segundo a NBR 15.575.

Vale observar que geralmente os valores de desempenho de isolamento acústico obtidos em  campo (DnT, w e D2m, nT, w) são inferiores aos colhidos em laboratório (Rw). O contraste entre os resultados ocorre devido às condições de contorno e execução dos sistemas (vide ISO 15712, EN 12354).

Isolação sonora de paredes entre ambientes - Ensaio de campo

Ruído de Impacto em Sistemas de Pisos

Observe que são diversos critérios que precisam ser atendidos para que o isolamento acústico nas edificações seja garantido. Neste sentido, contar com orientação profissional é fundamental para assegurar que todos os parâmetros sejam seguidos. A UGreen oferece toda a consultoria e suporte necessários para a adequação de sua obra às diretrizes relacionadas ao tema.

Quer Aprender Sobre a Norma de Desempenho?

Procura Uma Consultoria Ágil e Eficiente?

VUP – Vida Útil do Projeto

ACESSO A AULAS GRATUITAS EM CONSTRUÇÕES SUSTENTÁVEIS

Inscreva-se nas melhores aulas ao vivo em construções sustentáveis da internet.

A VUP – Vida Útil do Projeto foi estabelecida para que o usuário tenha pleno conhecimento da durabilidade de sua residência. Também serve para indicar quando haverá necessidade de realizar manutenções em determinadas partes, sistemas e elementos construtivos.

Ao oferecer a VUP em seus projetos construtivos habitacionais, você garante maior segurança aos usuários. E mais do que isso: comprova estar em conformidade com a lei, evitando transtornos como indenizações, multas e demais penalidades.  

VUP – Vida Útil do Projeto

A vida útil do projeto consiste no período estimado para o qual uma edificação e seus sistemas, elementos e componentes são projetados para atender às atividades para as quais foram desenvolvidos e construídos. 

Para  a VUP ter validade, é preciso que o projeto observe os níveis de desempenho dispostos na NBR 15575. Além disso, deve seguir a periodicidade e execução corretas dos processos de manutenção do Manual de Uso, Operação e Manutenção.

A obrigatoriedade de se fornecer um manual de instruções, instalação e uso de produtos é um direito do consumidor, consolidado pela CDC, sendo que o código determina que a linguagem adotada deve ser didática e conter ilustrações. O objetivo é deixar claro para o usuário quais ações devem ser realizadas durante a vida útil das edificações.

Quem define a Vida Útil do Projeto é o incorporador e seus prepostos. Eles serão encarregados de orientar todo o trabalho de projeto a ser desenvolvido. Para elaborar o manual, deve-se observar as orientações especificadas nas seguintes NBRs:

  • NBR 14037 – Diretrizes para a elaboração de manuais de uso, operação e manutenção das edificações – Requisitos para elaboração e apresentação dos conteúdos
  • NBR 5674 – Manutenção de edificações – Requisitos para o sistema de gestão de manutenção.

O projeto deve conter a especificação do valor teórico da VUP para cada um dos sistemas que abrange. Nenhum dos valores definidos pode estar abaixo do que foi estabelecido pela Norma.

O que diz a NBR 15575

De acordo com a norma, para a adequada definição da Vida Útil do Projeto, é preciso considerar três pontos fundamentais:

  1. As consequências que a falha causa no desempenho do sistema ou elemento
  2. O nível de dificuldade de manutenção e reparação, caso ocorram falhas no desempenho
  3. O custo que a correção da falha implicará, inclusive considerando o valor da correção de outros subsistemas ou elementos comprometidos.

Tabela 1 - Vida Útil do Projeto mínima a ser estabelecida pelo projetista

Tabela 5 - Critérios para o estabelecimento da VUP das partes do edifício

 

Segundo a NBR 15575, as VUPs da estrutura entre 5% e 15% podem ser aplicáveis apenas a componentes. Já as demais podem ser aplicáveis a todas as partes da edificação, como sistemas, elementos e componentes.

No cenário internacional, há diversas proporções variadas para determinar a VUP da edificação. Mas, tratando-se de edifícios residenciais, nota-se que elas possuem convergências, determinando a VUP entre 50 e 60 anos. 

Comprovação de níveis de desempenho

Para a comprovação dos níveis de desempenho, a NBR 15575 recomenda a metodologia indicada na ISO 15.686. As orientações desta diretriz determinam que as avaliações de desempenho dos elementos e sistemas podem ser realizados por meio de:

  • verificação de atendimento aos requisitos estabelecidos pelas normas brasileiras
  • comprovação de durabilidade dos elementos ou sistemas, bem como sua correta utilização, conforme as normas a elas associadas. Estas tratam da especificação dos elementos e componentes, sua aplicação e métodos de ensaio específicos.

Na falta de normas brasileiras, utilizar os parâmetros de normas estrangeiras:

  • por meio de análise de campo pela inspeção em protótipos e edificações
  • por análise dos resultados obtidos em estações de ensaio.

A NBR 15575 permite que a avaliação da VUP seja substituída pela garantia de uma terceira parte. No caso, uma companhia de seguros. 

Após metade do prazo estabelecido ter passado sem históricos de grandes intervenções, a VUP passa a ser considerada atendida.

Existem, ainda, diversos elementos que influenciam na VUP e, para que o projeto esteja de acordo, é preciso que cada um deles seja seguido. Por ser uma tarefa extremamente detalhista, uma orientação especializada pode ser proveitosa. Conte com o suporte e a consultoria da UGreen para te auxiliar neste processo.

Quer Aprender Sobre a Norma de Desempenho?

Procura Uma Consultoria Ágil e Eficiente?

 

 

Conforto luminoso ambiental

ACESSO A AULAS GRATUITAS EM CONSTRUÇÕES SUSTENTÁVEIS

Inscreva-se nas melhores aulas ao vivo em construções sustentáveis da internet.

O conforto lumínico nas residências está relacionado aos estímulos ambientais à visão que são incitados pela quantidade de luz, seja esta natural ou artificial. Refere-se, ainda, à sua variação e distribuição dentro dos ambientes. 

Existem diversos aspectos que influenciam o conforto lumínico ambiental, entre eles:

  • A fonte de iluminação;
  • A intensidade da incidência de luz;
  • A distribuição da iluminação;
  • A tonalidade e a cor dos focos de luz.

Os contrastes excessivos e as grandes variações nos níveis da iluminação também podem prejudicar o conforto lumínico. Isso porque provocam estresse e fadiga, uma vez que o olho humano está sempre se adaptando aos níveis de luz.

Importância do conforto lumínico

A luz afeta profundamente a forma como experimentamos o tempo e espaço, seja de maneira consciente ou inconsciente. Nosso histórico pessoal e cultural também interfere no modo como reagimos em ambientes conforme sua iluminação. 

Isso significa que existem variações no que se entende como conforto lumínico, de pessoa para pessoa. Uma forma de avaliá-lo é através dos níveis de iluminância, ou seja, da potência luminosa que atinge um determinado ponto.

Porém, independente da cultura, idade ou classe social, a iluminação é inegavelmente um fator que influencia diretamente o humor e a saúde de todos nós. 

Como passamos grande parte do nosso tempo em casa, o conforto lumínico desempenha um importante papel neste sentido. Ainda que as descobertas neste âmbito sejam recentes e continuem sendo objeto de pesquisas científicas, sua importância é cada vez mais evidente.

Conforto lumínico na arquitetura

Um símbolo da premência do conforto lumínico na arquitetura, são as normas de desempenho voltadas especialmente para este tema, como a NBR 15575, que está em vigor desde 2013. 

Esta norma consiste em um conjunto de diretrizes que prezam pela segurança, saúde e conforto do usuário em suas residências. Portanto, não poderia deixar de abordar requisitos que visam garantir iluminação agradável nas edificações residenciais.

De acordo com a NBR 15575, algumas providências podem ser tomadas para garantir o conforto lumínico aos usuários. Por exemplo:

  • Garantir que a luminosidade natural seja aproveitada ao máximo nas edificações
  • Oferecer distribuição uniforme da iluminação dentro dos ambientes
  • Fornecer uma combinação equilibrada entre iluminação natural e artificial
  • Permitir o controle de brilhos e contrastes
  • Adequar o tamanho e a posição das aberturas e orientação das fachadas, adotando, para tanto, os devidos dispositivos de proteção solar e refletividade das superfícies.

Mudanças constantes

Estamos sempre mudando nossos hábitos e, conforme estas mudanças acontecem, nossas necessidades de iluminação também se transformam. Assim, é preciso que os arquitetos e designers estejam sempre atentos para acompanhar estas transformações. Neste contexto, uma orientação profissional é consideravelmente proveitosa. 

A UGreen oferece todo o suporte e consultoria que você precisa para atender à todas as especificações da NBR 15575, incluindo o conforto lumínico.

Quer Aprender Sobre a Norma de Desempenho?

Procura Uma Consultoria Ágil e Eficiente?