Webinário Gratuito em Inglês: Acupuntura Urbana

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* Webinário em inglês apenas.

Neste webinário Stephen Goldsmith (Center for the Living City), Mike Lydon (Street Plans Collaborative), e Erin Barnes (Ioby) discutem a influência de Jaime Lerner nas intervenções comunitárias urbanas. Webinário moderado por Jeff Wood (The Overhead Wire’s).

Assista gratuitamente REGISTRANDO-SE AQUI.

Material fornecido por nossos amigos da Island Press: www.islandpress.org

O Que É Massa Térmica?

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VOCÊ SABE O QUE É MASSA TÉRMICA DE UM EDIFÍCIO?

A massa térmica de um edifício é a capacidade que alguns materiais têm de absorver calor ou frio. Também é a velocidade com que este calor ou frio é liberado para o ambiente. Uma edificação bem equilibrada e com massa térmica suficiente durante o inverno, absorve uma boa quantidade de calor durante o dia e libera este calor lentamente à noite.

Você já deve ter passado pela experiência de entrar em certos ambientes que durante o dia estavam bem quentes, e à noite que deveria ser fresca, isso não acontece e permanece o calor. Isso é resultado de materiais que não foram eleitos da forma correta para aquela temperatura e ambiente. Denominamos esta situação como Materiais de Inércia Térmica baixa. Estes compostos perdem o armazenamento de frio ou calor rapidamente, dependendo da estação, isso pode ser o causador de desconforto e elevado gasto de energia elétrica.

MATERIAIS DE ALTA MASSA TÉRMICA

Por outro lado, alguns destes elementos têm alta massa térmica como: alvenaria, concreto e pedra. Ou seja, estes materiais tem a capacidade de absorver, armazenar e liberar calor lentamente. Se eles forem empregados em regiões quentes e expostos sem nenhuma proteção ao sol, à noite quando o ambiente necessitar deste resfriamento rápido, isso não irá acontecer. Uma forma de amenizar este efeito seria de criar brises, regular a dimensão das aberturas das janelas e até mesmo um paisagismo externo em frente a algumas destas aberturas.

Um outro exemplo é a madeira, um material de baixa massa térmica. Ela absorve, armazena e libera calor ou frio muito rapidamente. Uma estratégia para utilizar este material de forma eficaz, seria a de aplica-la em forros ou assoalhos de regiões com climas frios. Desta forma o ar quente é absorvido pelo concreto da laje e repassa o calor ao assoalho de madeira lentamente. Esta madeira por sua vez, libera rapidamente para o ambiente interno o calor necessário, mantendo o ambiente na temperatura certa para seus usuários.

NOVOS MATERIAIS

Vale a pena lembrar que no mercado temos vários materiais novos e sendo desenvolvidos. Estes materiais muitas vezes possuem aditivos em suas massas que acumulam frio ou calor. Alguns exemplos são: argamassa de reboco que reduz em 10ºC a temperatura do ambiente, materiais com grande poder de isolamento como a lã de ovelha ou painéis de concreto reforçados e entre outras inúmeras soluções.

Leitura complementar: Thermal Mass (Autodesk Sustainability Workshop)

Comprometimento Urbanístico

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COMO PODEMOS NOS COMPROMETER COM NOSSOS PROJETOS?

O entorno deve influenciar a arquitetura e nós devemos saber como podemos projetar para que estas influências se tornem viáveis.

Faz um tempo atrás, passamos por uma via de Curitiba e observamos que um edifício foi implantando corretamente em relação a legislação vigente, porém o embasamento deste edifício permitia que, em uma determinada rua secundária, toda uma testada fosse cega, a rua confrontante a esta edificação é estreita e nenhuma pessoa circulava pelo local. Muitas vezes os órgãos competentes estão preocupados com a técnica legislativa e não qualitativa.

Ao mesmo tempo no outro lado da rua, está inserido uma edificação da década de 70, a qual se via a movimentação de moradores, pedestres e crianças. Este benefício se deve ao fato desta edificação estar inserida com janelas térreas, muro baixo melhorando o visual para a rua, afastamentos adequados e outros elementos urbanos interessantes. Nos perguntamos, em que momento do tempo esta relação de edificação e seu entorno perdeu?

NOSSA RESPONSABILIDADE

Nós arquitetos e profissionais da área, temos uma grande responsabilidade, incentivando projetos mais inteligentes.

Segundo dados das Nações Unidas, até 2030, cinco bilhões de pessoas ou “60%” da população mundial viverá em meios urbanos. Sendo assim, a primeira ideia que devemos levar em consideração, é que não existe uma construção que não impacte em seu entorno. Também que novos usos estão surgindo a cada ano e a cidade se movimenta diferente em torno destes serviços.

O convívio entre diferentes grupos culturais garante a participação desta população na vida pública. Uma feira de bairro, um comércio diferenciado, tudo isso agrega valor e as pessoas se sentem mais parte da cidade.
Um outro tipo de diversidade necessária é a funcional. Acreditamos que esta é a principal diretriz para um desenvolvimento sustentável. Um bairro deve ter diferentes funções como: espaços de convívio, trabalho, ensino e outros. Também deve minimizar deslocamentos desnecessários, promovendo espaços públicos com melhor utilização e reduzindo fluxo de veículos.

Aplicar questões urbanas é o mesmo que repensar o homem e suas relações com o entorno. É fazer uma cidade voltada exclusivamente para as pessoas que utilizam estes espaços. Questões como caminhar com facilidade, segurança, trânsito em massa adequado e uso misto do solo bem otimizado, são conceitos que não podemos mais nos desfazer.

8 Motivos Para Você Se Tornar Um LEED Green Associate

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CONHEÇA TODAS AS VANTAGENS DE SE TORNAR UM PROFISSIONAL LEED GREEN ASSOCIATE

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A Construção Civil é um setor que viveu um constante crescimento nos últimos anos. Mesmo com os balanços recentes da economia, ainda é possível olhamos para o horizonte e detectarmos andaimes, guindastes e prédios em construção, resquícios de uma era que torcemos pelo retorno.

Além da queda na oferta de trabalho, o mercado está saturado por uma grande quantidade de profissionais oferecendo mais do mesmo. Para se destacar nesse meio inóspito é necessário pensar no futuro e analisar propostas que possam trazer vantagens em longo prazo, tanto para você quanto para o cliente.

Se tornar um LEED Green Associate é um diferencial no mercado de trabalho e na forma de ver o mundo. Ao se tornar um LEED GA você fará parte do grupo de profissionais que constroem sem destruir – ou destruindo o mínimo possível – além de descobrir um novo mundo presente na construção sustentável.

ENTRE AS VANTAGENS DE SE TORNAR UM LEED GREEN ASSOCIATE, SEPARAMOS AS 8 PRINCIPAIS:

1.    Variedade de Profissionais

O exame pode ser feito por diversos profissionais, desde arquitetos e engenheiros até construtores, corretores de imóveis e estudantes que estejam interessados na construção sustentável.

2.    Conhecimentos Básicos e Fundamentais

Um ponto importante da acreditação LEED Green Associate é que os conhecimentos explorados são considerados básicos e essenciais, que envolvem conceitos de construção civil, design e adaptações de uma estrutura sustentável. Tais conhecimentos irão proporcionar uma visão diferenciada do mundo, fazendo com que seu projeto se destaque em meio aos outros por ser único e por oferecer o melhor no quesito de green building.

3.    Primeiro Passo Para Uma Carreira Verde

A acreditação LEED Green Associate é o primeiro passo a ser dado por aqueles que buscam seguir carreira na arquitetura sustentável. Além da atualização bienal de conhecimentos, é possível evoluir sua expertise, tornando-se um LEED AP. O Green Associate é uma porta de entrada para novos conhecimentos.

4.    Ser um Profissional Diferenciado

Independente da área na qual você atua, é importante ter a consciência que o mercado está sempre buscando algo novo. Tendo em vista a grande demanda por engenheiros e arquitetos, possuir uma acreditação LEED Green Associate é um grande diferencial. Só um profissional que conhece os recursos sustentáveis profundamente poderá proporcionar o melhor para seu cliente.

5.    Mais Oportunidades

Como diria Darwin, os mais aptos são os que permanecem. Ao possuir a acreditação LEED Green Associate você certamente receberá mais oportunidades de emprego, visto que a sustentabilidade está em voga, além de promoções, podendo até trabalhar com construção sustentável fora do país.

6.    Projetos Mais Econômicos

Estudos indicam que um projeto LEED não custa mais caro que um usual, e poder propor isso a um cliente é um ponto importante. Além disso, você estará oferecendo um projeto que, em longo prazo, economizará ainda mais, levando em conta as economias de manutenção, de produtividade e na qualidade de vida dos usuários.

7.    Qualidade do Trabalho Final

Apesar de ser o tipo de projeto que se preocupa com a sustentabilidade, os projetos que utilizam o LEED são feitos pensando na sociedade como um todo. O sistema LEED se preocupa com a qualidade de vida de seus trabalhadores, assim como dos futuros habitantes, proporcionando uma melhoria na qualidade de vida.

8.    Facilidade em Adquirir a Acreditação

A prova para a acreditação LEED Green Associate agora é disponibilizada em Português, e no Brasil o órgão responsável é o GBC Brasil. Antes, para adquirir uma acreditação era necessário realizar uma prova em Inglês, no entanto, hoje a prova possui sua versão traduzida para o Português, facilitando ainda mais a aquisição.

Sustentabilidade é uma tendência na arquitetura do século XXI devido aos danos causados pela Construção Civil. Muitos desses danos são ambientais e permanentes, pois grande parte dos recursos naturais foi esgotado e uma alta quantidade de lixo e poluição foi deixada.

Um projeto desenvolvido desde o início com foco na sustentabilidade pode economizar até 80% de resíduos e 50% do uso da água. Essa economia é um atrativo tanto para empresas quanto para pequenas residências, uma vez que o projeto possui recursos para manter-se sustentável com o passar dos anos. Apenas um profissional acreditado LEED Green Associate terá os conhecimentos necessários para garantir ao cliente uma construção 100% verde.

Medo do BIM?

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VOCÊ AINDA TEM MEDO DO BIM?

Para quem atua com projetos na construção civil há algum tempo, se lembra muito bem como foi a transição entre projetar na prancheta e migrar para o AutoCAD. Hoje a carreira de muitos arquitetos, engenheiros, projetistas e profissionais da área também se encontra em uma mudança similar, a mudança para a plataforma BIM.

Com o CAD você otimizava o tempo que perdia desenhando um projeto técnico a mão e também evitava horas de retrabalho caso houvesse algum tipo de rasura no papel vegetal, por exemplo. No entanto, as mudanças desta migração se limitavam somente a etapa de projeto e seu desenho.

Já com o BIM é algo totalmente diferente. O BIM em sua essência, exige interação em todo o ciclo de vida de uma construção, ou seja, desde a sua viabilidade até a sua futura demolição. O efeito disto é que para ser implantado em uma empresa com eficiência é necessário uma mudança cultural e em toda a cadeia da construção civil.

UM LIMITADOR DO PROCESSO CRIATIVO?

Ao contrário do que muitos dizem, pensar e projetar na plataforma BIM não limita o processo criativo. Ao contrário, oferece a possibilidade para que os profissionais da área sejam mais profissionais e valorizarem o seu trabalho e conhecimento. Eles terão que trabalhar mais para pensar em soluções técnicas que realmente funcionem. O BIM permite uma aproximação REAL com a edificação que será construída. Isso faz com que os arquitetos, engenheiros ou projetistas tenham que estudar muito mais e pesquisar sobre alternativas técnicas para que esta máquina esteja em pleno funcionamento.

Também não é necessário que seus parceiros já trabalhem em BIM. Muitos escritórios que já atuam na plataforma BIM, e quando necessário, exportam seus arquivos para o CAD para enviar aos parceiros que não usam a tecnologia. Desta forma ainda é possível fazer a sua parte no processo, mesmo que os outros ainda não a façam, e se acostumar até que todos estejam fazendo.

Essa implantação é algo sem volta e não é necessário este medo do BIM. As vantagens são muitas e os profissionais que estão por trás da tecnologia estão produzindo softwares cada vez mais eficazes e intuitivos.

Por isso deixamos vocês com uma pergunta: Vale a pena manter o medo do BIM e esperar?

Post complementar se você é iniciante na área: What is BIM? (Building Information Modelling) – NBS National BIM Library

BIM na Gestão: Essencial para os Edifícios do Futuro?

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ENTENDENDO A GESTÃO DE EDIFICAÇÕES

Primeiro precisamos entender a questão da gestão de edificações: chamamos a gestão – ou Facility Management – a etapa do ciclo de vida de uma construção que garante a funcionalidade de um ambiente construído. Ele traz a integração dos usuários do edifício com os espaços em funcionamento desta edificação, garante a qualidade contínua para a saúde dos ambientes, o correto funcionamento de equipamentos – como ar condicionado, computadores, iluminação, acústica entre outros – e por fim gerencia os sistemas de segurança para a edificação.

Os custos da manutenção de um edifício correspondem em média 80% do custo total do ciclo de vida de uma construção. O Gerenciamento de Facilities é baseado em 3 fatores principais: processos, pessoas e locais. E a plataforma BIM na gestão de edifícios está sendo implantada para integrar esses fatores e tornar esta interação mais transparente e segura.

COMO O BIM PODE AJUDAR

A partir do momento que foi detectado que esta etapa é a que mais custa, houve um grande aumento do interesse das empresas nesses sistemas e nas companhias que realizam a criação de softwares para este fim. A cada dia surgem mais e mais alternativas para facilitar a implantação do sistema BIM na gestão de Facilities. Como um exemplo, uma das ferramentas para este mercado é o COBIe ou Construction Operations Building information exchange. 

O COBie é um padrão para a troca de informações do edifício e o seu objetivo é a troca de dados. A informação nesta ferramenta é gerada em tempo real, ou seja, o gestor responsável pela manutenção do edifício possui os dados necessários no momento que precisar. Desta forma decisões sobre possíveis problemas no edifício ou sobre melhorias que devem ser feitas periodicamente, podem ser tratadas no mesmo momento ou até mesmo antes, pela detecção de possíveis problemas que podem vir a acontecer. Este sistema será obrigatório no Reino Unido até o final de 2016 e deve estar disponível em todas as construções. O BIM na gestão desses empreendimentos em conjunto com as novas tecnologias que estão surgindo prometem um futuro muito mais econômico e sustentável para as nossas edificações.

Revit ou Archicad?

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Hoje vamos falar sobre uma pergunta que abala muitos novos usuários de plataformas BIM: Qual software utilizar? Revit ou Archicad? Não vamos nos estender para o Allplan, o Vectorworks ou mesmo o Bentley, nos focando apenas nos principais softwares do mercado.

REVIT OU ARCHICAD? EM NÍVEL PESSOAL

Não estendendo muito, em nível pessoal a resposta é realmente simples: o melhor software é o que você gosta mais de utilizar. Todos esses programas possuem prós e contras. Alguns fazem mais que outros, possuem suas potencialidades e deficiências em colaboração ou interoperabilidade.

Mas se um programa faz mil maravilhas, possuir itens a mais adicionais que outro programa, ou mesmo for um pouco mais acessível, e você não gostar de utilizá-lo, nada vai adiantar porque você provavelmente vai desistir e nem vai ficar sabendo de todas essas grandes funcionalidades. Você precisa gostar de projetar e gerenciar projetos nesse programa.

Então baixe todos os programas que puder em versão trial, e teste! Brinque com cada um deles um pouco e decida qual VOCÊ acha melhor.

REVIT OU ARCHICAD? MERCADOLOGICAMENTE FALANDO

Falando em nível mercadológico, o ideal é você buscar o software que a maioria dos seus parceiros utiliza, já que se torna mais fácil trabalhar cooperativamente. Também observe qual software mais utilizado por estudantes ou profissionais de sua região, pois caso você precise crescer o escritório para uma grande demanda isso irá facilitar bastante sua vida.

Não existe melhor ou pior. Grandes escritórios do mundo todo utilizam o Revit e também o Archicad. O Revit possui uma biblioteca mais expressiva de elementos. Já o Archicad está se integrando com o Grasshopper, que traz um avanço muito grande de arquitetura. Já o Revit possui ou Dynamo, que realiza funções parecidas e está crescendo bastante também.

Se você é como a grande maioria dos nossos leitores e possui um escritório pequeno, a escolha acaba sendo inteiramente sua, então opte pelo qual você gostar mais e se sentir mais produtivo.
Deixamos abaixo um vídeo para você analisar tanto o Revit quanto o Archicad no quesito performance:

https://www.youtube.com/watch?v=X6Nc0ka3fIk

BIM no Brasil: Chegou a Hora?

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CHEGOU A HORA?

Vamos abordar um pouco sobre o cenário do BIM no Brasil e a implantação da tecnologia em escritórios de arquitetura, engenharia ou construtoras.

Como estamos hoje neste aspecto? Muitos consideram que estamos atrasados perante outros países e outros acham que estamos absorvendo muito bem, obrigado.

Falando antes sobre o panorama mundo, ele é muito promissor: Segundo uma pesquisa realizada pelo Smart Market Report da McGraw Hill realizada em 2008, equipem quem implementam BIM notam uma redução de até 40% das alterações em projetos e 80% na redução de tempo as para estimativas de custo, conseguindo criar uma precisão de até 97%. Essa pesquisa também indica  uma economia por volta de 10% dos contratos pela descoberta de interferências em projetos.  Em 2014 outro relatório da mesma instituição pesquisou os cinco continentes e 75% dos entrevistados dizem que possuíram um ROI de 75% com o uso do BIM.

BIM NO BRASIL

Mas e o cenário de BIM no Brasil? Em 2013 a PINI realizou uma pesquisa sobre a utilização do BIM com 600 entrevistados, de praticamente 50% engenheiros e 50% de arquitetos. A conclusão é que 90% deles pretendem usar a tecnologia nos próximos 5 anos. Na época dessa pesquisa, apenas 40% dos entrevistados utilizavam a tecnologia. Desses que utilizam BIM, mais de 80% utilizava a tecnologia para projetos, 60% para extração de quantitativos e cerca de 50% a utilizavam para compatibilização de projetos.

E a verdade é que isso vai acontecer cada vez mais, principalmente considerando os impulsos governamentais. No Reino Unido desde 2011 é obrigatório você entregar projetos em BIM nível 2 para projetos governamentais. Vários estados brasileiros também estão se articulando nesse aspecto, para um futuro que na nossa opinião é irreversível.

Vamos falar mais um pouco sobre isso na Semana do BIM. Acesse!

Por Que é Inevitável o BIM Para Projetos Sustentáveis?

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Hoje vamos falar sobre 4 questões de como você pode tornar construções mais sustentáveis utilizando a Plataforma BIM para projetos. 

MATERIAIS

Um dos efeitos da ligação entre BIM para projetos e o uso de materiais é que nós podemos reduzir a quantidade de resíduos de construção, por meio de recursos que o BIM proporciona. É possível fazer a aferição de materiais com maior precisão por meio da plataforma. As empresas também podem assim realizar contratos muito mais legíveis entre sí. A quantificação de materiais mais correta reduz muito o desperdício.

Ainda, se você for certificar um empreendimento, é uma condicionante que nos próximos anos a integração com essas entidades certificadoras e o nosso modelo em BIM será obrigatório. O USGBC, a entidade que mantém a certificação LEED, possui planos reais de se realizar isso e todo o mercado vai caminhar em conjunto.

ÁGUA

O BIM para projetos também pode lhe ajudar a calcular o volume de água necessário para uma determinada construção. Isso é determinante para medir o potencial de águas que possam ser reutilizadas. Assim é possível consumir menos de fontes de água local e diminuir o consumo de água.

ENERGIA

Utilizar BIM em todas as etapas de projeto, principalmente as iniciais, provoca uma avaliação sobre a eficiência energética muito mais transparente. Isso acontece porque quando você analisa  alternativas em um projeto, estas escolhas vão melhorar ou piorar o desempenho energético de um edifício. Nós estamos combinando duas coisas: o BIM com um software de modelagem de energia especializada. 

CARBONO

Assim como a questão da energia, é possível testar diversas soluções que tragam a menor pegada de Carbono nas construções. Ou seja, temos mais possibilidade de identificar opções de baixo consumo de carbono e qual opção possui o potencial para reduzir mais emissões durante as fases de concepção e construção. É também possível escolher caminhos que levam a economia durante a operação de um edifício, mantendo este modelo para testes posteriores durante todo o ciclo de vida da edificação.

Portanto a utilização do BIM reflete diretamente em uma construção sustentável. Tornar nossos projetos mais realistas é criar edificações mais sustentáveis. Simular situações e possíveis soluções para um determinado projeto traz um resultado direto para a sustentabilidade de uma edificação.

Leitura Complementar: Green BIM – Successful SustainableDesign with BuildingInformation Modeling

Elementos Para a Iluminação Natural na Arquitetura

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Esta é a quarta e última parte da nossa “trilogia” sobre iluminação natural na arquitetura. Você viu no post passado como simular seu edifício pelo pela Autonomia Espacial da Luz do Dia e a Exposição Anual da Luz do Sol. Agora vamos ver algumas estratégias que ajudam bastante bem nesse quesito, tanto para proteger como para também distribuir a iluminação natural.

QUAIS ESTRATÉGIAS POSSUÍMOS?

A primeira estratégia logicamente vai ser a orientação: ela gera um impacto muito grande não só na iluminação, mas também na eficiência energética do seu edifício. Precisamos entender a posição do seu edifício em relação ao norte relacionando a zona bioclimática, o entorno, e a posição dessas aberturas e dispositivos de sombreamento. A segunda questão que é bem importante para a iluminação natural na arquitetura é pensar na profundidade dos seus ambientes: quanto mais profundo, menor vai ser a possibilidade da iluminação natural penetrar nesses espaços.

DISPOSITIVOS

Entre os dispositivos de projeto interessantes existem os light shelves, que são prateleiras apoiadas nas janelas e que possuem uma profundidade tanto interna quanto externa, refletindo a iluminação para o lado interno ao mesmo tempo que a obstrui. 

Nós possuímos também a luz zenital, que é sempre muito eficiente para a iluminação natural na arquitetura. O ponto fraco é o ofuscamento, então deve-se utilizar com um certo cuidado. Um grande exemplo da iluminação natural estilo Shed são algumas obras do João Filgueiras Lima, o Lelé. Ele não só contribuiu só com obras bem marcantes nesse sentido da iluminação como pensava também na ventilação, no controle de temperatura e também no rigor estético, tudo de uma forma passiva.

iluminação natural na arquitetura
Iluminação Natural estilo Shed, por João Filgueiras Lima, o Lelé.

 

Existem ainda outros tipos de iluminação zenital: os lanternins, as clarabóias, os tubos solares e os átrios, além de proteções como os beiras e os brises. 

OUTROS VÍDEOS DA SÉRIE:

Vídeo 1- Quais Os Benefícios da Iluminação Natural na Arquitetura?

Vídeo 2- luminação Natural = Vender, vender e vender

Vídeo 3- Iluminação Natural – Como Aplicar com Consistência em Projeto?

LEITURA COMPLEMENTAR

Regulamento Técnico da Qualidade do Nível de Eficiência Energética de Edifícios Residenciais do PBE Edifica