Lista de Materiais Sustentáveis

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Uma Lista de Materiais Sustentáveis Para Você Ganhar Tempo

O que você procura dizer com sua arquitetura? Qual é a sua contribuição para a sociedade? Como combater práticas com as quais você não acredita, e ao mesmo tempo, se destacar na multidão, obtendo melhores projetos? Uma lista de materiais sustentáveis pode ajudar.

Pois é claro, vivemos em um mundo com pouco tempo disponível. Muitos escritórios sofrem com esta falta também. No entanto, não aprimorar suas técnicas de projeto para o século XXI e criar uma mensagem clara do que você representa como profissional pode ser um erro fatal.

Baixe o guia de materiais AQUI.

Acredito que apenas aqueles que realizam sua arquitetura com propósito serão ouvidos à longo prazo. Dando um empurrãozinho para tornar sua vida mais fácil, criamos um guia com materiais sustentáveis que você pode utilizar em seus projetos.

Na UGREEN, acreditamos que podemos utilizar o poder da coletividade para tornar o mundo um lugar melhor. E você estar lendo essas palavras é uma demonstração clara de que isso é realmente possível.

Bons projetos,
Filipe Boni, cofundador do UGREEN

Você pode baixar a sua lista de materiais AQUI, junto com outros recursos gratuitos.

Importante

Esta é uma lista de materiais sustentáveis imparcial, realizada por meio de pesquisas pessoais e sem vínculo com empresas ou entidades. O que quero dizer com isso é que não possuímos meios de julgar ou certificar os materiais desta lista, pois estes são constantemente atualizados dentro de sua cadeia de produção.

Por este motivo, não inserimos os atributos sustentáveis exatos destes materiais – limite de COV`s, regionalidade, conteúdo reciclável, reutilizado e outros – apenas seu nome, características básicas, procedência, empresa e website. Cabe a você pesquisar com profundidade esses fabricantes e encontrar a melhor solução para o seu projeto.

Não nos responsabilizamos por erros ou omissões provenientes desta lista de materiais sustentáveis. Esta lista não possui o propósito de ser definitiva, afinal, nosso tempo também é limitado nessa busca de materiais sustentáveis. Se você é um fornecedor, ou é um arquiteto que encontrou algum material ótimo para ser incluído ou algum ajuste, nos envie em contato@ugreen.com.br com o título: Materiais Sustentáveis.

Obs: Agradecimentos à Cristiane Lacerda da Ecoconstruct Brazil pela ajuda com diversos fabricantes.

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O que é LEED?

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LEED: O que é e como Funciona?

Se você está aqui, muito provavelmente quer saber o que é LEED. Então vamos começar com o seu surgimento, certo?

LEED é uma sigla para Leadership in Energy and Environmental Design. Traduzindo: Liderança em Energia e Design Ambiental.

Foi criada pelo United States Green Building Council, ou mais conhecido como USGBC (www.usgbc.org), em 1993.

O USGBC foi criado com o intuito de promover e fomentar práticas de construções sustentáveis.

Logo no inicio o USGBC compreendeu que precisava viabilizar essa ideia para a indústria, pois só assim essas práticas seriam palpáveis e mensuráveis.

Tornou-se assim necessária a criação de um sistema próprio. Foi então introduzido o sistema de classificação LEED como uma forma de se estabelecer estratégias e padrões para a criação de edifícios sustentáveis.

De 1994 a 2013, a certificação evoluiu de um padrão para a construção nova para um sistema abrangente de padrões inter-relacionados que abordassem todos os aspectos do processo de desenvolvimento e construção.

por que o leed foi criado

Por que o LEED foi criado?

  1. Reconhecer liderança ambiental na indústria da construção
  2. Definir “edifícios verdes” através do estabelecimento de um padrão comum de medição
  3. Promover práticas de projeto e de construção integrativas
  4. Estimular a concorrência verde
  5. Sensibilizar os consumidores para os benefícios da construção verde
  6. Propagar a visão sobre o desempenho de um edifício ao longo do ciclo de vida do mesmo
  7. Transformar o mercado de construção

Para cumprir com essa missão, o USGBC estabeleceu medidas de:

  1. Educação: apresentando para a indústria melhores práticas em green building
  2. Lobby: trazendo ferramentas e estratégias para líderes locais e nacionais
  3. Recursos: com ferramentas para equipes de projeto interessados em projetar verde
  4. Diversos comitês, entidades regionais e conferências
  5. A Greenbuild, que é a feira de exposição conceituada no exterior

 como o leed funciona

Como o LEED Funciona

De forma resumida, para você certificar um projeto você precisa atingir uma pontuação mínima. Essa pontuação está relacionada à satisfação de diversos requisitos de Construção Verde, divididos nas seguintes Categorias de Crédito:

  • Localização e Transporte
  • Lotes Sustentáveis
  • Eficiência da Água
  • Energia e Atmosfera
  • Materiais e Recursos
  • Qualidade Interna dos Ambientes
  • Inovação e Prioridades Regionais

Cada categoria possui pré-requisitos e créditos. Pré-requisitos são obrigatórios para que você possa obter a certificação. Já os créditos são onde você pode realmente obter pontuações que irão contribuir para o nível de certificação almejado.

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Exemplos

Um exemplo de crédito é o de Energias Renováveis, que está na categoria de Energia e Atmosfera. Aqui, você obtém uma pontuação pela inserção de um sistema de energia renovável em sua edificação, que pode ser, por exemplo, pelo uso de placas fotovoltaicas.

Inserindo este sistema, por exemplo, em uma escola, e atingir uma meta de desempenho comprovada, você receberá uma pontuação para o crédito.

O mesmo acontece se estabelecer e comprovar um bom nível de Conforto Acústico em salas de aula, que estaria na categoria de Qualidade Interna dos Ambientes.

Ou reduzir o consumo interno e externo de água da sua edificação, que são pré-requisitos e créditos localizados na categoria de Eficiência da Água.

Resumindo, o sistema de classificação premia você de acordo com o quanto você fizer pela edificação.

pontuação do leed

A Pontuação

Somando todas essas otimizações na edificação, que podem chegar até a 70 estratégias, os edifícios são certificados da seguinte forma:

  • Certified: 40 pontos
  • Silver: 50 pontos
  • Gold: 60 pontos
  • Platinum: 80 pontos ou mais

É importante mencionar que o LEED está sempre se atualizando. A versão mais atual é a LEED v4.1. Portanto, sempre verifique a última versão da certificação quando for estudar sobre o tema. Desta forma você não corre o risco de obter informações desatualizadas.

Conclusão

O sistema de certificação LEED permite assim que times de projeto encontrem estratégias sustentáveis de acordo com uma visão comum, sabendo exatamente o que precisa ser atingido e quem será o profissional responsável por cada tarefa.

É amplamente embasado em normas técnicas internacionais recentes, tornando os profissionais conhecedores do sistema a frente dos outros a nível de estratégias sustentáveis para edificações.

O LEED AP é um profissional que estudou e comprovou seu conhecimento por meio de um exame, podendo trabalhar em certificações de projetos em todo o mundo e geralmente um líder entre os times de projeto de grandes empreendimentos.

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A Importância da Escolha Adequada de Vidros na Arquitetura

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Vidros na Arquitetura – Os fenômenos principais

O uso de iluminação natural tem se tornado cada vez mais relevante, e consequentemente a seleção de vidros na arquitetura. 

Esta consideração aumentou principalmente após estudos demonstrarem que partículas dessa luz aumentam a percepção humana, garantindo maior produtividade e conforto no espaço em questão.

Contudo, para que haja a entrada de luz nos ambientes, principalmente em escritórios e salas fechadas, é preciso a instauração de janelas, claraboias ou átrios de vidro, sendo os últimos financeiramente inviáveis para a maioria dos projetos.

Portanto, ao analisar a luz que chega pelas janelas, cabe ao arquiteto compreender os fenômenos ali existentes e projetar algo que seja rentável, sustentável e que seja agradável aos olhos.

No caso da iluminação natural existem três pontos principais a serem considerados: os ganhos solares, a condutividade e a quantidade de luz obtida pelas janelas.

Janelas: Equilíbrio Entre Design e Funcionalidade

É através das janelas e todas as suas peculiaridades que o arquiteto poderá encontrar uma solução viável para o uso de iluminação natural nos edifícios. Um primeiro ponto a ser analisado é a localização das janelas e suas devidas proporções.

Uma janela bem localizada e com tamanho médio consegue oferecer maior quantidade de iluminação natural que uma grande janela posta na direção errada.

Conhecer o caminho do sol e compreender como o mesmo age no edifício é importante para que as alternativas de tamanho e geometria sejam estudadas.

Em seguida é importante observar o tipo de vidro, se o mesmo é refletivo, se possui uma ou mais lâminas para conter a temperatura, se é claro ou escuro, entre demais fatores.

Os materiais utilizados também fazem diferença no resultado final, principalmente em relação ao isolamento térmico. As janelas de alumínio sem quebra térmica, por exemplo, não são recomendadas para locais onde a temperatura interna e a externa são discrepantes.

Colocando em Prática

O arquiteto deve analisar todas as peculiaridades das janelas e dos vidros, observando possibilidades de redução de custo ou de aprimoramento.

Embora existam tabelas auxiliares para a comparação de dados, o ideal é que o profissional realize simulações em programas especializados, onde há maior verossimilhança.

Cada ambiente terá sua necessidade específica, e dependerá de fatores externos (região, prédios adjacentes) e de fatores internos (usabilidade, tipo de edifício), logo, a análise deve ser minuciosa e os cálculos simulados diversas vezes. O arquiteto deverá buscar o equilíbrio entre conforto térmico e iluminação natural e artificial, tudo isso sem desconsiderar o design e o orçamento de seu cliente.

A consideração desses fatores irá gerar uma escolha assertiva de vidros na arquitetura, gerando edifícios confortáveis belos e energicamente eficientes.

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Como Desenvolver uma Boa Acústica em Seus Ambientes?

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A Relevância da Acústica na Arquitetura

Desenvolver um projeto arquitetônico é uma tarefa árdua e que exige muita atenção aos detalhes, uma vez que pequenas falhas podem arruinar completamente um projeto. Com o setor acústico da arquitetura não é diferente, para que exista uma boa relação dos habitantes com o ambiente é necessário que a acústica esteja em perfeito equilíbrio, sem causar incômodos ou dificultar a comunicação naquele espaço.

O som é uma onda que se transporta pelo ar e que, através de fenômenos como Reflexão, Difração, Reverberação, Eco, Ressonância e Absorção interage com o ambiente, tanto para ampliar quanto para reduzir seu potencial. Cabe ao arquiteto manipular, utilizando-se de materiais e cálculos espaciais, tais fenômenos para atingir o resultado desejado.

Controle Acústico

Para que exista uma harmonia entre sons externos e internos, é preciso que o cliente determine o grau de privacidade que o projeto exigirá, dessa forma o arquiteto poderá trabalhar em cima das possibilidades de tratamento do som e oferecer as melhores opções. Locais como escolas e hospitais, por exemplo, possuem regras fixas acerca do volume permitido em seu interior, cabendo ao profissional apenas projetar de acordo com as regras visando o melhor resultado.

A acústica faz total diferença na comunicação do ambiente, principalmente quando é necessário concentração e foco por parte dos habitantes. Uma sala de aula não deve receber sons externos e, consequentemente, necessita de uma estrutura que facilite a comunicação entre professor e aluno em qualquer lugar.

Embora o conceito de nível sonoro (decibels) seja relevante, os arquitetos trabalharão com o ajusta da frequência do som (Hertz), onde será determinada, através de cálculos e medições.

Principais Pontos Analisados

Os cinco pilares da arquitetura acústica envolvem a compreensão e manipulação ideal do ruído. Primeiramente, cabe ao arquiteto pesquisar se há Ruído de Fundo de HVAC, ou seja, desencadeado por sistemas de ventilações e ar condicionado, podendo assim encontrar maneiras de atenuar o incômodo causado pelos aparelhos. Em segundo lugar, é preciso analisar os Ruídos Externos e suas fontes, dessa forma o profissional poderá encontrar alternativas para extinguir o som externo e garantir o conforto acústico ideal.

O terceiro ponto diz respeito ao Isolamento Acústico, onde cabe ao arquiteto incluir no projeto materiais que consigam impedir a passagem do som entre diferentes ambientes. Os materiais podem ser divididos em refletores, absorventes e difusores, cada qual cumprindo uma diferente função acústica.

Na quarta posição está a importância das reduções do Tempo de Reverberação, pois é através dele que o que é dito no ponto A chega de maneira compreensível e inteligível ao ponto B. A estrutura do projeto faz toda a diferença nesse segmento, um exemplo de comparação está entre as salas de teatro e espaços para shows, enquanto um precisa que o espectador compreenda o que foi dito, o outro exige a passagem do volume e da intensidade do som.

Por fim, é importante que o arquiteto consiga trabalhar conceitos como Sonorização e Mascaramento, onde prezará pelo conforto do cliente, ou seja, priorizar a clareza do som mesmo que atrapalhe outros setores do projeto, e mascarar ruídos que estarão sempre presentes com a sonorização diferenciada, onde aqueles que estiverem presentes não sentirão incômodo ou distração, aumentando o foco e melhorando o ambiente.

A acústica é um dos pontos essenciais à serem trabalhados em um projeto, portanto, é necessária atenção a cada detalhe, principalmente quando há intenção de uma certificação LEED. Se atentar às normas é o primeiro passo para a edificação ideal.

Aplicando os Conceitos Teóricos

A acústica é um dos fatores essenciais no desenvolvimento de um projeto arquitetônico. Uma sala mal projetada, por exemplo, pode transmitir conversas através das paredes e também pode captar sons e ruídos externos, tornando o ambiente improdutivo. Cabe, portanto, ao arquiteto, elaborar um projeto no qual a acústica é colocada como algo inerente ao conforto dos futuros ocupantes.

Embora existam diversos modos de controle acústico, cada ambiente possui exigências únicas, variando também com a necessidade de privacidade daquele espaço. Não bastando isso, também é necessário atentar-se aos ruídos externos, como rodovias, prédios vizinhos e o nível sonoro médio ocasionado por transeuntes. Tudo isso deve ser colocado no papel para que, futuramente, o projeto venha a ser adaptado para atender todas as necessidades legais e também as necessidades colocadas pelo cliente.

Controlando os Fenômenos do Som

Após compreender as necessidades acústicas de cada ambiente, o arquiteto tem de primeiramente verificar se o espaço atende aos Critérios Acústicos, para em seguida lidar com fenômenos como a reverberação, a reflexão, a transmissão e o mascaramento do som. Nesse momento podem ocorrer mudanças estruturais na própria planta, como por exemplo a substituição de materiais da construção e o desvio de correntes de ar para manter determinados ambientes acusticamente limpos.

No design de interiores a colocação de painéis e o uso de materiais isolantes e até mesmo reflexivos pode fazer total diferença na percepção acústica. O posicionamento de cada objeto deve ser calculado de maneira minuciosa, visando assim uma taxa menor de erros e garantindo a possibilidade de alterações financeiras para economizar na obra como um todo. Nesse caso, o uso de tabelas auxiliares facilita os cálculos e oferece maior segurança não só para o arquiteto como, principalmente, para o cliente.

Ao conhecer os sons que rodeiam o espaço, as funcionalidades do mesmo e o grau de privacidade exigido, o arquiteto pode trabalhar em cima das possibilidades e dessa forma encontrar um equilíbrio estético, sonoro e financeiro, oferecendo, ao final, a melhor opção de projeto.

Escolas e Hospitais

Contudo, embora cada prédio tenha sua peculiaridade sonora, dois tipos de edifícios possuem regras ainda mais restritas e exigem maior atenção dos arquitetos durante o desenvolvimento, esses edifícios são as escolas e os hospitais. As escolas, por exemplo, necessitam de salas de aula com menor tempo de reverberação e isolamento total de sons e ruídos externos, pois tais exigências garantem maior inteligibilidade naquilo que é dito pelo professor.

Já os hospitais necessitam de isolamento acústico ainda mais objetivo, tanto dentro quanto fora das salas e quartos. Por se tratar de um ambiente relacionado à saúde e ao bem estar, a arquitetura de hospitais possui regulamentos específicos, cabendo ao arquiteto seguir todas as implementações sem tanta liberdade para realizar alterações.

A padronização da acústica em tais ambientes é uma forma inteligente de auxiliar os arquitetos, uma vez que são colocados leis e parâmetros a serem seguidos e tudo é explicado detalhadamente. Os profissionais têm, portanto, um guia para projetar um edifício de altíssima qualidade e que consiga oferecer o melhor no quesito de conforto e praticidade.

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